sexta-feira, 10 de abril de 2009

Da minha própria mente

saem palavras soltas

Sentimentos desatados

memórias sentidas.

Onde me encontro

o relógio não pára.

Será tempo perdido?




Entrego ao ritual da escrita

A poesia errante

As minhas palavras constantes

gravadas nas folhas de um caderno.




Deixai-me ser eu

Deixai-me ser e escrever

Gravar, descobrir e encontrar

a verdadeira essência Humana.




Deixai-me soltar da mente as minhas palavras

Libertai-me como pétalas ao sabor do vento

Deixaí-las flutuar

Sem querer ter a noção do tempo

Pois desejo, que tornem minhas palavras

Reais, lidas, mas nunca esquecidas!!

Written by my dearest friend SOFIA from Póvoa de Varzim - Portugal in her blog
http://witchsofy.spaceblog.com.br/

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