quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vampira



Vampira




Torpe como um veneno dado de tua boca
Envenenando meu coração dilacerado
Há dentro deste peito uma vontade louca
De sangrar nesses lábios envenenados

Numa mordida dilacerante tão profunda
No qual dolorosamente o sangue inunda
O chão exuberante do teu quarto
Se derramo meu sangue docemente como falo

Não será só minha esta fuga
Pois o amor em mim não é tortura
E sim de fato uma aventura

Ah! Como seria? Ah! Meu Deus, como seria?
Morrer em tuas pressas de vampira
Entorpecido de amor em tua cintura





Vampira
Portugal em Linha - a Comunidade Lusófona online - 02-Out-2009





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