segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Da minha mente

Da minha própria mente

saem palavras soltas

Sentimentos desatados

memórias sentidas.

Onde me encontro

o relógio não pára.

Será tempo perdido?




Entrego ao ritual da escrita

A poesia errante

As minhas palavras constantes

gravadas nas folhas de um caderno.




Deixai-me ser eu

Deixai-me ser e escrever

Gravar, descobrir e encontrar

a verdadeira essência Humana.




Deixai-me soltar da mente as minhas palavras

Libertai-me como pétalas ao sabor do vento

Deixaí-las flutuar

Sem querer ter a noção do tempo

Pois desejo, que tornem minhas palavras

Reais, lidas, mas nunca esquecidas!!





Agradecimento à Sofia e ao Blog: http://witchsofy.spaceblog.com.br/
Nota de 1lindomenino: este POEMA da minha querida amiga SOFIE já havia sido publicado em

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