POR UM PORTUGAL DIFERENTE

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António GEDEÃO


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.GEDEÃO

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domingo, 29 de agosto de 2010

Candidato a deputado rifa implantes mamários

O Reginaldo "dá-nos" música... e "vai que vai"... !!!

Venezuela: político espera financiar a campanha e ganhar votos


Um candidato a deputado da oposição na Venezuela decidiu rifar uma cirurgia de implantes de silicone nos seios para financiar a sua campanha e angariar votos, a um mês das eleições legislativas no país.

O candidato Gustavo Rojas, do principal partido opositor do país, o Primeiro Justiça, disse que a sua proposta corresponde a uma «tendência do mercado» venezuelano, onde é cada vez mais comum as mulheres optarem por uma cirurgia estética para aumentar o volume dos seios.

«É um prémio atraente e muita gente está a comprar a rifa, principalmente as pessoas dos sectores populares que não têm recursos para fazer uma operação deste tipo» afirmou Rojas à BBC.

O candidato também pretende conquistar o público masculino, que no caso de ser sorteado, poderá dar o prémio à esposa ou namorada.



Agradecimento ao site http://www.tvi24.iol.pt/



Nota de llindomenino: ora aquí está um deputado "com eles en su sítio"... rsrs... "seios", claro...!!!

Tudo vale, aquí e além para se eleger, e com seios ou televisores, o Povão vai entrando na vida dos "senhores da terra" e vai lucrando (?) com a "coisa". Claro que, depois, eles APRESENTAM A CONTA... queriam o quê...?!...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Coisificados


Enquanto caminhávamos despreocupadamente pelo caminho de atribuirmos às coisas o valor que apenas devíamos atribuir às pessoas - esperando que a posse delas pudesse satisfazer as ânsias de felicidade dos nossos corações - fomos dando, simultaneamente, passos firmes na direcção de nos considerarmos a nós mesmos como coisas.

Começámos por utilizar outras pessoas para os nossos interesses. Não, inicialmente, de forma a lesar demasiado essas pessoas - deixávamos os assassinatos e as injustiças horrorosas para os malfeitores e outras pessoas sem escrúpulos. Aos poucos, porém, fomos deixando que certa mentalidade coisificante fosse crescendo em nós e nas nossas estruturas sociais.

À custa de não analisarmos com profundidade essa forma de pensar, à custa de sermos superficiais e frívolos, à custa de omitirmos aquilo que devíamos ter feito, deixámos que ela se colasse por todo o lado.

E o mais preocupante é que agora ela não está apenas fora de nós.

Estamos, também nós, inclinados a achar razoável o assassinato da criança por nascer quando o seu nascimento, por qualquer razão, se nos torna incómodo. Não vemos nela uma pessoa como nós, mas uma coisa. E, por isso, admitimos fazer dela o que seria natural fazer com uma coisa: usá-la ou eliminá-la.

E já temos o caminho aberto para a generalização da eutanásia, que consiste em tratar os idosos e doentes graves como se fossem objectos gastos: deitá-los para o lixo por já não terem utilidade e se terem tornado incómodos.

Temos permitido que embriões humanos - pequenos como nós já fomos - sejam utilizados em experiências que até há poucos anos se faziam em... ratos.

E temos permitido que se esteja a avançar com a intenção da clonagem, o que significa trazer à existência seres humanos com o objectivo único de fornecerem células que serão utilizadas para nos curar de certas doenças. Condicionando a sua existência, tal como em todos es exemplos anteriores, à utilidade que possam ter para nós.

Como se fossem ratos, como se fossem coisas.

Não o dizemos deste modo, mas é essa a realidade. Arquitectamos mil razões, desenhamos argumentos, pintamos palavras antigas com outras cores... mas não há forma de alterar a verdade das coisas. Nem sequer perante nós mesmos, pois sabemos muito bem, no fundo de nós, que não passamos de mentirosos, ainda que usemos palavras aveludadas.

Houve, no entanto, algo de que não nos lembrámos ao longo deste desenfreado caminho: é que ao coisificarmos outros seres humanos, nos coisificamos a nós mesmos. Se virmos os outros como coisas, se deixarmos que essa mentalidade sedimente, nada impedirá que os outros nos vejam a nós... como coisas. Pois somos tão humanos, e não mais, do que esses embriões, do que esses idosos, do que esses doentes.

Sendo assim, bem poderemos ir para a rua gritar pelos nossos direitos... Ninguém nos ouvirá! Se não tivermos utilidade para os outros, quem se preocupará com aquilo que somos? Teremos tantos direitos como os tais embriões, como os tais doentes, como os tais idosos... De resto, se não podemos voltar a ser embriões, viremos a ser muito possivelmente idosos e doentes.

Basta ouvirmos um noticiário para tomarmos conhecimento de como cada vez mais há pessoas na rua, em grandes grupos, a clamar pelos seus direitos. Mas tenho a certeza de que a única forma de conseguirmos que nos olhem como pessoas consiste em olharmos como pessoas aqueles que já começaram a ser tratados como coisas; em defendermos aqueles que não se podem defender e que já quase ninguém defende.

Essa é a única solução. Respeitar a vida humana qualquer que seja o modo de ela se encontrar concretizada. O assunto não admite excepções. Se admitirmos avaliar os mais fracos dos humanos de acordo com critérios de utilidade e conveniência, um dia ninguém poderá ficar de fora.

É preciso que façamos qualquer coisa. E sem demora.




Paulo Geraldo


Agradecimento ao site: http://vida.aaldeia.net/coisificados.htm


Nota de 1lindomenino: este é um daqueles assuntos que, cada um e cada qual, deve ter a SUA posição BEM expressa. Não adianta nada que, alguém mais ou menos letrado, apareça com as "suas suposições" e as TORNE as "nossas suposições". Misturar clonagem com abortos e com idosos é uma "falsa questão". Mesmo que, à primeira vista, nos pareça... SIMPÁTICA...!!!

Amigo, Paulo, desculpe DISCORDAR FRONTALMENTE de VOCÊ...!!! Democracia, é isto mesmo: ler o que você expressa mas poder estar em acordo ou desacordo com as suas idéias...!!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

PIADA DE CRIANÇAS


Joãozinho fica vidrado no relógio do padre.


Pede, implora, 'Padre me dá esse relógio, me dá esse relógio', semanas, meses a fio. Não agüentando mais o aluguel, um dia o padre tira o relógio do pulso e dá pro Joãozinho.


Dias depois a Mariazinha vem se confessar e diz: 'Padre, o Joãozinho quer que eu dê pra ele...


- E o padre: 'Ih, minha filha, dá logo, que esse menino é chato pra burro....'


Agradecimento ao site http://www.piadasnet.com/

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Bispos saem em defesa do Papa face às acusações de pedofilia (ai PÁSCOA, PÁSCOA na "Santa Igreja"...)



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) saiu em defesa do Papa Bento XVI e manifestou a sua solidariedade a Joseph Ratzinger face aos recentes ataques feitos à Igreja relacionados com os abusos sexuais de crianças e adolescentes.



Em pronunciamento, na quarta feira, na cadeia nacional das televisões católicas, o presidente da CNBB e arcebispo de Mariana (Minas Gerais), D. Geraldo Lyrio Rocha, expressou o seu apoio ao Papa.
“Sem temer a verdade, o Papa Bento XVI não só reconheceu publicamente esses graves erros de membros da Igreja, como também pediu perdão por eles”, declarou D. Geraldo, criticando a “campanha difamatória” contra a Igreja Católica e contra o Papa.
A CNBB também divulgou um comunicado de solidariedade que condena os “duros e injustos” ataques sofridos pelo cardeal Ratzinger.
“O Papa, ao reconhecer publicamente os erros de membros da Igreja e ao pedir perdão por esta prática, não merecia esse tratamento”, destaca o comunicado assinado pelos altos representantes da Conferência dos Bispos.
O comunicado ressalva que “a imensa maioria de sacerdotes não está envolvida nesta problemática gravemente condenável, provavelmente não chegam a um por cento os envolvidos”.

“É de se lamentar”, continua o comunicado, que a “divulgação de notícias relativas a esses crimes injustificáveis se transforme numa campanha difamatória contra a Igreja Católica e contra o Papa”.
Uma “análise objetiva dos fatos e depoimentos dos próprios envolvidos nos escândalos revela a fragilidade dessas acusações”, critica a CNBB.
As recentes acusações de pedofilia na Irlanda, na Holanda, na Áustria, na Alemanha e nos Estados Unidos envergonharam a Igreja Católica.
No Brasil, imagens de um padre brasileiro a abusar sexualmente de um adolescente, no interior do estado de Alagoas, é mais um escândalo que se soma aos inúmeros que estão a ser revelados em todo o mundo.





Agradecimento ao site http://www.destak.pt/


Nota de 1lindomenino: achei "especialmente interessante" aquela parte do comunicado que diz que "se calhar, nem sequer 1% dos sacerdotes está ENVOLVIDO nisso da pedofilia"...!!!
1% de 620.000 = 6.200
"Se calhar" AINDA é MUITO...!!!