POR UM PORTUGAL DIFERENTE

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ABRIL VIRÁ...!!!

EXPERIMENTE... VÁ ATÉ LÁ!

MUDAR...

Estrela - DestaquesNinguém pode ser escravo de sua identidade; quando surge uma possibilidade de mudança é preciso mudar. (Elliot Gould)

Frases e Mensagens -

NÃO HÁ ACORDO...!!!...

NÃO HÁ ACORDO...!!!...
... Português há só UM...!!!

TRADUÇÃO/TRANSLATE/TRADUCION

SEM IMITAÇÕES...

ACREDITE...

"Nunca faça graça de graça. Você é humorista, não político."

A Hora em Poá (BRASIL)

"Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo."

VELHO PROVÉRBIO PORTUGUÊS

"Dois olhos vêem mais do que um só."
Veja Frases para Orkut - Kifrases.com





LOVE, love, LoVe



OvEr ThE RaInBoW

1lindoMENINO ...


Verdade, Verdadinha...!!!

zwani.com myspace graphic comments

1lindomenino

Menininhas e inhos venham a mim...

Posting

Photo Flipbook Slideshow Maker
PORTUGAL é "isto"... e MUITO MAIS...!!!

António GEDEÃO


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.GEDEÃO

SEJA ASSIM... COMO EU!

recadosparablogseorkut.com


Mais Um(a)...!!! OBRIGADO...!!!

Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Feelings - Morris Albert




Nota de 1lindomenino: uma das MAIS belas canções que expressam SENTIMENTOS.


NUNCA se sinta ACANHADO para expressar os SEUS... com quem fôr e onde fôr...!!!


Posted by 1lindomenino Dated30jun2011

sábado, 30 de outubro de 2010

SETÚBAL cidade e VITÓRIA "unidos": Vídeo_Centenário Vitória FC

Vídeo comemorativo do Centenário do Vitória FC. Este é mais um dos meios, que serão usados para divulgação e promoção do Centenário do Vitória FC.

Estejam atentos!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Nas nossas ruas, ao anoitecer de Cesário Verde


Nas nossas ruas, ao anoitecer,

Há tal soturnidade, há tal melancolia,

Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia

Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.



Agradecimento ao site http://www.astormentas.com/

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Os PARABÉNS da "minha" MARTA



De:
Marta Silva



MUITOS PARABÉNS PAI!!!!!
Beijinhos grandes *****************************
Parabéns a você..
Nesta data querida..
Muitas felicidades..
Muitos anos de vida..
Hoje é dia de festa..
Cantam as nossas almas..
Para o menino António Rui :)
Uma salva de palmas..
EHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH :)
Tudo de bom Pai.. tudo!

Enviado hoje, 21OUT10, por e-mail



Nota de 1lindomenino: és uma filha "muito especial"...!!! Tu sabes...!!!

Beijão, Filha.

E este "lindomenino" vai nos 59 anos de VIDA...!!!

Uma "amiga" dos "peitos"... rsrs



Quero, desde já, agradecer a TODOS quantos e, desde já, manifestaram o seu carinho pela minha pessoa.

A "aula" que eu NUNCA tive... rsrs

Recebam via NET um Abração ESPECIAL e... CONTEM S E M P R E COMIGO...!!!


"Traz outro Amigo, também"... rsrs



Obrigado,
Antonio Rui
1lindomenino
21/10/1951 - 21/10/2010
Deixo aquí algumas dessas mensagens:

Parabéns!
Antonio,
Hoje é um dia muito especial, o
seu aniversário!
Nós, da Equipe Portal Diabetes, desejamos
muita paz, saúde e inúmeros
momentos de alegria.
Torcemos para que todos os seus
sonhos se tornem realidade e
esperamos contribuir a cada
ano para o seu futuro, visando
lhe proporcionar uma boa
qualidade de vida, afinal,
VOCÊ MERECE
Parabéns!!!
www.portaldiabetes.com.br


Antonio Rui Afonso da Silva, hoje é um dia muito especial!
O Magazine Luiza deseja que você seja muito feliz. Puxe o laço!

António,
Quem sempre acompanha você em todos os momentos, não poderia deixar de estar presente no mais importante de todos: o seu aniversário.

Nós, da Comunidade DiabeteNet.Com.Br, desejamos que este dia seja especial.

Lembre-se: você pode contar conosco sempre que precisar.Hoje e todos os dias do ano.

Feliz Aniversário e um forte abraço.

Olá 1lindomenino,
Netlog deseja-te um feliz aniversário!
Congratulations.
Damos-te uma semana de Netlog Super gratuita!


Nota de 1lindomenino: parem porque senão... EU CHORO...!!!
OBRIGADO, "xente"...!!!


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

João Villaret - Procissão

João Villaret canta Procissão, de António Lopes Ribeiro

domingo, 17 de outubro de 2010

Grupo Coral de Ganhoes e Dulce Pontes

Imagens do Alentejo tiradas da net ao som do Grupo Coral de Ganhoes com a participação especial de Dulce Pontes...

(vídeo info)

sábado, 16 de outubro de 2010

Fado, Carlos do Carmo-O Amarelo da Carris

Português: Outra grande musica do Carlos do Carmo, desta vez é "O Amarelo da Carris" com belas imagens do transporte mais tradicional da capital e para Nós portugueses aprendermos a preservar esta beleza.,

English: Another great Carlos do Carmo music, this time is "The Carris yellow" with beutifull pictures of the most tradicional transport in the capital and for We portugueses to learn to preservate this beauty.

(vídeo info)

Um comentário>>>> acbelix
2 anos atrás 5
Ninguém sente o fado e Lisboa como Carlos do Carmo. Este fado, inserido no Homem da cidade, é simplesmente um, de todos aqueles que sao obras primas do novo fado de lisboa.
Por muita garganta que tenham, e por muita colocação de voz, o fado como todas as canções, quando lhes falta o sentimento, e a sensibilidade que elas carregam, nao servem de nada. Como costumo dizer, outros técnicamente até podem cantar correctamente, mas.. a alma.. essa.. perdeu-se no caminho.
Parabens!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

You broke my music


Filipa Fonseca Silva


Maria nasceu a cantar. A mãe contava-lhe como na noite em que veio ao mundo toda a maternidade parou ao ouvir o seu choro que parecia um canto. Maria cantava no banho, no carro, na cama para adormecer. Cantava às bonecas dispostas em fila na pequena cama que partilhava com o irmão. E quando ele chegava ao quarto esconso e atirava as bonecas para o chão, por pura maldade fraternal, Maria engolia as lágrimas e soluçava cantigas de embalar a cada uma delas, enquanto ajeitava os vestidos rasgados e as cabeças partidas.

Além das bonecas, o público preferido de Maria era o avô. Ele era o seu maior admirador e nunca se cansava de a ouvir, ao contrário de todos os outros adultos. Ouvia atentamente cada verso, admirava as coreografias e aplaudia sempre no fim. Na véspera de uma visita ao avô, Maria quase nem dormia a pensar na nova canção com que iria surpreendê-lo.

E assim se passou a infância de Maria, que não se pode dizer ter sido feliz, mas à qual nunca faltou banda sonora. Havia uma música para os dias em que o pai entrava em casa embriagado e batia em tudo o que se lhe atravessasse à frente. Havia uma música para quando a mãe prometia não demorar, mas nunca mais vinha. Havia uma música para enganar o estômago quando o jantar não chegava para todos. Não havia desgosto nem dor que lhe tirasse o canto. E quem a visse cantarolando nas ruas, à janela, dentro e fora da escola, pensaria que aquela mulatinha de olhos rasgados e carapinha entrançada era a criatura mais feliz do mundo.

Só que um dia Maria deixou de cantar. Tinha 14 anos. Foi no dia em que o avô morreu. A principio ninguém reparou. Entre o luto e as burocracias que envolvem o último dia de alguém na terra, não havia tempo para notar a falta da música de fundo. Mas os dias passavam e o silêncio pesava e pesava até se tornar insuportável. A casa estava mais triste, a rua inteira estava mais triste e o pior é que ninguém sabia explicar porquê. Maria tornara-se uma adolescente escanzelada, de olhos vazios e lábios selados.

Como a maioria das meninas do bairro, Maria deixou a escola para contribuir para o orçamento familiar. Os dias eram passados na fábrica e as noites a tomar conta dos irmãos, que eram tantos e tão diferentes, fazendo o papel de mãe que não conhecia, porque a sua demorava sempre nas ruas. Quando todos dormiam, subia ao telhado e ficava a olhar para o bar do outro lado da rua, onde cantoras envoltas em plumas e fumo de cigarro eram admiradas por homens e mulheres. À porta estava sempre um homem de fato branco e chapéu de palha, sorriso aberto e olhos de mau caminho. Era elegante no seu jeito gingado, cumprimentava as senhoras casadas com um beija-mão e as solteiras com um segredo ao ouvido. Nunca saía do bar sozinho e, às vezes, elas lutavam como galinhas para serem as eleitas da noite. Quando não estava a exibir-se para as mulheres, fitava as estrelas com o olhar sonhador de miúdo reguila.

Uma noite esse olhar cruzou o de Maria, que cada vez passava mais tempo no telhado e tinha mais vontade de cantar. Ele começou por lhe mandar beijos e olhar para ela enquanto beijava as outras. Depois, nos momentos em que não estava ninguém à porta do bar, ficava a admirá-la como outrora fazia com as estrelas. Mais tarde aproximou-se do telhado e pediu-lhe o nome, depois a mão, depois o corpo. De repente, toda a casa voltou a iluminar-se, as ruas pareciam mais alvas e a fábrica produzia num ritmo dançado. Maria passava os dias a cantar como antes, melhor que antes, e as noites no frio do telhado à espera dos minutos de loucura que faziam esquecer todas as outras horas.

Numa dessas noites de luxúria Maria não conteve os gemidos e, tal como no momento do seu parto, da garganta soltaram-se notas. Os cães pararam de ladrar, persianas foram corridas, luzes acendidas. Ele olhou-a com amor, pela primeira vez depois de tantas vezes, e disse-lhe que o seu nome estava nas estrelas. Aquela não podia mais ser mera música de fundo de um bairro sujo e decrépito. Maria largou então a fábrica e o telhado e começou a cantar no bar do seu homem.

Os anos passaram, disfarçados por pó de arroz e luzes de cena, que disfarçavam os olhos negros do ciúme. Nunca aquele espaço esteve tão lotado como nos anos em que Maria pisava o palco e soltava a voz. As outras cantoras sabiam que estavam a anos luz do seu talento e isso, de alguma forma, fazia com que não sentissem inveja. Inveja por terem perdido o estrelato e sobretudo o homem que antes era de todas. De preferida do dono, Maria depressa se tornou a estrela mais admirada e não havia noite em que o seu camarim não transbordasse de flores, cartas, promessas, que para ela não significavam nada porque tudo o que cantava vinha de dentro, do seu amor. A princípio ele gostava de ser o macho da fêmea mais cobiçada, mas depressa surgiram as dúvidas, as inseguranças, as suspeitas de traição. Aos poucos as noites de prazer tornaram-se noites de mágoa e ressentimento, que nem o profundo amor que sentiam um pelo outro conseguia apagar.

Numa dessas noites de fumo e perdição, ele saiu com uma bailarina, por puro despeito, fazendo questão de passar pela frente do palco para que Maria não os pudesse evitar. Nessa noite ela cantou melhor que nunca, com o coração em pedaços, partido como os discos que ele arremessava contra a parede só por maldade, tal como o seu irmão fazia com as bonecas. Depois da cortina fechar, do público aplaudir de pé, das flores se amontoarem no palco, Maria limpou o camarim, deixou as plumas e o vestido de lantejoulas e saiu andando pela rua. Nunca mais ninguém a viu. Nunca mais Maria cantou.

(Mantida a redação original)

E-mail: poshpipa@hotmail.com




Filipa Fonseca Silva (1979) é uma jovem escritora de Lisboa, Portugal. Não tem livros editados.

O meu agradecimento à Filipa e ao site http://www.releituras.com/


O ANIVERSÁRIO DA ESPOSA (PIADA... o que se passou, claro...!!!)


A esposa com o aniversario chegando joga uma indireta no marido:
- Amor, meu aniversário está chegando e quero um presente bem legal. Vou te dar uma pista: vai de zero a cem em menos de 5 segundos,
pode ser de qualquer cor.
No dia do aniversario a mulher encontrou um pacote no quarto com uma balança de banheiro cor de rosa,
novinha.
Ah, a propósito,
o marido continua desaparecido.


Enviado por: Silvinho

Agradecimento ao site
http://www.piada.com/



Fado Bailado - Rão Kiao

Rão Kiao, a partir de 1982, decide dar uma viragem na sua música, prosseguindo o seu interesse pelo choque entre universos culturais distintos e interpreta ao saxofone fados clássicos acompanhado pelos guitarristas António Chaínho e José Maria Nóbrega. O álbum "Fado Bailado", resultado dessa união,foi um estrondoso e surpreendente sucesso atingindo o "Disco de Platina".

Nota de 1lindomenino: 3 mestres na arte de tocar e musicar poemas.

Feliz do País que possui "gente" deste quilate.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Nada é impossível de mudar - Bertold Brecht



Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.



Agradecimento ao site http://www.astormentas.com/


domingo, 10 de outubro de 2010

MADREDEUS - Faluas do Tejo

Comentários com pontuação mais alta

Ridade1020
2 anos atrás 11
I am very sure that only a very pure, very beautiful soul can have such an angelic voice!This music, this voice are like candy for my ears and my soul!

Zicoaac
1 ano atrás 4

E che bellezza sprigionava

da quelle vele inondate di sole.

Un bel quadro d'infanzia

che ancor non s'è estinto.

E sono sicura che i brigantini del Tago

torneranno ancora ad allietare Lisbona.

(vídeo info)

sábado, 9 de outubro de 2010

Três Cantos - Como um sonho acordado (legendado)

Video retirado do concerto memorável que juntou os melhores cantautores nacionais. O sérgio, o zé mário e o fausto.
(vídeo info)

Equilíbrio e moderação nas atitudes e necessidades


Observando, aprenderemos com os animais e com os movimentos naturais da vida, tais como a chuva, o sol, o frio, o calor, que tudo na natureza é equilibrado e sem desperdício.

Há um equilíbrio natural que sustenta e coordena todos esses movimentos e, quando o desrespeitamos, acabamos criando distúrbios que poderiam ser evitados se todos praticassem a observação.

Assim também acontece conosco. Se comemos demais, bebemos demais, nos irritamos demais, falamos o que não precisamos, enfim, cometemos pequenos excessos, criamos distúrbios que vão saturando nossa atmosfera mental.

Com observação, podemos reeducar nossos sentidos e necessidades, naturalmente. Com essa prática é mais fácil conquistar equilíbrio e moderação nas nossas necessidades de forma espontânea. Assim, você ficará mais atento a seus movimentos e aprenderá a fazer somente o necessário.

Em contrapartida conquistará maior segurança interna, o controle dos impulsos desordenados, habilidade para evitar o evitável e noção do inevitável, além de sabedoria para eliminar o supérfluo.




Paulo Zabeu, no livro "Cinco regras para vencer seus limites"

Recebido via e-mail do site
WWW.diabetenet.com.br

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Para se pensar...


Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto, e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima quando ficamos expostos a ele por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que pode levar anos para construir a confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais poderá se arrepender pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.



Recebido via e-mail do site www.diabetenet.com.br

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pavio curto



Especialistas mostram como controlar melhor as emoções e não explodir à toa




Fulano explode à toa, ciclano é um descontrolado, beltrano tem o pavio curto. A expressão é velha, mas é assim que muita gente reage em situações de estresse, diante de uma desavença, quando precisa dizer o que sente. No outro extremo, estão aqueles que calam. E ponto. Afinal, o que fazer quando a emoção vem feito uma avalanche em nossa direção? Como reagir a situações de extrema descarga emocional? Na opinião dos especialistas, vale tudo. Ou quase tudo. Leia o que eles dizem. Pode ajudar na próxima situação limite que você enfrentar.

Considere que você, os seus amigos, os seus parentes, os colegas de trabalho e com quem mais você se relacione já estão bem grandinhos. Como sabemos, o mundo dos adultos tem regras preestabelecidas. “O comportamento das pessoas está ligado às relações sociais e muitas de nossas funções só estão amadurecidas à partir dos 20 anos de idade. Assim como aprendemos a controlar nossos impulsos e nossos comportamentos diante de nossos desejos e necessidades, aprendemos também a canalizar nossas frustrações em algo”, afirma a psicóloga Vilma Pellegrino.

Especializada em Psicodrama Terapêutico, a psicóloga Marina Vasconcelos, explica que o discernimento é um fator de grande importância em todos os setores da vida de um indivíduo, já que pode contribuir com uma melhor qualidade de vida, comportamento e aceitação no meio social.

“A importância da percepção do contexto para a melhor colocação das emoções é de grande valia, já que é necessário se dar conta das regras sociais que devem ser obedecidas para que um problema maior não seja causado. Ambientes profissionais, em um hospital ao receber uma notícia ruim, perto de crianças pequenas. Há inúmeras situações onde o melhor a fazer é expressar as emoções de forma controlada”, complementa Marina.

O diálogo é sempre uma boa escolha, defende a diretora do Instituto de Psiquiatria da UFRJ, Maria Tereza Tavares, mas é preciso falar com calma e tranquilidade sobre o que o emociona. “O ideal é conversar sobre a situação que causou a emoção a pessoa que a desencadeou. Contudo, muitas vezes não há possibilidade de conversa no momento exato em que a situação ocorre, ainda assim, se for possível. Se não, é externar em um momento posterior e mais adequado. Mas não deixar de fazê-lo”, explica.

Controlar as emoções não significa não senti-las ou não vivenciá-las. "Dor e raiva são sentimentos legítimos. Quem tem tendência a guardar tudo para si, corre o risco também de bloquear as emoçoes positivas", alerta a psicanalista Claudia Finamore, que é adepta em seus tratamentos do ensinamento sobre o equilíbrio entre razão e emoção.

Qualquer excesso, segundo Finamore, é prejudicial. Tanto a racionalidade como a sensibilidade à flor da pele. "A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco de suas emoções e absorva para si toda carga emotiva. A pessoa mais sensível, por sua vez, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis", explica.

Solução para essa corda bamba? Existe. O equilíbrio emocional. Esse, sim, merece todo o esforço. "É cada um conhecer suas emoções e sentimentos e também os seus limites. E nunca ir contra eles", prega Finamori.



Recebido via e-mail do site http://maisde50.com.br/

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Ao longo da muralha - Mário Cesariny


Ao longo da muralha que habitamos
Há palavras de vida há palavras de morte
Há palavras imensas,que esperam por nós
E outras frágeis,que deixaram de esperar
Há palavras acesas como barcos
E há palavras homens,palavras que guardam
O seu segredo e a sua posição

Entre nós e as palavras,surdamente,
As mãos e as paredes de Elsenor

E há palavras e nocturnas palavras gemidos
Palavras que nos sobem ilegíveis À boca
Palavras diamantes palavras nunca escritas
Palavras impossíveis de escrever
Por não termos connosco cordas de violinos
Nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar
E os braços dos amantes escrevem muito alto
Muito além da azul onde oxidados morrem
Palavras maternais só sombra só soluço
Só espasmos só amor só solidão desfeita

Entre nós e as palavras, os emparedados
E entre nós e as palavras, o nosso dever falar.


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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Frase do DIA...




"Se Brasília fosse bom, o Oscar Niemeyer morava lá."






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