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Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.GEDEÃO

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Mostrando postagens com marcador casal. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O que eles pensam



Um guia para ajudar as mulheres a entenderem melhor o comportamento dos homens




Homens são práticos e agressivos, fogem do acasalamento, demarcam território. O senso comum diz que é mais ou menos assim que eles se comportam. Para tudo, no entanto, há uma explicação. A ciência explica, por exemplo, o impulso de olhar para um rabo de saia e até a necessidade que eles têm de impor ordem e respeito.

Depois dos homens terem descoberto, aqui no Maisde50, algumas coisas essenciais sobre as mulheres, é a vez delas de entender um pouco mais sobre o cérebro masculino. Passando por seu instinto protetor e pela vontade de casar – sim, eles querem! – o site Live Science fez uma lista de 10 coisas sobre os homens que as mulheres têm que saber.

Seguidamente, você vai ver que vale a pena navegar por esse universo nada desconhecido.

Emoções escondidas. O sexo feminino tende a ser considerado o mais emocional, mas homens também são bastante emotivos. Durante a infância, meninos têm mais reações e expressões emocionais que meninas. Homens adultos também têm reações emocionais ligeiramente mais fortes, mas apenas enquanto eles ainda não sabem de seus sentimentos. Uma vez que o descobrem, costumam encobri-los. Uma vez que eles tomam consciência da emoção, no entanto, a suprimem e fazem cara de paisagem. Quando crianças, meninos aprendem a esconder emoções que a cultura considera pouco masculinas. Sufocar essas emoções também estimula a famosa reação do “bater ou correr”. No entanto, há teorias de que a reação forte de um homem e a conseqüente supressão da emoção podem prepará-lo para lidar melhor com ameaças.

Mulher faz bem. Todos sabem que ficar sozinho não costuma ser bom para ninguém, mas em homens mais velhos o efeito é agravado. Como eles tendem a se expressar e se abrir menos que elas, a solidão acaba se exacerbando e isso tem um custo para os circuitos cerebrais relacionados à sociabilidade. Por outro lado, viver com uma mulher pode trazer benefícios. Homens em relacionamentos estáveis geralmente são mais saudáveis, vivem mais tempo e têm níveis hormonais que podem indicar queda de ansiedade. E elas ainda podem ser boas para as gônadas. Em um estudo publicado na revista Biology of Reproduction (Biologia da Reprodução, em tradução livre), camundongos machos que viviam com fêmeas eram mais férteis, e por mais tempo, que seus primos isolados.

Empatia e foco. Mulheres são mais afetuosas e homens são mais práticos, é o que se costuma dizer por aí. Mas não é bem assim. Ao ficar sabendo dos problemas de alguém, homens sentem, sim, preocupação e solidariedade pela pessoa, mas a parte de seu cérebro responsável por “dar um jeito nas coisas” logo assume o controle. Por isso, enquanto elas tentam consolar e demonstrar que estão ali para ajudar, eles estão mais empenhados em encontrar uma solução. E só tenta resolver um problema quem se importa, é bom que as mulheres saibam.

Não é canalhice. Todo mundo culpa a testosterona pela agressividade e pela hostilidade masculinas, mas se esquecem que ela também é o hormônio da libido. Uma pesquisa feita na Universidade de Columbia, em Nova York, apontou que este hormônio, que é seis vezes mais forte no homem que na mulher, prejudica a região do cérebro responsável por controlar impulsos. Por isso, eles são cientificamente incapazes de resistir a olhar para um rabo de saia.

Sempre de guarda. O homem defende seu terreno. Desde o começo da vida, na maioria dos animais, o macho é responsável por tomar conta do território enquanto a fêmea cuida da família. A evolução tratou de fixar estes comportamentos e, por isso, mulheres tendem a ser possessivas e os homens a ficar agressivos quando seu lugar (seja ele físico, como a casa e o trabalho, ou abstrato, como os amigos ou a família) parece estar sob ameaça. Ele é evolutivamente programado para tomar conta de suas terras. Além disso, a área do cérebro responsável por “defender a grama” é maior neles que nelas.

Gostam de hierarquia. A instabilidade pode aumentar consideravelmente o nível de ansiedade de um homem. Já uma cadeia de comando bem estabelecida e estruturada, a exemplo da encontrada em organizações militares e em muitos locais de trabalho, ajuda a reduzir os níveis de testosterona e, consequentemente, a agressividade masculina. A preocupação em estabelecer a ordem começa já na infância, por volta dos seis anos. Meninos estão sempre tentando colocar um ao outro para baixo, buscando demonstrar sua própria superioridade e deixar claro quem é que manda.

Idade traz cooperação. O homem compete por status e parceiras na juventude e se esforça para fortalecer laços na maturidade. A competitividade parece perder a atração com o passar dos anos e a chegada dos fios grisalhos. Em vez disso, eles prestam mais atenção nos relacionamentos e em melhorar as comunidades das quais fazem parte. Esta mudança se deve à redução de testosterona que acontece com o envelhecimento. Um estudo publicado na revista Hormones and Behavior (Hormônios e Comportamento, em tradução livre) em 2009 sugere que homens com altos níveis do hormônio tendem a se desempenhar melhor no “mano-a-mano”, enquanto aqueles com níveis mais baixos funcionam melhor trabalhando em equipe.

As mudanças da paternidade. Nos meses antes de se tornar pai, o cérebro do homem se condiciona para cooperar com a mãe e passa a estimular o comportamento paternal. Este é um dos primeiros passos para a mudança explicada no tópico anterior. Isto se deve a uma mudança hormonal que envolve uma queda na produção de testosterona e pode ser estimulada pelos feromônios exalados pela mãe.

Brincadeira de papai. Muitas mães condenam o jeito dos pais de brincar com seus filhos, mas isto é bom para as eles. A aspereza, as provocações e a espontaneidade podem ajudar as crianças a aprenderem melhor, ter confiança e se preparar para o mundo real. Além disso, pais envolvidos ajudam a diminuir o risco de comportamento sexual nos pequenos. Pais que participam ativamente da criação dos filhos têm níveis mais baixos de testosterona, o que os deixa mais calmos. Crianças humanas estão entre as que mais precisam de cuidados no mundo animal e bons pais garantem sua sobrevivência – e, consequentemente, de seus genes.

Sem medo do altar. O pensamento comum é de que mulheres querem se casar e levar uma vida tranquila, enquanto homens querem viver aventuras e ter um estilo agitado e selvagem. Isso é apenas um equivoco baseado nas muitas pesquisas feitas nos EUA que usaram como cobaias homens jovens, geralmente universitários. Um estudo publicado em 2007 na Proceedings of the Royal Society (Procedimentos da Sociedade Real, em tradução livre) descobriu que a infidelidade ocorre mais antes dos 30 anos, mas depois a atenção masculina se volta para a construção da família e de seu bem estar. Há aqueles que têm dificuldades para se comprometer, mas são casos individuais. Muita gente pode dizer o contrário, mas eles querem, sim, subir ao altar e ouvir os sinos do casamento.



Recebido por e-mail do site http://maisde50.com.br/



Posted by 1lindomenino

Dated27dez2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sexo cansa


Leitora reclama da disposição do marido, diz que prefere outras atividades e pergunta o que fazer

"Tenho 52 anos e meu marido está com 59. Estamos juntos há quase 30 anos e temos dois filhos já adultos. Eu sou assistente social, ainda trabalho e muito. Ele é engenheiro e também ainda trabalha. Apesar de aposentado, mantém um escritório. Vivemos bem. No entanto, temos um problema. Apesar da idade, ele ainda me procura muito e quer sexo quase todos os dias. Eu não tenho mais esse fôlego nem lubrificação. A verdade é que eu prefiro não fazer mesmo sexo.

Uma vez por mês seria o ideal. Sexo não é tudo, eu digo sempre a ele. Mas ele insiste e, às vezes, nós discutimos. Penso que ele poderia ser mais compreensivo. Mas a verdade é que eu me pergunto de onde vem tanta disposição. Não sei se ele toma algum remédio, nunca achei nada nas coisas dele. Mas isso não me parece normal para um homem de quase 60 anos.

Penso até que ele tem amantes, já que eu não correspondo. Mas isso na verdade não me incomoda tanto. Pelo menos assim, eu fico liberada. Ele faz sexo ‘na rua’ e eu não tenho dor de cabeça. Minhas amigas dizem que eu sou louca, que eu deveria aproveitar o tesão que ele tem por mim. Sinceramente? Eu prefiro fazer outras coisas. O que a senhora acha?"
Helena

Confira a resposta da psicóloga Ana Fraiman*



Você tem o mérito de falar com muita franqueza de uma situação que se faz presente em muitas casas, mas sobre a qual poucos falam. Parabéns por escancarar o jogo e nos ajudar a desmistificar os casamentos.

O ideal de que os casais se completem sexualmente é muito recente. Até o início do século passado mal se esperava que os casais tivessem prazer um com o outro. Primeiro que a mulher nem sabia que tinha direito ao prazer. Segundo, mesmo que soubesse, era educada a calar a boca e nunca se recusar ao seu marido. O que importava era que ela o satisfizesse. Longe do que hoje se entende por ‘satisfazer’ ao seu marido, pois também ele era educado para ter uma mulher com quem gerar filhos e outra com quem se divertir e extrair prazer da atividade.

Corria, à boca solta, a expressão: dama na sociedade e puta na cama! Nem sempre ambas se tratavam da mesma pessoa! Havia coisas que não se fazia com as próprias esposas, porque seria até considerado desrespeito. Então, os homens procuravam outras fora de casa, como a coisa mais natural do mundo.

Isso durou até uns 40, 50 anos atrás. Na história social do sexo, isso é bem pouco tempo. Tratado desse jeito, sexo era uma questão de obrigação: para fazer filhos em casa (por que os de fora eram considerados bastardos e não tinham os mesmos direitos que os legítimos, havidos pelo matrimônio) e para servir ao marido. São muitas as histórias em que a mulher perguntava ao marido após servir a ceia: O senhor pode me informar se hoje serei de vossa serventia?

Caso ele dissesse que sim, ela tomaria um banho. Se não, daria graças a Deus e iria dormir feliz e satisfeita, aliviada por não ter que se sujeitar àquelas coisas nojentas que ele tanto esperava dela e que ela fazia submissa, só para não deixá-lo mais nervoso ainda e rezando para ele acabasse logo, querendo morrer por estar ali.

Parece negro esse quadro? Pois era assim para a grande maioria dos casais. Pergunte-se às mães, tias e avós de não tão antigamente e ouçam as suas histórias. Sexo era uma provação. Não era de estranhar que as mulheres detestassem fazer sexo e que os homens preferissem fazer com as outras. Na rua, como você diz, ou dentro de casa mesmo, com as empregadas, de quem se esperava, também a prestação desse tipo de favor, senão... Rua!

Os homens que têm hoje seus 50, 60 anos, a maioria teve sua iniciação sexual com as empregadas da própria casa, da casa das tias e dos pais dos amigos, quando estavam viajando. Daí a festa rolava. A maioria das mulheres começou a fazer sexo com seus noivos ou maridos, sentindo muita vergonha, culpa e medo de ser descoberta. Ambos, homens e mulheres, aprenderam tudo muito mal aprendido e muitos casais ainda trazem em seu íntimo as seqüelas de uma vida sexual iniciada aos trancos e barrancos, sem amor e sem qualquer tipo de orientação.

Não sei se isso a levou, como a tantas mulheres que nasceram antes dos anos 60, a inibir sua vontade de sexo e a achar que aos 50, 60 anos os desejos já devessem estar arrefecidos.
Claro que os apetites são menos vorazes, mas as pessoas que superaram as dificuldades iniciais continuam a gostar de sexo até além dos 80 e, se for ver, até depois dos 90 anos de idade. Também quando os seus companheiros não foram jeitosos, foram muito afoitos e, direto ao pote, as mulheres se sentiram muito abusadas e mal amadas. Doía muito e os carinhos, a preparação, o clima, pouco era considerado. Homem não tinha paciência para isso não e mulher se defendia com as célebres ‘dores de cabeça’. Sexo era meter, meter, meter. Virar para o outro lado e a mulher... Oras, a mulher. Virava para o lado e chorava, sem coragem de mudar.

Muitas também conseguiram mudar. Conversaram com seus médicos, buscaram psicoterapia, aconselhamento de casal, orientação sexual e... Nossa, o sexo tornou-se uma maravilha. Mas a maioria desistiu. Sexo sem cuidado, sem enamoramento...? Deixaram para lá. Ou depois se masturbavam como forma de se aliviar. Às escondidas, claro. Mas, quando o sexo machuca e faz doer na alma, as pessoas se desinteressam mesmo. Sempre existem aquelas que não são ligadas em sexo, não fazem questão. Porém muita gente que pensa que não faz questão, é porque não conseguiu lidar direito com os traumas sofridos: no período de noivado, casamento ou até antes, por parentes e vizinhos, professores, os já conhecidos abusos sexuais. Só sei dizer que fazer sexo sem vontade equivale a um estupro. Então, como apreciar?!

O homem, por sua vez, tinha que provar que era macho e viril. Mandava ver toda noite e, por vezes durante o dia também. Quantidade era sinônimo de macheza. Era patético: nas festas, falando sobre sexo, ele com a cara toda sorridente, ela com cara de coitada. Isso era vida?! Mas muitos casais prosseguiram, mesmo que em ritmos e interesses diferentes, sem conversar, sem se esclarecer, sem se afinar.

Muita gente sente, sim, vontade de sexo, mas com aquela pessoa. Desejaria outra. E se a pessoa fica insistindo, piora. Começa a dar nojo. Irrita demais da conta. Vira uma relação tipo cabo de guerra: ele insiste, ela dá um chega pra lá. Ele sai humilhado, ela fica enraivecida. Nesse clima, sexo bom não rola mesmo. O que os homens deveriam aprender é que, insistir em fazer sexo, quando a mulher não está a fim, é o que há de pior. Homens que querem por que querem quase todas as noites, que cutucam e até acordar a mulher no meio da noite para montá-la, envenenam a relação, seja ela uma mulher mais quente ou menos interessada nisso. Insistir? Não deveriam.

Nenhuma esposa, porém, deveria usar do sexo para humilhar seu marido. Tipo premiá-lo: Ah, hoje você foi bonzinho para mim, fez o que eu queria, então vai rolar. Ou simplesmente comunicar, diretamente ou por gestos mais ou menos sutis: Hoje estou a fim. Aproveita. Sexo não deve ser usado como moeda de troca: Vou ceder, que é para ele não acordar de bico, amanhã de manhã. Ou: Vou aproveitar o dia em que ela está a fim, porque se não for hoje, sei lá quando teremos sexo de novo!

Se o casal faz ou não faz sexo entre si. Se ele sente mais necessidade ou pelo contrário, o fato é que, para aqueles que dialogam fica mais fácil de buscar orientação e decidir. Não é necessário que haja sexo entre um casal. Mas é necessário, sim, que o sexo não seja ruim, constrangedor nem doloroso de nenhuma maneira, para nenhum dos dois. Dessa forma, também não vejo, querida leitora internauta, que diferença faria se vocês viessem a fazer sexo somente uma vez por mês. A questão não é a freqüência, mas a plenitude ou o vazio do depois.

Se sexo junto faz vocês dois felizes, então lutem por mais. Mas não lutem um contra o outro e, sim, busquem uma forma que seja muito aprazível para ambos. Lutem pela qualidade do relacionamento. Não só na horizontal, como na vertical. Nessa idade mais velha, a qualidade do sexo depende muito mais da afetividade do que dos hormônios, lembre-se disso. Sexo acaba por muitas razões, mas o relacionamento, sendo importante e digno, merece ser mantido com muito empenho e carinho. Se ambos quiserem assim.

Quanto a ser louca, conforme suas amigas dizem, penso que não. Você tem o pensamento muito bem articulado, só está entregando o marido de bandeja para quem quiser pegar. É só você saber dos riscos. Em relação ao conselho, que você deveria aproveitar a disposição dele, isso me parece coisa de criança, porque em matéria de sexo e boa educação, sabendo usar, não vai faltar. Você vai aproveitar o que?! Isso me lembra o conselho de uma velha tia, já falecida, que há mais de quarenta anos atrás me aconselhou: Olha, minha linda, marido é que nem vaca. Você tem que tirar o leite dele todos os dias. Se não, vem outra, passa e se serve, hein? Que horror! Sabe que eu quase desisti de casar?!

*Ana Fraiman é psicóloga formada em Psicologia Social, especialista nas áreas clínica e social, com mestrado pela USP e, atualmente, cursa doutorado na PUC de São Paulo na área de Antropologia. Possui vários livros publicados, é articulista e Diretora da APFraiman Consultoria, empresa pioneira em Programas de Preparação para a Aposentadoria e Pós-carreira.

Ana Fraiman escreve semanalmente no Maisde50. Para enviar sua dúvida, envie um email para editora@maisde50.com.br



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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Jogo de sedução


Menos receosas, mulheres adotam novo comportamento na hora da conquista




Animais e seres humanos, todos usamos certos comportamentos para nos destacar perante nosso "objeto de desejo" a fim de conquistá-lo. Entre nós, certos padrões naturais de comportamento corporal acontecem nesses momentos. Por exemplo, o olhar. De início, quando há motivação por alguém que, para nós, se tornou significativo, o flerte funciona como primeiro canal. A mulher olha, o homem olha, um leve sorriso, e o caminho está aberto para, geralmente, o homem se aproximar.

O homem precisa dessa sinalização feminina. Há até um ditado popular que diz: "O homem pensa que escolhe, mas, quem escolhe, no fundo, é a mulher." E como, culturalmente, é o homem que tem que exercer o primeiro contato, essa sinalização o encoraja.

Hoje em dia, vencendo as forças culturais e até certas forças biológicas, a mulher também tem se motivado a fazer os primeiros contatos com o homem que lhe interessa porque, no fundo, sabe-se que o homem tem um profundo medo de ser rejeitado pela mulher. Sabe-se também que nada fere mais a sua virilidade do que ser recusado; por isso, muitas vezes, mesmo inclinado ele não irá porque, em dúvida, prefere não arriscar. Por esse motivo, os homens têm até gostado desse jogo da sedução começado pelas mulheres. Isso os poupa. Sabe-se também que são muito desconfiados. O medo faz isso. A mulher olha, sorri, e o homem, porque está com os sentidos confusos pelo medo, acredita, muitas vezes, que ela está sorrindo ou olhando para outro alvo.

Vencida essa etapa, ou concomitantemente a ela, o jogo continua. Elogios, atenção especial para o que o outro fala ou faz, pequenos toques ou afagos nas mãos ou rosto - esses são os jogos que dominamos racionalmente, isto é, usando a vontade ou o controle.

Outros jogos dizem respeito à linguagem corporal reflexa. Os homens, por exemplo, se arvoram, ficam com o peito mais aberto, braços mais curvados em direção à mulher numa demonstração de posse, musculatura mais à mostra. Nos animais também se observa isso. Se memorizarmos, por exemplo, um pavão, traremos uma imagem dele, abrindo toda a plumagem para seduzir a fêmea, numa clara demonstração de poder e charme. As mulheres tendem a virar os braços, mostrando a parte interna deles e a palma da mão , numa clara postura reflexa de entrega; adotam certos trejeitos de corpo e boca que sinalizam licença para o homem beijá-la, o tom de voz fica mais baixo e macio.

Em ambos, a respiração fica mais ofegante, há o clássico olho no olho dos enamorados, o mundo se dissipa. O alvo é um só e tudo se reduz àquela pessoa. Os dois tendem a se aproximar, os olfatos ficam apurados. Os apaixonados descrevem, com precisão, o cheiro um do outro. Isto tem uma explicação científica advinda dos feromônios, odor característico que duas pessoas atraídas sexualmente exalam uma para a outra.

Todas essas respostas, como são reflexas, como já falamos, ficam por conta da maravilhosa química corporal do desejo entre um homem e uma mulher; o jogo da sedução que a natureza providencia para que se cumpram os seus ditames.


Por Onete Santiago*


*Onete Santiago é psicóloga

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O ANIVERSÁRIO DA ESPOSA (PIADA... o que se passou, claro...!!!)


A esposa com o aniversario chegando joga uma indireta no marido:
- Amor, meu aniversário está chegando e quero um presente bem legal. Vou te dar uma pista: vai de zero a cem em menos de 5 segundos,
pode ser de qualquer cor.
No dia do aniversario a mulher encontrou um pacote no quarto com uma balança de banheiro cor de rosa,
novinha.
Ah, a propósito,
o marido continua desaparecido.


Enviado por: Silvinho

Agradecimento ao site
http://www.piada.com/



segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Ia pedir a noiva em casamento, mas o anel caiu



Jovens acabaram por ter sorte: a jóia ficou presa na ponte de Brooklyn



Um jovem norte-americano quase estragou um dos melhores dias da sua vida. Trey Turner, de 22 anos, ia pedir a sua namorada em casamento na ponte de Brooklyn, em Nova Iorque, quando deixou cair o anel.
Segundo o «Florida Today», os «pombinhos» tiveram muita sorte,
porque a jóia ficou presa num andaime de obras e não caiu ao rio.
Depois de ter recuperado o anel, lá veio o pedido. E a noiva, Kelsey Kramer, disse que sim. O casamento está marcado para Abril.


Agradecimento ao site http://www.tvi24.iol.pt/



Nota de 1lindomenino: que "mãos de MERDA"...!!! Por pouco perdia os anéis e a namorada... ai ai
Tb podia ter escolhido um local "menos perigoso" mas que fazer...?!
PARBO...!!!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Eu sou a outra



Ele seria perfeito se não fosse casado: as armadilhas que a condição de amante traz



"Estou passando por um problema de relação amorosa e não consigo resolver. Sou uma mulher viúva, independente financeiramente, tenho 47 anos e uma filha de 20. Mantenho um caso com um homem casado. Adoro estar com ele. Quando juntos, a nossa relação é perfeita em todos os sentidos, pois ele me complementa e me realiza como mulher. Ele seria o homem ideal para ser o meu marido, apesar de alguns defeitos, as suas virtudes superam.

Só que esses momentos são poucos e quando nos encontramos vamos sempre a motéis e quando chega a hora de ir embora a minha alegria acaba. Já faz mais de cinco anos que as coisas são assim e eu não consigo dar um fim nessa relação. No fundo no fundo gostaria de me relacionar mais com ele. Só que ele sempre deixou bem claro que a nossa relação não passaria desse estágio.

Por favor, me ajude! Apesar de tudo, ele tem sido um amigo, uma pessoa que me coloca pra cima, que me valoriza muito e me dá muito carinho. E com isso eu vou deixando passar o tempo. O que devo fazer?"


#####&&&####


A essa pergunta, o que você deve fazer, não tenho nada a lhe dizer. Penso até que você sabe a resposta e não gosta muito dela, não. Além do mais, também não acho que você está deixando passar o tempo, está mais é aproveitando o que o tempo tem lhe oferecido ao lado desse homem a quem tanto aprecia e que lhe faz tanto bem.

Cada casal, a cada relacionamento, estabelece entre si um tipo de contrato que vai reger a vida dos dois. Nem sempre as regras são explícitas. Diria que, no mais das vezes, elas são ocultas. Muitas vezes, num triângulo amoroso de longa duração, tal como se dá no caso de vocês, ‘a Outra’ entra para ajudar a manter o casamento. Pense bem.

No início do seu relacionamento com esse homem querido, é possível que você também não desejasse assumir uma relação por inteiro. Não sei se você era viúva recente ou se não desejava trazer um homem para sua casa, posto que houvesse uma filha adolescente, e muitas mulheres não querem assumir totalmente um relacionamento, enquanto seus filhos e filhas não se fazem adultos. O fato é que houve um ou mais do que um motivo forte para que você tivesse aceitado ser a terceira ponta desse triângulo.

Conhecendo-o melhor, passou a desejar ser a única mulher para ele. Mas ele não quer deixar a mulher dele e sempre foi assim. Se de início você aceitou tal condição, isso quer dizer que aceitou ajudá-lo a não deixar a mulher dele! Raciocínio lógico e cristalino. Agora, ou você mantém as cláusulas básicas desse contrato inicial, ainda que não totalmente satisfatório, ou você pega outro rumo e enfrenta a perda, mulher.

Esse negócio de achar que ele é o marido ideal para você, é meio duvidoso. Ele está sendo o marido ideal para ela, para a esposa dele, visto não querer largá-la de jeito nenhum, mesmo gostando de você pra caramba. Cuidado. Com você ele poderia não repetir a dose. Talvez uma das coisas que ele mais aprecie em você seja exatamente essa colaboração que você presta para que esse casamento que ele mantém continue se sustentando.

Nem sempre os motivos que nos levam a dar início a um relacionamento são suficientes para dar continuidade a ele, no entanto. Quem sabe o quanto anda satisfeita ou não, o quanto agora deseja manter um caso na clandestinidade ou gostaria de ter um romance às claras, procurar um novo parceiro com quem reconstruir um futuro, é você.

Eu só posso dizer que, se o que existe entre vocês é amor de verdade, vocês ficarão juntos até que esse amor assim o exija, porque quando a gente ama pra valer, separar-se do ser amado, por conta do dever, equivale a morrer em vida. Dói demais. É como se a gente tivesse que matar esse amor em nosso coração, é como se a gente morresse para o coração do ser amado. E isso chega a dar um desespero que beira ao insuportável. Há quem mude até de país para dar conta de tamanha dor de separação, pois dor de amor não se trata à base da razão.

O tempo, no entanto, se incumbe se transformar as coisas e as situações. Não porque o amor mude. Mas porque as pessoas mudam. Um dia, isso que você está vivendo também se acaba. Até lá, viva, aproveite e agradeça. Minimamente, um amante amigo, ah, é um grande presente que a vida nos oferece.

ANA FRAIMAN *


*Ana Fraiman é psicóloga formada em Psicologia Social, especialista nas áreas clínica e social, com mestrado pela USP e, atualmente, cursa doutorado na PUC de São Paulo na área de Antropologia. Possui vários livros publicados, é articulista e Diretora da APFraiman Consultoria, empresa pioneira em Programas de Preparação para a Aposentadoria e Pós-carreira.

Ana Fraiman escreve semanalmente no Maisde50. Para enviar sua dúvida, envie um email para editora@maisde50.com.br



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domingo, 22 de agosto de 2010

Anedota, Consultório Médico

Coisa "bravas" da vida...

Pergunta a médica:

- A senhora costuma falar com o seu marido, a seguir às relações sexuais?

- Se estou bem disposta e tenho um telefone a jeito, falo sim.




Agradecimento ao site http://www.estranho.com/

sábado, 14 de agosto de 2010

Pijama Amassado (a "Piadinha" habitual no 1lindomenino...)


A jovem de 18 anos foi passar o fim de semana na casa dos avós.
Quando chega a noite a moça vai para seu quarto, tira toda a sua roupa e deita na cama.
A sua avó entra no quarto e pergunta assustada:
O que é isso minha neta?
Isso o que vovó?
Você aí sem roupa...
Não vovó, estou usando o pijama do amor. - Responde a jovem.
Puxa, que legal... - Diz a velhinha.
Chega outra noite, o velhinho entra no quarto e vê a velhinha nua.
O que é isso mulher ? - Pergunta o velho.
Isso o que meu velho?
Você aí, deitada sem roupa?
E a velha responde:
Não estou sem roupa, estou usando o pijama do amor...
E o velho responde:
Pelo menos podia ter dado uma passadinha nele, né?





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domingo, 1 de agosto de 2010

PIADA DE CASAL (como....?!)


Uma dessas manhãs, o marido acorda e vira-se para a mulher, dá um beliscão na bunda dela e diz:

-Se você fizesse exercício para firmar essa bundinha, poderíamos nos livrar dessas calcinhas.

A mulher se controlou e achou que o silêncio seria a melhor resposta.

No outro dia o marido acorda, dá um beliscão nos seios da mulher e diz:

-Se você conseguisse firmar essas tetinhas poderíamos nos livrar desse sutiã.

Aquilo foi o limite, e o silêncio definitivamente não seria uma resposta.

Então ela se virou, agarrou no pênis do marido e disse:

-Se você conseguisse firmar esse pauzinho, poderíamos nos livrar do carteiro, do jardineiro, do personal trainner, do meu chefe e até do seu irmão.




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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Mulher de 108 anos reencontra marido de 38


O homem esteve internado numa clínica para reabilitação de toxicodependentes



Uma mulher da Malásia, com 108 anos, reencontrou-se com o marido, esta semana, depois de um ano de separação. O detalhe, avança a France Presse, é que o marido tem apenas 38 anos.

Ainda de acordo com a France Presse, o homem esteve internado durante um ano num centro de reabilitação para toxicodependentes para fazer tratamento. O reencontro aconteceu na última quinta-feira.

«Estou feliz que meu marido tenha voltado. Estou feliz que estamos juntos novamente, porque gosto muito dele», disse a mulher a um jornal local citado pela France Presse.

«Voltaremos a nossa vida normal e cumprirei com meu dever de esposa, como qualquer outra mulher», prometeu.

Wook Kundor casou-se com Muhamad Nur Che Musa, 70 anos mais novo, em 2006. Era o 23º casamento de Wook.



Agradecimento ao site http://www.tvi24.iol.pt/



Nota de 1lindomenino: "... cumprirei com o meu dever de esposa..." - disse ela. Rsrs...

Estava a ver que ela não queria lavar mais as peúgas ao homem, nem fazer a comidinha... !!!

As "coisas" por que um homem "passa na vida"... rsrs

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Matou a mulher porque sonhou que ela o traía (TOMA...rsrs)


Indivíduo foi condenado a prisão perpétua por homicídio



Um romeno, residente na Grã-Bretanha, foi condenado a prisão perpétua pelo homicídio da mulher, depois de ela o ter traído... em sonhos.

Florin Codreanu estrangulou a mulher, Marie, durante uma discussão, logo após acordar, informa a BBC.

De acordo com os advogados de defesa, Codreanu estava a passar por um período de stress, pois temia perder o emprego. Além disso, acreditava que a mulher tinha um caso e que o ia deixar.

Durante a leitura da sentença, a juíza classificou o caso como «trágico».

«Não há nada que sugira que vocês não eram felizes até ao fim-de-semana em que algo desconcertante aconteceu. A sua mulher morreu nos seus braços», afirmou a juíza.




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Nota de 1lindomenino: pobre romeno que "era CORNO em sonhos"...!!! Já agora, que matou a mulher, ESPERO que o tenha sido MESMO: e uma cornadura BEM GRANDE...!!!

Cabrão... rsrs

segunda-feira, 12 de julho de 2010

PIADA DE CASAL (como?! quando?!onde?!...)


No teatro, o marido não para de gargalhar.

A mulher pergunta o que está acontecendo.

- Estou pensando em que reação teria o público se de repente eu saltasse lá no palco e violentasse uma das bailarinas.

Dali a pouco, a mulher começa a rir e ele é que pergunta por quê.

- Pensei no que você faria se o público gostasse e pedisse bis!




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domingo, 11 de julho de 2010

O que as mulheres querem - As queixas mais comuns quando assunto é sexo e casamento


Nas novelas e nos comerciais de margarina, os casamentos são quase sempre felizes e sem conflitos. O que se vê na TV ou nas revistas, no entanto, pouco tem a ver com a realidade entre quatro paredes. No dia-a-dia, homens e mulheres têm visões diferentes sobre a vida a dois, encaram frustrações e tentativas mal sucedidas, e o sexo feminino, em grande parte, carrega mais ressentimentos e insatisfações.

A conclusão é da psicóloga Giovana Dal Bianco Perlim, coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Regional da Bahia, que há mais de 20 anos estuda as questões de gênero.

A grande queixa das mulheres é que sobra trabalho e falta afeto dentro de casa, revela o estudo de Giovana, defendido na Universidade de Brasília (UNB). "As mulheres ainda sentem que existem regras diferentes, e essas regras trazem limitações nos espaços sociais. Elas sentem que são pouco compreendidas nas suas necessidades afetivas e que não são valorizadas no seu esforço de dar conta da casa, dos filhos e do trabalho", diz a psicóloga.

A culpa de tamanho descompasso entre os sexos tem dono. Segundo Giovana, a mídia ainda insiste em divulgar imagens irreais sobre a vida a dois. "As pessoas continuam se casando como nos contos de fadas: casaram-se e foram felizes para sempre utilizando claramente um modelo romântico de relacionamento. Cada vez mais a sociedade padroniza como deve ser o casamento perfeito sem ensinar como dar conta de tamanha tarefa", opina a especialista.

Se as expectativas se distanciam da realidade, o resultado ganha a forma de frustração, que vem de ambas as partes. "Enquanto as mulheres relacionam o casamento a um local para intimidade, sexo e romantismo, os homens vinculam a união a família, filhos e aconchego. É claro que se as expectativas são diferentes, elas conflitam na forma como cada cônjugue vai entender a satisfação no casamento. E, nesse sentido, a mulher tende a frustrar-se mais com o projeto romântico do casamento do que o homem", define.

Embora o "Felizes para sempre" esteja mais para Hollywood, nem tudo são espinhos na vida a dois. Existem caminhos que levam à felicidade conjugal, e um deles, como aponta Giovana, é concordar sobre questões fundamentais para ambos.

Outra característica de casamentos felizes é o exercício de poder de forma igualitária. "Ambos devem sentir que são igualmente valorizados e respeitados pelo outro, possuindo as mesmas oportunidades e fazendo valer as mesmas regras. Mesmo que um seja melhor em alguma coisa, isso não significa que o outro deva ser desvalorizado. Apenas significa que eles possuem diferentes especialidades sem que elas impliquem na desqualificação do parceiro", diz Giovana.

Mas essa realidade não surge sem esforço. Além de frear as expectativas, é preciso gastar energia, tijolos, paciência e todo o estoque de afeto para construir o relacionamento. "Um projeto que tenda ao amor companheiro em vez do amor romântico, que questione os modelos vigentes, em que cada um construa a sua felicidade, de acordo com o que serve para si", sinaliza Giovana.



Da redação

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domingo, 20 de junho de 2010

SARAMAGO HISTORIA DE AMOR

Historia de amor Saramago y Pilar. Las mañanas de cuatro. Un cachito de entrevista...

(Vídeo info)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Uma PIADINHA "bem soft"... rsrs: Nojo


Um cara mascarado entra armado num banco de esperma.
- Abra esse cofre! - ele grita para a mulher que está atrás do balcão.
- Mas isso não é um banco normal, nós não temos dinheiro, isso é um banco de esperma - grita a mulher, desesperada.
- Não quero saber, abra esse cofre senão vou explodir sua cabeça!
A mulher então obedece ao assaltante e, quando abre a porta do cofre, ele diz:
- Pegue uma dessas garrafas e beba inteira.
Ela chora, implora, mas acaba tendo de abrir o lacre e tomar todo o conteúdo.
- Pegue outra e tome de novo!
Então ela bebe, de novo.
De repente o cara tira a máscara e, para surpresa da mulher, era o seu próprio marido.
- E então - ele diz - não é tão difícil assim, né?




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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Ausência



Ontem à noite, melancólico e saudoso, enquanto escrevia uma longa carta de amor à minha mulher viajante, olhei sem querer para a mão esquerda e comecei a achá-la enfadonha e irrelevante.

Ali parada sobre a tábua da mesa, sem função nenhuma, era um apêndice besta, carecido de utilidade, boba mesmo, comparada com a outra direita, esperta e próspera. Antes que este fato tomasse por demais minha atenção e, considerando que sou homem prático e decidido, resolvi então eliminá-la.

Sobre o cepo de rachar cavacos, depositei-a inerte, branca, unhas por fazer e, sacando da bainha o facão, tchooooomp.

Fora um golpe de mestre, digno mesmo da minha proverbial habilidade. Ao vê-la ali prostrada e sozinha, quase senti pena, mas nem um pingo de arrependimento. Afinal, exigia trabalho extra e a maior parte do tempo vivia encolhida e suada dentro do bolso, sempre a imaginar coisas.

Porém, previdente e parcimonioso que sou, a exemplo de meu avô marceneiro, diligente catador e colecionador de objetos inúteis, resolvi mantê-la guardada. Quem sabe um dia, um penduricalho de colo, um enfeite de mesa, peso de papéis, sei lá, farei uma bobagem qualquer. Bem feito! Não tangia serrote, não mexia panela, não tirava sapato, nem coçava, nem nada. Bem feito mesmo!
Hoje estou feliz, mais leve, menos preocupado com coisas inúteis.

Além disso, e mais por isso talvez, acabo de receber telegrama da minha mulher que inesperadamente retorna de sua longa viagem!

Apresso-me, calço-me de sapato novo e dirijo rápido como o vento, rumo à rodoviária.

Olhem só, lá está ela, linda como sempre com seu indefectível lenço de seda , dentes alvos à mostra, sorrindo aquele mesmo e delicioso sorriso, um pouco mais gorda talvez. Lá vem ela! Mala abandonada no chão, beija em minha boca, gruda em meu pescoço. Afastando-se um pouco, mãos sobre meus ombros, olha-me de alto a baixo e de repente empalidece. Uma sombra gigantesca ataca seu rosto e murcha sua boca. Sua ampla testa se enruga, os braços penduram-se no corpo voluptuoso.

A volta para casa é longa e silenciosa. Responde monossilabicamente à minha ansiedade de conhecer suas andanças, olha-me apenas de soslaio. A chegada em casa é pior ainda. Aos cães, há tempos sentindo sua falta, dirige apenas um afago breve e desprovido de entusiasmo, para em seguida trancar-se no quarto.

Que diabos é isso agora? Não posso compreender. É certo que estou um pouco mais velho, a barba longa demais, mas não considero motivos suficientes para tanto e tão prolongado constrangimento. Será que é o que eu estou pensando? Será que ela teria notado, em sua perspicácia, a falta daquele... Não é possível! Não é possível! Será?

Bem, pelo sim e pelo não, não me custará nada. Posso aproveitar seu banho e arrumação das roupas, para recolocar aquele traste de mão em sua posição original. Sim é isso mesmo! Uns pontos aqui, outro remendo ali, depressa! Pronto! Mais um serviço bem realizado. Na verdade uma obra de arte.

Entro sem ruídos. Na obscuridade vespertina do quarto ela vira-se para mim e, buscando ansiosamente com o olhar a mão reimplantada, fixa demoradamente seu olhar na aliança de ouro. Seu rosto resplandece como nunca visto antes. Então, esticando os braços abertos em minha direção e sorrindo novamente, cobre-me generosamente com sua magnífica e desejada nudez.


José Roberto Hofling

José Roberto Hofling
(08/11/1942) mora em Paulinia, no interior do Estado de São Paulo. Além de escrever é artista plástico e fotógrafo. Não tem livro publicado.



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quarta-feira, 2 de junho de 2010

PIADINHA "bem apimentada"... Sexo dentro de Casa




As três formas de fazer sexo dentro de casa:
1) Na casa inteira - Típico dos recém-casados, fazem sexo na cozinha, no banheiro, na sala, no quarto etc...
2) No quarto - Típico dos casais que já estão juntos há algum tempo, fazem sexo apenas no quarto.
3) No corredor - Típico dos casais que já estão juntos há muito tempo, eles se encontram no corredor e um diz para o outro: "Vá se foder!"


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terça-feira, 1 de junho de 2010

Conselheiro matrimonial sugere traição para «salvar» casamento


Casal decidiu processar o terapeuta em 6,5 milhões de euros pelos danos causados



Um casal norte-americano decidiu processar o seu conselheiro matrimonial, exigindo-lhe 6,5 milhões de euros, por este aconselhar o esposo a trair a mulher como forma de «salvar» o casamento, avança o «New York Post».
De acordo com o casal, Jeffrey Mechanic considerou que a esposa de Guido Venitucci não conseguiria ser uma boa mulher, tendo incentivado Guido a encontrar o prazer noutras camas.
O conselho foi seguido à risca, mas não tardou para que os remorsos viessem à tona.
Depois de dez anos de casamento, o casal quase se separou.
A última tentativa para manter os laços matrimoniais foi feita sem conselheiros e ao que parece está a correr muito melhor e ainda lhes pode dar lucro.


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Nota de 1lindomenino: este MÉDICO é BOOOMMMMMMMMMM... rsrs

sábado, 29 de maio de 2010

Anedota, Vida Conjugal


A mulher, péssima cozinheira, choraminga para o marido:

- Querido, aquele bife à... sniff... à parmegiana que eu fiz para você... sniff...

- O que aconteceu com ele, meu bem?

- O cachorro... sniff... comeu! Buáááá...

- Meu bem, não fica triste não! Não precisa chorar só por causa disso. Amanhã, eu compro outro cachorro para você!



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