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Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.GEDEÃO

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terça-feira, 27 de abril de 2010

Ciúme



Ciúme



A ditadura é a forma mais acabada do ciúme
Curzio Malaparte


Despreza-se um homem que tem ciúmes da mulher, porque isso é testemunho de que ele não ama como deve ser, e de que tem má opinião de si próprio ou dela
René Descartes


Nenhuma mulher considera o marido realmente inteligente se é ciumento; tenha ele motivo ou não para sê-lo

Th. Hippel





terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Três meses de prisão por usar fio dental

Foto da empregada quando contemplava o horizonte...!!!
Empregada de café pode ser condenada por exposição indecente




Uma empregada de café pode ser condenada a três meses de prisão por exposição indecente por trabalhar de fio dental, conta o G1.

O café onde Alyssa Hernandez trabalha, em Yakima, nos EUA, é conhecido pelas suas empregadas usarem roupas provocantes.

No entanto, o tribunal local considerou que a mulher de 21 anos foi longe demais e acusou-a.

A dona do «Dream Girls Espresso», Cheryl Clark, criticou a polícia, por considerar que se deviam preocupar com assuntos mais importantes.




Agradecimento ao site: http://www.tvi24.iol.pt/


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Cada um tem o que tem... (PIADA "católica"...)


Quatro mães católicas estão tomando chá juntas. A primeira, querendo impressionar as outras, diz:
- Meu filho é padre. Quando entra em uma sala, todos se levantam e dizem:
- Boa tarde, Padre.
A segunda não fica para trás. Comenta:
- Meu filho é bispo. Quando entra em uma sala todos se levantam e dizem:
- Sua benção, bispo.
A terceira, calmamente, acrescenta:
- Pois o meu filho é cardeal. Quando entra em uma sala, todos se levantam, beijam o seu anel e dizem:
- Sua benção, Eminência.
A quarta permanece quieta. Então, a mãe do cardeal, para provocar, pergunta:
- E o seu filho?
- Ah, meu filho..., suspira a quarta mãe. Meu filho tem 1,80 metro, pratica musculação e trabalha como striper. Quando ele entra em uma sala todo mundo olha e diz:
- MEU DEUS!!!...



Agradecimento ao site: http://www.aindamelhor.com/

sábado, 2 de janeiro de 2010

Psicóloga defende infidelidade masculina para ajudar casamento

Et maintenant: que vais je faire...?!...


Francesa defende em livro que homens sem casos extra-conjugais podem sofrer de «uma fraqueza de carácter»




A infidelidade masculina é boa para o casamento e deve ser praticada, garante uma das mais famosas psicólogas francesas, citada pela «BBC Brasil».

No livro «Les hommes, lamour, la fidélité («Os homens, o amor, a fidelidade»), que lançou recentemente, Maryse Vaillant refere que a maioria dos homens precisa do «seu próprio espaço» e que para eles «a infidelidade é quase inevitável».

De acordo com a autora, as mulheres podem viver uma experiência «libertadora» ao aceitarem que «os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais» e que a infidelidade é «essencial para o funcionamento psíquico» de muitos homens que não deixam por isso de amar as suas mulheres.

As declarações polémicas de Vaillant, divorciada há 20 anos, visam, segundo a própria, «resgatar a infidelidade», já que, assegura, «39 por cento dos homens franceses já foram infiéis às suas mulheres em algum momento da vida».

«A maioria dos homens não faz isso por não amar a sua mulher, eles simplesmente precisam de um espaço próprio», defende.

«Para estes homens, que são na verdade profundamente monogâmicos, a infidelidade é quase inevitável», sentencia.

A psicóloga vai mais longe ao afirmar que os homens que não têm casos extra-conjugais podem sofrer de «uma fraqueza de carácter».

«Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Estes homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem», conclui.



Agradecimento ao site: http://www.tvi24.iol.pt/




Nota de 1lindomenino: a psicóloga apresenta um estudo da sociedade Francesa e dos seus homens. Contudo, concordo com a maioria dos pensamentos que publicou no seu livro e, penso até, que ela tem uma dimensão do "problema" perfeitamente adequada à sociedade atual. C'est la vie... en rose...!!!



domingo, 27 de dezembro de 2009

Felicidade sentimental - Amor, paixão, maturidade emocional, sexo, amizade, e os fatores que definem o quanto você pode ser feliz


Por Flávio Gikovate*

O amor é um sentimento que faz parte da "felicidade democrática", aquela que é acessível a todos nós. É democrática a felicidade que deriva de nos sentirmos pessoas boas, corajosas, ousadas, etc. A "felicidade aristocrática" deriva de sensações de prazer possíveis apenas para poucos: riqueza material, fama, beleza extraordinária. Felicidade aristocrática tem a ver com a vaidade e é geradora inevitável de violência em virtude da inveja que a grande maioria sentirá da ínfima minoria.

É difícil definir felicidade: podemos, de modo simplificado, dizer que uma pessoa é feliz quando é capaz de usufruir sem grande culpa os momentos de prazer e de aceitar com serenidade as inevitáveis fases de sofrimento. É impossível nos sentirmos felizes o tempo todo, mas os períodos de felicidade correspondem à sensação de que nada nos falta, de que o tempo poderia parar naquele ponto do filme da vida.

Apesar de ser acessível a todos, o fato é que são muito raras as pessoas que são bem sucedidas no amor. Ou seja, devem existir um bom número de requisitos a serem preenchidos para que um bom encontro aconteça. Não tem sentido pensar que a felicidade sentimental se dê por acaso; não é bom subestimar as dificuldades que podemos encontrar para chegar ao que pretendemos; as simplificações fazem parte das estratégias de enganar pessoas crédulas.

O primeiro passo para a felicidade sentimental consiste em aprendermos a ficar razoavelmente bem sozinhos.Trata-se de um aprendizado e requer treinamento, já que nossa cultura não nos estimula a isso. Temos que nos esforçar muito, já que os primeiros dias de solidão podem ser muito sofridos. Com o passar do tempo aprendemos a nos entreter com nossos pensamentos, com leituras, música, filmes, internet, etc. Aprendemos a nos aproximar de pessoas novas e até mesmo a comer sozinhos. Pessoas capazes de ficar bem consigo mesmas são menos ansiosas e podem esperar com mais sabedoria a chegada de amigos e parceiros sentimentais adequados.

Temos que aprender a definir com precisão nossos sentimentos. Nós pensamos por meio das palavras e se as usarmos com mais de um sentido poderemos nos enganar com grande facilidade. Cito, a seguir, alguns dos conceitos que tenho usado e o sentido que a eles atribuo.

Amor é o sentimento que temos por alguém cuja presença nos provoca a sensação de paz e aconchego. O aconchego representa a neutralização do vazio, da sensação de desamparo que vivenciamos desde o momento do nascimento. O aconchego é um "prazer negativo", ou seja, a neutralização de uma dor que existia - nos leva de uma condição negativa para a de neutralidade.

Amizade é o sentimento que temos por alguém cuja presença nos provoca algum aconchego e cuja conversa e modo de ser nos encanta. Segundo essa definição, a amizade é sentimento mais rico do que o amor, já que a pessoa que nos provoca o aconchego - apesar de que menos intenso e, por isso mesmo, gerador de menor dependência - é muito especial e desperta nossa admiração pelo modo como se comporta moral e intelectualmente.

Sexo é uma agradável sensação de excitação derivada da estimulação das zonas erógenas, de estímulos visuais e mesmo de devaneios envolvendo jogo de sedução e trocas de carícias tácteis. É evidente que a sexualidade envolve questões muito complexas, que não cabe aqui discutir. Quero apenas enfatizar que sexo e amor correspondem a fenômenos completamente diferentes, sendo que o amor está relacionado com o "prazer negativo" do aconchego e o sexo é "prazer positivo", já que nos excitamos e nos sentimos bem mesmo quando não estávamos mal; o amor nos leva do negativo para o zero, ao passo que o sexo nos leva do zero para o positivo.

Amor, sexo e amizade podem existir separadamente e também podem coexistir. A mesma pessoa pode nos provocar aconchego e desejo sexual mesmo sem nos encantar intelectualmente; nesse caso, falamos de amor e de sexo. Podemos estabelecer um elo de amizade e sexo sem o envolvimento maior do amor. Podemos vivenciar o sexo em estado puro, assim como o amor - como é o caso do amor que podemos sentir por nossa mãe, que independe de suas peculiaridades intelectuais e não tem nada a ver com o sexo.

A escolha amorosa adequada se faz quando o outro nos desperta o amor, a amizade e o interesse sexual. A essa condição tenho chamado de +amor, mais do que amor. Amigos são escolhidos de modo sofisticado e de acordo com afinidades de caráter, temperamento, interesses e projetos de vida (falo dos poucos amigos íntimos e não dos inúmeros conhecidos que temos). A escolha amorosa deverá seguir os mesmos critérios, sendo que a escolha depende também de um ingrediente desconhecido e indecifrável - porque escolhemos esse e não aquele parceiro? Não é raro que no início do processo de intimidade a sexualidade não se manifeste em toda sua intensidade. Isso não deve ser motivo de preocupação, já que faz parte dos medos que todos temos quando estamos diante de alguém que nos encanta de modo especial.

O medo relacionado com o encantamento amoroso é que determina o estado que chamamos de paixão: paixão é amor mais medo! Temos medo de perder aquela pessoa tão especial e do sofrimento que, nessa condição, teríamos. Temos medo de nos aproximarmos muito dela e de nos diluirmos e nos perdermos de nós mesmos em virtude de seus encantos. Temos enorme medo da felicidade, já que em todos nós os momentos extraordinários se associam imediatamente à sensação de que alguma tragédia irá nos alcançar - o que, felizmente, corresponde a uma fobia, ou seja, um medo sem fundamento real. As fobias existem em função de condicionamentos passados e devem ser enfrentadas de modo respeitoso mas determinado.

Esse é um exemplo da utilidade prática do conhecimento: ao sabermos que o amor - aquele de boa qualidade, que determina a tendência para a fusão e provoca a enorme sensação de felicidade - sempre vem associado ao medo, não nos sentimos fracos e anormais por sentirmos assim. Ao mesmo tempo, adquirimos os meios para, aos poucos, ir ganhando terreno sobre os medos e agravando a intimidade com aquela pessoa que tanto nos encantou.

Quando o medo se atenua, desaparece a paixão. Isso não deve ser entendido como o enfraquecimento ou o fim do sentimento amoroso pleno. Sobrou "apenas" o amor. O que acaba é o tormento, o "filme de suspense". Fica claro que a coragem é requisito básico para a vitória sobre o medo e a realização do encontro amoroso. O encontro é menos ameaçador quando somos mais independentes e capazes para ficar sozinhos; nossa individualidade mais bem estabelecida nos faz menos disponíveis para a tendência à fusão que é usual no início dos relacionamentos mais intensos. Quando o medo se atenua costuma aumentar o desejo sexual. Se o parceiro escolhido for também um amigo não faltarão ingredientes para a perpetuação do encantamento. Desaparece o medo mas não desaparecerá o encantamento, a menos que a única coisa interessante fosse o "filme de suspense" - e se for esse o caso é melhor que o relacionamento termine aí. No +amor assim constituído, o encantamento só desaparecerá se desaparecer a admiração. A admiração só desaparecerá se houverem abalos graves na confiança ou se tiver havido grave engano na avaliação do parceiro.

É evidente que ao longo de um convívio íntimo com uma pessoa com a qual temos muita afinidade surgirão também diferenças de todo o tipo. Não existem "almas gêmeas", de modo que nem todos os pontos de vista serão afinados, nem todos os hábitos serão compatíveis, etc. É o momento em que surge uma certa decepção e dúvidas acerca do acerto da escolha. É nesse ponto que percebemos que a escolha amorosa se faz tanto com o coração como com a razão: a admiração deriva de uma avaliação racional do outro, ainda que o façamos de modo camuflado porque aprendemos que o amor é uma mágica determinada pelas flechas do Cupido.

A avaliação da importância das diferenças que finalmente se revelaram determinará a evolução, ou não, do relacionamento. A serenidade na análise de situações dessa natureza só pode acontecer com pessoas portadoras de boa tolerância a frustrações e contrariedades. Assim, a maturidade emocional que se caracteriza pela capacidade de suportarmos bem as dores da vida é requisito indispensável para a felicidade amorosa.

É preciso muita atenção, pois o medo tende a se esconder atrás das dúvidas que derivam das diferenças no modo de ser do outro, do menor desejo sexual inicial e também das eventuais dificuldades práticas derivadas das circunstâncias da vida daqueles que se encontraram e se encantaram.

O medo é sempre presente e se formos mais honestos conosco mesmos saberemos melhor separá-lo de seus disfarces. É por isso que o conhecimento, que determina crescimento e fortalecimento da razão, é tão útil para que possamos avançar até mesmo nas questões emocionais. A coragem é a força racional que pode se opor e vencer o medo. Ela cresce com o saber e as convicções e também com a maturidade emocional que nos faz mais competentes para corrermos riscos e eventualmente tolerarmos alguns fracassos.

A maturidade moral dos que se amam é indispensável para que se estabeleça a mágica da confiança, indispensável para que tenhamos coragem de enfrentar o medo de sermos traídos ou enganados, o que geraria um dos maiores sofrimentos a que nós humanos estamos sujeitos. Não podemos confiar a não ser em pessoas honestas, constantes e consistentes. Assim sendo, este é mais um requisito para que possamos ser felizes no amor. Temos que possuir esta virtude moral e valorizá-la como indispensável no amado. Não há como estabelecermos um elo sólido e verdadeiro com um parceiro não confiável a não ser que queiramos viver sobre uma corda bamba.

São tantos os requisitos básicos para que o +amor se estabeleça que não espanta que ele seja tão incomum mesmo sendo uma felicidade possível para todos. Temos que nos desenvolver emocionalmente até atingir a maturidade que nos permita competência para lidar com frustrações. Temos que avançar moralmente para nos tornarmos confiáveis. Temos que ganhar conhecimento mais sofisticado e útil sobre o amor para que possamos ter uma razão geradora da coragem necessária para ousarmos nessa aventura. Temos que ter competência para ficar sozinhos para que possamos desenvolver melhor nossa individualidade e não nos deixarmos seduzir pela tentação da fusão romântica e a excessiva dependência, além de podermos esperar com paciência a chegada de um parceiro adequado.

As virtudes necessárias à felicidade sentimental são todas elas "virtudes democráticas", ou seja, acessíveis a todos e cuja presença em uns não impede que surjam nos outros - é sempre bom lembrar que o mesmo não acontece, por exemplo, com o dinheiro: para que uns tenham bastante é inevitável que muitos outros tenham pouco. As virtudes democráticas podem existir em todos aqueles que se empenharem no caminho do crescimento interior. Acontece que elas não são fáceis de serem conquistadas e nem se pode chegar a elas a não ser por meio de uma longa e persistente caminhada. Não existem atalhos e o trajeto pode demorar anos. O caminho é, por vezes, penoso mas ainda assim fascinante. Trata-se de uma densa viagem para dentro de nós mesmos, na direção do autoconhecimento.

Quando estamos prontos, o parceiro adequado acaba se mostrando diante de nossos olhos. Não precisamos nos esforçar, sair de nossas rotinas de vida e buscar ativamente o encontro amoroso. Tudo irá acontecer quando for chegada a hora e sempre é bom ter paciência, já que esperar com serenidade é uma das condições mais difíceis de vivenciarmos.

Se tudo isso lhe pareceu muito racional, lógico e frio, engano seu. Todos esses passos vão nos acontecendo sob a forma de emoções e vivências que se dão espontaneamente, sendo que as reflexões deverão servir apenas de roteiro para que não nos sintamos tão perdidos. Desde a adolescência experimentamos vários tipos de relacionamentos e deveremos ir aprendendo a entender tudo o que está nos acontecendo e todas as nossas ações e reações. Primeiro vivenciamos e depois devemos refletir sobre o que aconteceu.

Assim, não existe real antagonismo entre emoções e razão; uma complementa a outra. Reflexões adequadas e consistentes determinam avanços emocionais, que permitem reflexões mais sofisticadas, geradoras de avanços emocionais ainda maiores, e assim por diante. Estabelece-se um círculo virtuoso que deverá criar condições de felicidade sentimental para todos aqueles que seempenharem realmente na rota do crescimento emocional. A felicidade sentimental é a recompensa acessível a todos os que completarem o ciclo mínimo de evolução emocional.

*
Flávio Gikovate é psiquiatra



Recebido via e-mail do site: http://www.maisde50.com.br/

terça-feira, 20 de outubro de 2009

"MANEL" de novo no "seu VITÓRIA"... !!! BENVINDO, Amigo... !!!




Manuel Fernandes vai assinar por três anos


TÉCNICO RUBRICA CONTRATO NOS PRÓXIMOS DIAS




Manuel Fernandes chegou hoje a acordo com o V. Setúbal para assinar um contrato de três épocas, depois de rescindir com a U. Leiria, revelou à agência Lusa o seu advogado.

Pedro Afra adiantou que o treinador vai dar quarta-feira uma conferência de imprensa no Estádio do Bonfim, em Setúbal, pelas 15:30 horas, na qual dará conta das razões que o levaram a sair da U. Leiria e a abraçar um novo projecto no clube sadino, no qual foi jogador e treinador.

A proposta apresentada pelo Vitória seduziu Manuel Fernandes, "com quem decorriam contactos recentes", por se tratar de um projecto "global e sólido" e de "longo prazo", que lhe garante "estabilidade e a construção de uma equipa de raiz", disse o representante do treinador.

O técnico, cujo contrato com o V. Setúbal será formalizado nos próximos dias, já deverá orientar o treino de quinta-feira da sua nova equipa.

Para ir orientar a equipa sadina, Manuel Fernandes rescindiu hoje o contrato que o ligava à União, perdendo direito a 300 mil euros de prémio pela subida à Liga Sagres. A rescisão do contrato, que tinha vigência até ao final da corrente época, foi confirmada pela SAD da U. Leiria, que se manifestou surpreendida pela atitude do treinador e pela capacidade financeira do V. Setúbal.


Data: Terça-Feira, 20 Outubro de 2009 - 21:59



Agradecimento ao Site: http://www.record.pt/




Nota de 1lindomenino: BENVINDO a Setúbal e ao VITÓRIA, Clube que, sabemos, tens no coração. Que sejas MUITO FELIZ neste retorno a uma "casa" que conheces bem e na qual sempre foste "muito querido".



UM ABRAÇO desde o Brasil, "MANEL"... !!!



quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Infiéis por natureza


No ar na novela das 8, a traição é o tema da vez em todas as rodas


Norminha tanto deu voltas que o Abel desconfiou. O marido traído não pensou duas vezes: foi atrás da moça e deu o flagra. As cenas são da novela das oito, mas bem que podiam estar na casa ao lado. Na vida real. O tema ainda é tabu e causa muitos estragos, garante a antropóloga Mirian Goldenberg. Mesmo em tempos de relações cada vez mais curtas. Uma coisa é certa: os homens são sempre culpados.


O conceito de infidelidade está no livro "Infiel, notas de uma antropóloga", no qual Mirian Goldenberg esmiuça os vários aspectos que envolvem a traição, que ela estuda há mais de duas décadas. "Primeiro, realizei pesquisas qualitativas com amantes de homens casados. Em seguida, entrevistei homens casados que têm amantes. Por fim, fiz um estudo de caso com uma mulher que é a outra, seu amante, e todos os seus familiares. A infidelidade permanece como um problema não resolvido para mim", diz Mirian.



A questão pode estar mal resolvida, mas a razão da discórdia entre os casais está na infidelidade sexual, tratada como a verdadeira infidelidade. "Apesar das inúmeras mudanças dos casamentos, a infidelidade permanece como um valor, até maior em relações mais modernas e igualitárias", analisa Mirian.


Fosse na vida real, a história da Norminha e do Abel poderia estar invertida. Homens e mulheres traem na mesma proporção, segundo Mirian. "Muitos amam e desejam seus parceiros, mas querem experimentar novas emoções e sentimentos. Não querem terminar o casamento, mas ter liberdade para viver novas experiências, em grande parte apenas passageiras", afirma a antropóloga.


Quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência. As desculpas são tão antigas quanto a traição em si. Os homens dizem que traem quando passam por crises pessoais ou no casamento e, também, por uma suposta natureza poligâmica. As mulheres apontam o dedo na direção do parceiro. Eles não dão atenção, carinho, sexo ou romance suficientes. "Na traição, o homem sempre é culpado. É culpado quando trai, em função de sua natureza poligâmica. É culpado quando a mulher trai, em função de suas inúmeras faltas", avalia Mirian.


As mulheres também sofrem mais, quando são trocadas. Os homens não somente encaram com mais tranquilidade, como traem mais vezes a mesma mulher. Dor, ira e outras reações que a infidelidade provoca tem lá suas razões. "As pessoas querem se sentir únicas, especiais, insubstituíveis. Há o desejo de ser especial, de ser único, a pessoa que completa o parceiro em todos os níveis. A traição prova que elas não são o que fantasiam ser para o parceiro", explica Mirian.


No folhetim, Abel pode até expulsar a Norminha de casa. Mas a traição, segundo Mirian, só resulta em separação em cerca de 30% dos casos. "As mulheres são mais livres, mais independentes, exigem mais dos seus parceiros, não aceitam relações de subordinação ou casamentos insatisfatórios. O grande problema para os homens é que as mulheres cobram, entre aspas, demais. Se eles não as satisfazem, elas buscam outros para realizar seus desejos. Mas as mulheres não querem se dividir entre dois amores", avisa.


Recebido via e-mail do Site: http://maisde50.uol.com.br/

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Quando os ciúmes lhe estragam a vida


O ciúme não é sinónimo de amor. Meta bem isso na cabeça, não compactue com o ciumento e não deixe que o faça infeliz. Promete?


Podíamos dividir os ciúmes em ciúmes bons e ciúmes maus. Como o colesterol, em que o bom tem um papel útil e o mau acumula-se e entope as veias, impedindo que o nosso cérebro seja irrigado com a força de que necessita, ou soltando uma placa que, pang, nos funde os fusíveis.

Pensando bem, é mesmo assim com o ciúme. Numa dose muito suave significa que não tomamos o outro como certo, que sabemos que não devemos dormir em serviço, porque a conquista se faz todos os dias. É um mecanismo eficaz de vencer a preguiça de ir ao cabeleireiro, ou ao ginásio desfazer a barriga, que nos tira do sofá para um jantar à luz das velas, ou nos leva a passar pela florista antes de chegar a casa, porque acreditamos que há por aí «rivais» com tantas qualidades como as nossas, por quem justificadamente a pessoa que amamos se pode apaixonar.

Mas todo o cuidado é pouco, porque o verdadeiro ciumento transforma-se rapidamente numa pessoa controladora, agressiva e mesmo violenta, que se destrói a si mesmo e a todos que o rodeiam. Estupidamente, convencemo-nos de que estes sintomas são uma demonstração de amor e é fácil cair na esparrela de, pelo menos numa primeira fase da relação, os interpretar como sinais exteriores de uma paixão que lisonjeia.

Mas os ciúmes não têm nada a ver com o amor, um amor saudável e a sério, mas sim com um sentimento de posse, que rapidamente se pode tornar doentio, e levar inclusivamente à aniquilação do outro, seja em termos reais (os homicídios de mulheres em Portugal estão maioritariamente ligados a crimes passionais), ou pelo menos psicológicos, recordam os especialistas.

«É um erro pensar que o ciúme envolve sempre amor. Um homem que despreza a mulher pode mesmo assim sentir ciúmes, se mais alguém olhar para ela. O que lhe provoca este sentimento não é a paixão, mas um medo de a perder para um rival, a competição com o outro - é isso que o assusta», lembra Aron Ben-Ze´ev, filósofo da universidade de Haifa.

Na realidade, «Os ciúmes dizem muito mais de nós mesmos do que do nosso parceiro», explica um extenso dossiê sobre este tema publicado na edição de verão da Psychology Today (www.psychologytoday.com) e que vale a pena ler. São as nossas inseguranças, ligadas a traços de personalidade como a neurose, a instabilidade emocional, a falta de resistência à frustração, a raiva, a ansiedade e a depressão, entre outros, que nos levam a imaginar em cada homem ou mulher que se cruza com aquele/aquela que dizemos amar, que nos deixam prisioneiros e irracionais.

O ciumento, quando imagina o seu rival, atribuí-lhe todas as qualidades e mais algumas, mesmo que nem sequer o conheça. As mulheres fazem-no constantemente em relação às mulheres com que se cruzam, numa constante comparação que resulta do pouco valor que dão a si mesmas, e os homens não lhes ficam atrás, mas tendem, por questões culturais, a esconder essa insegurança atrás de manifestações prepotentes de poder. Se ela não fica com ele por amor, que fique pelo menos por medo, é a máxima de um ciumento doente, mesmo que nem para si mesmo verbalize assim o seu comportamento.

O antídoto do ciúme é, por isso, fazer com que cresça o nosso amor próprio, percebendo quais são essas qualidades que imaginamos que o outro procura e que na realidade não são mais do que qualidades que temos e não desenvolvemos. «Uma crise de ciúmes é basicamente uma crise de identidade», diz a Psychology Today, e deve levar-nos a olhar para dentro de nós e a perceber o que é que não temos e gostaríamos de ter, empenhando-nos em desenvolver essas potencialidades que deixámos adormecer.

Tem ciúmes, por exemplo, de todas as mulheres que são cultas e informadas, ou abraçaram uma profissão que adoram, dizendo a si própria que era uma mulher assim que ele no fundo desejava (quando o pobre não está nem aí)? Então seja sincera consigo mesma e perceba que o que ansiava era ser como elas e trate de o ser.


Isabel Stilwell editorial@destak.pt


Agradecimento à escritora e ao Site: http://www.destak.pt/

Nota de ruilindomenino: este artigo escrito por uma mulher vê os ciúmes da parte do "macho". Claro está que, os ciúmes, são tanto no masculino como no feminino e, portanto, todas as expressões aplicadas acima têm DUPLA conotação. Para que conste... !!!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ciúme : Uma Ameaça ao Amor


Desconfianças constantes, interrogatórios diários, irritação ao ver a pessoa amada bem produzida... Quem já experimentou tais comportamentos sabe o quanto uma relação amorosa fica desgastada após uma crise de ciúme.

Trata-se de um sentimento negativo e não é indicativo da presença de um intenso amor mas, pelo contrário, revela a insegurança em relação aos sentimentos do parceiro, a necessidade de interferir sobre o outro e, principalmente, o medo da perda.

O ciúme traz dor pois é gerado por uma intensa desconfiança, na maioria das vezes infundada, valorizando o sofrimento e como sabemos o verdadeiro amor não dói, quando dói não é amor, é apego! Na realidade existe um grande medo de lidar com as próprias frustrações e perdas, além de uma sensação de inferioridade.

É comum pessoas ciumentas imaginarem perder seu amor para alguém "maravilhoso", bem melhor e mais qualificado. Quando isso ocorre é importante verificar atentamente os motivos do medo da perda. Resgatar a auto-estima se faz necessário, pois existem sinais claros de que algo a incomoda internamente. A baixa auto-estima faz parte de um processo e tem a ver com o modo que a pessoa se sente consigo mesma. Portanto, ao valorizar-se percebendo seus pontos positivos, fica mais fácil gostar de si e naturalmente doar seu amor ao outro.

Sessões terapêuticas podem ser um dos recursos viáveis para a conquista de um caminho mais breve e verdadeiro, pois um profissional possibilita descobrir quem realmente somos. Assim, reconhecendo suas falhas, adquirindo melhor domínio sobre si, não haverá espaço para nenhum sentimento negativo interferir no relacionamento.

Vale lembrar que cada ser humano é especial e único. É fundamental reconhecer que o outro está ao seu lado porque ama você e porque escolheu você. Afinal, ninguém é obrigado a manter um relacionamento.

Há casos em que o parceiro quer justificar um comportamento inadequado ou até mesmo agressões físicas e morais decorrentes de uma crise de ciúme, baseado na célebre frase: "Meu amor é verdadeiro, por isso sinto ciúme". Mas será que é possível relacionar amor com um sentimento de posse?

Amor é um sentimento inexplicável: puro, nobre, gostoso, prazeroso, saudável, doce, suave, manso. É também quente, forte e incondicional. Enfim, não combina em nada com o que conhecemos por ciúme.

Pessoas mais amadurecidas e otimistas administram e controlam bem suas emoções e são capazes de reconhecer e valorizar a magia da incerteza, uma vez que esta é a responsável pela "graça" do bem viver!



Recebido do Site: www.diabetenet.com.br