POR UM PORTUGAL DIFERENTE

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ABRIL VIRÁ...!!!

EXPERIMENTE... VÁ ATÉ LÁ!

MUDAR...

Estrela - DestaquesNinguém pode ser escravo de sua identidade; quando surge uma possibilidade de mudança é preciso mudar. (Elliot Gould)

Frases e Mensagens -

NÃO HÁ ACORDO...!!!...

NÃO HÁ ACORDO...!!!...
... Português há só UM...!!!

TRADUÇÃO/TRANSLATE/TRADUCION

SEM IMITAÇÕES...

ACREDITE...

"Nunca faça graça de graça. Você é humorista, não político."

A Hora em Poá (BRASIL)

"Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo."

VELHO PROVÉRBIO PORTUGUÊS

"Dois olhos vêem mais do que um só."
Veja Frases para Orkut - Kifrases.com





LOVE, love, LoVe



OvEr ThE RaInBoW

1lindoMENINO ...


Verdade, Verdadinha...!!!

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1lindomenino

Menininhas e inhos venham a mim...

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PORTUGAL é "isto"... e MUITO MAIS...!!!

António GEDEÃO


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.GEDEÃO

SEJA ASSIM... COMO EU!

recadosparablogseorkut.com


Mais Um(a)...!!! OBRIGADO...!!!

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domingo, 3 de julho de 2011

Cecília Meireles : Serenata



Permita que eu feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.

Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silencio,
e a dor é de origem divina.

Permite que eu volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.








Postedby 1lindomenino Dated03jul2011


segunda-feira, 6 de junho de 2011

SÔR Engenheiro SÓCRATES?!... "Foi-se"... (cruzes, crêdo...!)

As Eleições foram aquí neste "Portugal dos Pequeninos"... mas foi FEITA por "randes"...!!!


O meu primo que escreve umas "coisas" no blog






desta vez, lembrou-se das eleições realizadas ontem em Portugal e dedicou-lhe um espaço (pequenito - como a situação "o impõe").




Vão até lá e viagem no MUNDO do "FAZ DE CONTA" que não é primo, nem pensar, do "BICHINHO DE CONTA" mas que pra lá caminha (Valença, Monção... etc...)!!!




Haja tempo e... "troikas"...!!!







Posted by 1lindomenino Dated06jun2011


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ficou na HISTÓRIA de PORTUGAL e do MUNDO...







Na madrugada do dia 25 de Abril de 1974 Lisboa assistiu a um movimento militar inusual. Homens e veículos avançam, através da noite, pela capital do império e vão ocupando, sem resistência visível, vários alvos estratégicos, com o objectivo de derrubar o regime vigente.

Os militares golpistas, auto denominados Movimento das Forças Armadas – MFA – são comandados, secretamente, a partir do Quartel da Pontinha, em Lisboa, por Otelo Saraiva de Carvalho, um dos principais impulsionadores da acção.

A par das movimentações em Lisboa, também no Porto os militares tomam posições. São ocupados o Quartel-General da Região Militar do Porto, o Aeroporto de Pedras Rubras e as instalações da RTP na cidade invicta.
Aos homens da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, comandados por Salgueiro Maia, coube o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço e dos ministérios ali instalados. A coluna de blindados vindos da cidade ribatejana chega a Lisboa ainda o dia não tinha despontado, ocupa posições frente ao Tejo e controla, sem problemas aquela importante zona da capital.



Mais tarde Salgueiro Maia desloca parte das suas tropas para o Quartel do Carmo onde está o chefe do governo, Marcelo Caetano, que acaba por se render no final do dia com apenas uma exigência: entregar as responsabilidades de governação ao General António Spínola, oficial que não pertencia ao MFA, para que “o poder não caía nas ruas”. O Presidente do Conselho, que anos antes tinha sucedido a Salazar no poder, é transportado para a Madeira e daí enviado para o exílio no Brasil.

Ao longo do dia os revoltosos foram tomando outros objectivos militares e civis e, pese embora tenham existido algumas situações tensas entre as forças fiéis ao regime e as tropas que desencadearam o golpe, a verdade é que não houve notícia de qualquer confronto armado nas ruas de Lisboa.

O único derramamento de sangue teve lugar à porta das instalações da PIDE (Polícia de Investigação e Defesa do Estado) onde um grupo de cidadãos se manifestava contra os abusos daquela organização e alguns dos agentes que se encontravam no interior abriram fogo, atingindo mortalmente 4 populares.
Por detrás dos acontecimentos daquele dia 25 de Abril estão mais de 40 anos de um regime autoritário, que governava em ditadura e fazia uso de todos os meios ao seu alcance para reprimir as tentativas de transição para um estado de direito democrático.

A censura, a PIDE e a Legião e a Mocidade Portuguesas são alguns exemplos do que os cidadãos tinham de enfrentar no seu dia-a-dia. Por outro lado, a pobreza, a fome e a falta de oportunidades para um futuro melhor, frutos do isolamento a que o país estava votado há décadas, provocaram um fluxo de emigração que agravava, cada vez mais, as fracas condições da economia nacional.

Mas a gota de água que terá despoletado a acção revolucionária dos militares que, durante tantos anos tinham apoiado e ajudado a manter o regime, foi a guerra colonial em África. Com 3 frentes abertas em outros tantos países, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, os militares portugueses, passada mais de uma década, começavam a olhar para o conflito como uma causa perdida.

Internacionalmente o país era pressionado para acabar com a guerra e permitir a auto-determinação das populações das colónias. A falta de armas nas forças portuguesas era proporcional ao aumento de meios dos movimentos independentistas. Os soldados portugueses morriam às centenas a milhares de quilómetros de casa.

Todos estes factores contribuíram para um descontentamento crescente entre as forças armadas, sobretudo entre os oficiais de patentes inferiores, o que levou à organização e concretização de um golpe militar contra o regime do Estado Novo.

25 de Abril de 1974 ficará, para sempre, na história como o dia em que Portugal deu os seus primeiros passos em direcção à democracia.




Fonte: historiadeportugal.info





Posted by 1lindomenino


Dated25apr2011


sábado, 19 de março de 2011

A Tristeza dos Portugueses


Porque é que os portugueses são tristes? Porque estão perto da verdade. Quem tiver lido alguns livros, deixados por pessoas inteligentes desde o princípio da escrita, sabe que a vida é sempre triste. O homem vive muito sujeito. Está sujeito ao seu tempo, à sua condição e ao seu meio de uma maneira tal que quase nada fica para ele poder fazer como quer. Para se afirmar, como agora se diz, tão mal.
Sobre nós mandam tanto a saúde e o dinheiro que temos, o sítio onde nascemos, o sangue que herdámos, os hábitos que aprendemos, a raça, a idade que temos, o feitio, a disposição, a cara e o corpo com que nascemos, as verdades que achamos; mandam tanto em nós estas coisas que nos dão que ficamos com pouco mais do que a vontade. A vontade e um coração acordado e estúpido, que pede como se tudo pudéssemos. Um coração cego e estúpido, que não vê que não podemos quase nada.

Aí está a razão da nossa tristeza permanente. Cada homem tem o corpo de um homem e o coração de um deus. E na diferença entre aquilo que sentimos e aquilo que acontece, entre o que pede o coração e não pode a vida, que muito cedo encontramos o hábito da tristeza. Habituamo-nos a amar sem nos sentirmos amados e a esse sentimento, cortado por surpresas curtas, passamos a chamar amor. E com verdade. No mundo das ausências, onde a tristeza vem de sabermos muito bem o que nos falta, a nós e àqueles que nos rodeiam, a bondade, que nos torna vulneráveis aos sofrimentos daqueles que nos acompanham e nos faz sofrer duas vezes mais do que se estivéssemos sozinhos, é o preço que pagamos por não sermos amargos. É graças à bondade que estamos tristes acompanhados. Há uma última doçura em sermos tristes num mundo triste. Igual a nós.


Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República Portuguesa'


Pesquisa na NET



Posted by 1lindomenino


Dated19mar2011

sábado, 18 de dezembro de 2010

José Mourinho Exit Song

Nota de 1lindomenino: em Londres, no Porto, em Milão ou em Madrid, JOSÉ MOURINHO é o MAIOR TÉCNICO DE FUTEBOL no Mundo.

Digam que NÂO...!!!

Posted by 1lindomenino

Dated18dez2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Infinitos caminhos podem levar ao mesmo lugar



Quando eu era criança, meu pai me levou até um morro da cidade de Santos, onde cresci. Lá de cima pude observar a praia de um lado, o centro da cidade de outro, o bairro onde morávamos e vários outros lugares bonitos. Feliz por estar ali, perguntei a meu pai por que viemos por um determinado caminho. Ele respondeu: "simplesmente porque escolhemos este caminho".
Insistente, questionei se o caminho escolhido era melhor do que os outros. Meu pai, então, explicou que para nós, era o melhor caminho; mas para pessoas que vivem em outro lugar da cidade o melhor caminho era outro. Naquele dia aprendi que existem diversos caminhos para se chegar ao mesmo lugar. E que não existe um caminho ideal para todo mundo; isso depende de onde cada um está.
Por isso sofremos quando pretendemos ser donos da verdade. Achamos que nosso caminho é o único possível, inclusive para os outros. Não percebemos que cada pessoa vem de um lugar diferente.
O caminho que para um é curto e agradável, para outro não tem lógica, é demorado e cansativo... Por isso, nunca esqueça: os caminhos são tão diferentes quanto o número de pessoas que existem no planeta!



Roberto Shinyashiki, no livro "O sucesso é ser feliz"


Recebido via e-mail do site www.diabetenet.com.br


Posted by 1lindomenino


Dated 22nov10

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Blood Sweat and Tears - You've made me very happy

Nota de 1lindomenino: são desta "época"? Já foram? Ou será que NUNCA deixarão de ser?

HAVE A NICE WEEK-END.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Doideira (PIADA... há lá DOIDOS...?!...)


O sujeito chega para o amigo e conta:
-Cara, ontem eu estava no msn com uma mulher linda e ela começou a tirar a roupa toda para mim,
e eu também comecei a tirar...
E o amigo entusiasmado interrompe perguntando:
-E aí meu, me conta o que aconteceu?
-Ah, fui expulso da lan house.



Agradecimento ao site: http://www.piadasdodia.com.br/

domingo, 24 de outubro de 2010

Desiludida com o amor, agora só quer... sexo virtual

A vida é como os interruptores: umas vezes pra cima, outras pra baixo...!!!

Siana foi traída pelo namorado real e agora aposta no namoro cibernético



Siana é uma britânica de 31 anos, que foi abandonada pelo namorado há 18 meses. Por causa disso, Siana diz que agora só quer relacionamentos virtuais. E ela fala também de sexo, claro está.

De acordo com uma reportagem do jornal inglês «The Sun», Siana passa as noites ligada à Internet, em encontros virtuais.
São homens que Siana não faz a menor questão de conhecer em carne e osso.

Liga a webcam e acede aos chats de relacionamento e «namora» com quem quiser. Ela disse mesmo ao «The Sun» que este método devia ser seguido por todas as mulheres modernas. «Podemos usar a câmara e mostrar nossos apartamentos, nos conhecermos, "partilhar" um vinho e, se tudo der certo, terminar a sessão com um sexo virtual»,
explicou.

«Eu tinha um relacionamento longo e descobri que o meu namorado me traía. Isso partiu meu coração e levei muito tempo a recuperar», disse.

Siana tem um requisito muito particular: só mantém relacionamentos online com homens de fora da Europa.



Agradecimento ao site http://www.tvi24.iol.pt/



Nota de 1lindomenino: ela quer um bom papo e, no final, se a coisa "der" ter o "êxtase final", porque "esse" é REAL e não... VIRTUAL...!!! É uma forma de "meter" sem ser com o "coiso" do outro mas que METE... METE...!!! Rsrs...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Assanhadinha no Leilão (PIADA: cuidado a quem sofre "del cuore"...!)


Atenção

Esta piada contém palavras que podem ser consideradas ofensivas para algumas pessoas.



Num leilão de gado, o leiloeiro apresenta a sua primeira oferta do dia:
- Um touro Nelore de dois anos de idade!
E um sujeito levantou a mão:
- Quinhentos Reais!
Um outro:
- Seiscentos!
E em seguida, um outro:
- Setecentos!
E o leiloeiro:
- Setecentos, setecentos, setecentos! Quem dá mais?
Lá no fundo uma mocinha muito tímida levanta a mão em silêncio.
- Quanto minha filha? - pergunta o leiloeiro.
- Eu nunca cobrei nada não, senhor!




Agradecimento ao site http://www.piadasdodia.com.br/

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Um remédio para dormir





Especilistas alertam para uso indiscriminado de medicamentos entre idosos



Como se fosse água com açúcar ou chá de camomila, o paciente pede "o senhor poderia me receitar uma caixa de Vallium? É que meu pai, um senhor muito idoso, só dorme com esse remedinho". O médico, prontamente, prescreve. Longe do consultório, nas rodas de amigos e na família, há sempre quem tenha uma caixa sobressalente para casos de "emergência". A ciranda prossegue e os psiquiatras alertam: são os próprios médicos que recomendam o uso de tranquilizantes. O problema é que eles nem sempre enxergam quando termina a necessidade e começa a dependência.

Pelo menos, 9,7% dos jovens, 19,5% dos maiores de 50 anos e 24% dos idosos maiores de 65 tomam regularmente Lorax, Lexotan, Vallium, Diazepan ou remédio semelhante para diminuir a ansiedade, de acordo com pesquisa conjunta da UNIFESP, UFBA e UFRS. Mais recentemente, um levantamento feito pelo Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID) constatou um aumento do uso desses remédios. Segundo o levantamento, 56% da população acima dos 35 anos já fez uso desse tipo de medicação. Sendo o Diazepan e o Lexotan os mais usados, com um índice de 3,05% e 1,54%, respectivamente.

Desde então, essa situação não mudou muito, na opinião do coordenador da pesquisa e de dois profissionais dos maiores núcleos de estudo sobre drogas no Brasil. Nem a comunidade científica se esforçou para conscientizar os médicos sobre o uso indiscriminado dos remédios tranqüilizantes. Os receituários partem, na grande maioria das vezes, de clínicos gerais, cardiologistas, reumatologistas e outros especialistas. "Muitas vezes, os médicos prescrevem tranquilizantes para acalmar os ânimos e melhorar a saúde física. Só que esquecem de alertar para o risco de dependência do medicamento", diz o psiquiatra e pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas, Jairo Werner.

A origem do problema pode estar na formação do médico, defende a maioria. "As escolas de medicina pouco abordam as questões do psiquismo humano e as drogas", afirma o psiquiatra da UNIFESP, Sérgio Blay, um dos autores da pesquisa sobre os psicotrópicos. Por trás da compulsão pelo remédios, podem estar dores psíquicas, a necessidade de luto, de entendimento das perdas, de orientação familiar, de diálogo. Mas os médicos ignoram tanto as causas latentes quanto a possibilidade de diagnósticos e tratamento dos males psíquicos. "Falta insistir no assunto em programas de educação continuada, congressos, encontros de especialidade", completa Sérgio Blay. "É preciso saber quando termina o papel do médico e quando começa o do psiquiatra", completa Jairo Werner.

As campanhas contra as drogas, na opinião dos psiquiatras, também são equivocadas. Nelas, estimatiza-se a imagem do jovem como viciado, enquanto os tranqüilizantes ou ansiolíticos como objeto de dependência e os idosos - seus principais usuários - sequer são citados. "Acredito que 10% dos dependentes químicos que atendo têm como objeto de vício as drogas legalizadas", afirma Werner. Nos casos mais graves, eles furtam receituários ou mesmo os próprios medicamentos dos hospitais. Nos mais brandos e, portanto, menos detectáveis, os dependentes sofrem a diminuição da capacidade de raciocínio, riscos de tontura e desmaio, perdas de memória e problemas de sono.

Além dos médicos, é preciso alertar a população sobre o uso de medicamentos sem a orientação médica. Muitos são os "amigos" que trocam remédios entre si. "Há uma banalização dos medicamentos, como solução imediata para os males", analisa Jairo Werner. Como explicava o site do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), que pertence à UNIFESP, a população valoriza o poder de cura dos medicamentos legalizados – ainda que existam restrições sobre a compra deles – e subestima as drogas ilegais. Como se as drogas pudessem ser separadas em categorias, boas ou más. Mas, o uso de cada medicamento pode pender para o bem ou para o mal, depende principalmente dos que as receitam e dos seus usuários. "O bom profissional é o que sabe e busca ajustar a dose para cada paciente", afirma José Carlos Galduroz, coordenador do CEBRID.


Recebido via e-mail do site http://maisde50.com.br/

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Mulher que não limpa a casa é presa


Trata-se de uma norte-americana que vivia com três filhos menores numa casa cheia de lixo



Alison Alsbrooks Scurry, de 31 anos e mãe de três filhos, com oito, nove e dez anos, que viviam numa casa sem o mínimo de condições de higiene, com 25 a 30 centímetros de lixo espalhados pelo chão da casa, foi presa, após denúncia anónima.

Aconteceu em Sumter, no estado da Carolina do Sul, nos Estados Unidos da América.

A polícia local prendeu Alison, que terá que comparecer numa audiência em tribunal no início do mês de Novembro.

O mais estranho, é que apesar das lastimáveis condições de higiene em que viviam as crianças, os filhos de Alison estão em boas condições de saúde.



Agradecimento ao site http://www.tvi24.iol.pt/


Nota de 1indomenino: o que NÃO MATA... engorda...!!! Bem, até 10 ou 15 cms de lixo ainda "vá que não Vá"... agora 25/30...?! PORCALHONA...!!!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Mariza - Rosa Branca

New video clip of Mariza.

Rosa Branca is the single of the new album Terra.

(vídeo info)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Os primeiros lugares


Conta uma brasileira, que foi trabalhar algum tempo na Suécia, que várias vezes fez comparações entre suecos e brasileiros.

A forma de resolver problemas, a maneira de conduzir determinadas dificuldades no ambiente de trabalho, etc.

Nessas suas observações, concluiu, em um primeiro momento, que os suecos tinham alguns comportamentos muito próprios.

Em verdade, ela jamais imaginara que com eles aprenderia uma extraordinária lição. Algo que a faria admirá-los e seguir-lhes o exemplo.

No seu primeiro dia de trabalho, um colega da empresa a veio apanhar em casa e eles seguiram, juntos, no carro dele.

Ao chegarem, ele entrou no estacionamento, uma área ampla para mais de 200 carros.

Como haviam chegado cedo, poucos veículos estavam estacionados, mas o rapaz deixou o seu carro parado logo na entrada do portão.

Assim, ela e ele tiveram que caminhar um trecho considerável, até chegar à porta da empresa.

No segundo dia, o fato se repetiu. Eles tornaram a chegar cedo e, novamente, o carro foi colocado logo na entrada.

Outra vez tiveram que atravessar todo o extenso pátio do estacionamento, até chegarem no escritório.

No terceiro dia, um tanto mais confiante, ela não se conteve e perguntou ao colega: "por que é que você deixa o carro tão distante, quando há tantas vagas disponíveis?

Por que não escolhe uma vaga mais próxima do acesso ao nosso local de trabalho?"

A resposta foi franca e rápida: "o motivo é muito simples. Nós chegamos cedo e temos tempo para andar, sem perigo de nos atrasarmos. Alguns dos nossos colegas chegam quase em cima da hora e se tiverem que andar um trecho longo, correm o risco de se atrasarem. Assim, é bom que encontrem vagas bem mais próximas, ganhando tempo."

O gesto pode ser qualificado de companheirismo, coleguismo. Não importa. O que tem verdadeira importância é a consciência de colaboração.

Ela recordou que, algumas vezes, em estacionamentos, no Brasil, vira vagas para deficientes sendo utilizadas por pessoas não deficientes.

Só por serem mais próximas, ou mais cômodas.

Recordou dos bancos reservados a idosos, gestantes em nossos ônibus e utilizados por jovens e crianças, sem preocupação alguma.

Lembrou de poltronas de teatros e outros locais de espetáculos tomadas quase de assalto, pelos mais ágeis, em detrimento de pessoas com certas dificuldades de locomoção.

Pensou em tantas coisas. Reflexionou. Ponderou...

...........................

E nós? Como agimos em nossas andanças pelas vias do mundo? Somos dos que buscamos sempre os lugares mais privilegiados, sem pensar nos outros?

Alguma vez pensamos em nos acomodar nas cadeiras do centro do salão, quando vamos a uma conferência, pensando que os que chegarem em cima da hora, ocuparão as pontas, com maior facilidade?

Pensamos, alguma vez, em ceder a nossa vez no caixa do supermercado a uma mãe com criança ou alguém que expresse a sua necessidade de sair com maior rapidez?

Pensemos nisso. Mesmo porque, há pouco mais de dois milênios, um Rei que se fez carpinteiro, ensinou sabiamente: "quando fordes convidados a um banquete, não vos assenteis nos primeiros lugares..."

O ensino vale para cada dia e situação das nossas vidas.





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sábado, 24 de julho de 2010

A brincar a brincar... Cai-se abaixo de uma janela....> Amantes caem da janela enquanto fazem sexo


Casal foi levado para o mesmo hospital onde estava o marido da mulher



Um casal de amantes alemão caiu da janela de um apartamento enquanto faziam sexo. De acordo com o jornal «Bild», os apaixonados caíram de uma altura de cinco metros.

A mulher, casada, ainda tentou disfarçar e negou as acusações dos vizinhos, que contaram à polícia que eles estavam a ter relações sexuais.

«Não estávamos a fazer sexo. Estávamos só a brincar», alegou.

Os dois amantes foram levados para o hospital devido a alguns ferimentos. Azar do destino, o marido da mulher estava no mesmo hospital a recuperar de uma queda.



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Nota de 1lindomenino: pobres amantes... estavam "só a brincar"...!!! Olha se fosse mesmo "a sério"... hummmm...?!...

Em relação ao pobre marido dela, o desiquilibrio "cornal" (é bicho...) foi, certamente, o motivo da queda.

POBRE HOMEM... !!!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

ROSA MARIA cover

Gerry Sterling doing a cover of Rosa Maria

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Castelo de Areia


Num dia de verão, estava na praia, observando duas crianças brincando na areia.

Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia, com torres, passarelas e passagens internas.


Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo à um monte de areia e espuma.

Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado, mas tive uma surpresa.

Em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, Sorrindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo...

Compreendi que havia recebido uma importante lição:

Gastamos muito tempo de nossas vidas construindo alguma coisa.

E mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir o que levamos tanto tempo para construir.

Mas quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de dar uma reviravolta !!!.

Tudo é feito de areia;

Só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.




Autor Desconhecido

Recebido via e-mail do site www.portaldiabetes.com.br



sexta-feira, 9 de julho de 2010

Quem paga a conta? A hora de rever conceitos nas relações amorosas


Numa roda de homens e mulheres maduros, independentes ouvi um papo que causou, movimentou e apaixonou as opiniões, que era uma discussão sobre o encontro de homens e mulheres, uns diziam que isso era difícil pois as mulheres só queriam homens abastados e que o start para uma relação eram os bons restaurantes, e as benesses patrocinadas por eles, quase na sua maioria se mostrava reticente em formalizar uma parceria pois viam as mulheres desse jeito. Quase uma caricatura de interesseiras e aproveitadoras.

As mulheres, por sua vez, se exasperavam por ver tão ignóbil leitura de algo que elas não sentem nem pensam, querem sim homens livres de preconceitos e medos de suas maturidades e independência e acusavam que eles vêem as mulheres assim pois procuram justamente mulheres frágeis para se sentirem poderosos e que eram medrosos de conviver com uma mulher em igualdade de condições.

Achei que era um assunto para refletir, talvez escrever sobre e não sabia por onde começar.

Sinceramente fiquei impactada, mas logo em seguida sou surpreendida por uma conversa entre moças, dessa vez mais novas que diziam que ao sair quem devia pagar o motel e ter o carro eram os homens senão elas nem arriscavam conhecer melhor.


Pois é, a linha de corte estava na aparência e no bolso.

Será que aqueles cinqüentões liderados pelo Marcão tinham razão? Resolvi destrinchar um pouco esse assunto, pois as opiniões calorosas e divergentes mostram a necessidade dessa reflexão.

É inegável que existem diferenças culturais em relação à sexualidade feminina e masculina.

Também não nego que as relações amorosas nos últimos 50 anos foram contaminadas por um desejo de conquista e poder, resultando numa fantasia de que homens e mulheres são rivais. Os casais devem ficar atentos para perceber quando estão impregnados por tal comportamento, para com essa consciência ter uma mudança de atitude frente aos seus parceiros para que o espaço do desejo fique livre e fluente.

Além de que, me preocupa muito a fala feminina, em pleno século 21 de que - eu não sinto falta de sexo - geralmente dita por mulheres , desde as mais jovens até as mais experientes , pois ela é muito mais impulsionada por uma crença de que o exercício da sexualidade seja apenas masculina do que uma real falta de desejo,mas é natural que com essa crença o desejo vá ficando cada vez mais embotado.

O homem já nasce tendo que provar que é homem sendo liberado sexualmente e para a mulher as reservas são apresentadas desde crianças.

Essa diferença cultural muitas vezes faz com que se acredite que os estímulos sexuais do homem e da mulher sejam diferentes, e mesmo que exista o desejo as mulheres muitas vezes tem dificuldade em reconhecer essa sua necessidade,pois aprendeu que homem só pensa nisso e as mulheres nem tanto.

Tirando as questões da educação feminina mais repressiva eu não acredito que homens e mulheres sejam diferentes, pois a sexualidade é instintiva, e faz parte de nosso desenvolvimento.

Rever conceitos sobre sexo, isso é muito importante, pois passa pelo conhecimento formal ,saber como nosso corpo funciona e conhecer melhor o corpo facilita que se aprenda a reconhecer o desejo e ao reconhecê-lo ir em busca de satisfazê-lo.

Desde que haja afeto, objetivos em comum, cumplicidade e principalmente intimidade, nada que uma boa conversa entre os parceiros não possa ajudar e fazer com que cada um se adapte um pouco mais ao ritmo do outro e que ambos participem do jogo amoroso vendo a si, as suas necessidades e também ao outro.

Tem um trecho de uma poesia árabe que eu creio traduza bem o que eu estou dizendo ele diz :


O prazer da abelha é sugar o mel da flor,


Mas o prazer da flor é entregar seu mel à abelha, pois que para a abelha, uma flor é uma fonte de vida.


E para a flor, uma abelha é mensageira do amor.


E para ambas, a abelha e a flor, dar e receber prazer é uma necessidade e um êxtase.


Essa troca poética entre a abelha e a flor representa muito claramente o modelo perfeito da vivência da sexualidade humana que independe de padrões e de premissas.

Ouso dizer que acredito muito mais em sexo sem amor do que amor sem sexo como relação de qualidade e de satisfação.

É bom ainda lembrar sempre que sexo não é exame de admissão, uma prova que temos que fazer com resultados sempre muito aplaudidos, mas é uma agradável e prazerosa brincadeira a dois.




*Márcia Atik é psicóloga e consultora do Maisde50


Agradecimento ao site http://www.maisde50.com.br/

domingo, 20 de junho de 2010

Fala do Velho do Restelo ao Astronauta - JOSÉ SARAMAGO


Aqui, na Terra, a fome continua,
A miséria, o luto, e outra vez a fome.

Acendemos cigarros em fogos de napalme
E dizemos amor sem saber o que seja.
Mas fizemos de ti a prova da riqueza,
E também da pobreza, e da fome outra vez.
E pusemos em ti sei lá bem que desejo
De mais alto que nós, e melhor e mais puro.

No jornal, de olhos tensos, soletramos
As vertigens do espaço e maravilhas:
Oceanos salgados que circundam
Ilhas mortas de sede, onde não chove.

Mas o mundo, astronauta, é boa mesa
Onde come, brincando, só a fome,
Só a fome, astronauta, só a fome,
E são brinquedos as bombas de napalme.



José Saramago (Premio Nobel da Literatura - PORTUGAL)


Agradecimento ao site: http://www.astormentas.com/

terça-feira, 15 de junho de 2010

Namorinho de portão


Como a turma com mais de 50 anos namora? Histórias de moderninhos e gente que faz como antigamente





Biscoito, café, priminho, irmão, Na letra da música de Tom Zé e na memória de muita gente, namorar guardava uma certa ingenuidade. Os tempos são outros, mas quem namorou de mão dada parece que não esqueceu os amassos proibidos no portão. Há quem, mesmo depois dos 50 anos, preserve e valorize um namoro à moda antiga. De preferência, com cada um na sua casa, filhos criados e mais liberdade conquistada. Para essas coisas, pelo menos, o tempo bom não passa. E quem aposta nesse tipo de relação garante que é bem mais feliz.

A psicóloga aposentada Márcia Soares, 59 anos, já tem programação em vista para este Dia dos Namorados. Um jantar a dois e um bom vinho ao lado do namorado, Gilberto Gomes, 59 anos. Mas depois da comemoração, ela garante que cada um volta pra casa. “Eu tenho meu trabalho, minhas manias, enfim, minha vida, minha individualidade, e claro, ele tem a dele. Mas nada impede que ele durma na minha casa, eu na dele, quando dá vontade a gente sempre está junto. Apesar de estarmos namorando há pouco tempo, acredito que nosso relacionamento será assim, cada um na sua. Não temos aquela obrigação de estar grudados, 24 horas por dias, ficamos juntos porque e quando queremos”, conta ela.

Um namorinho de portão com uma boa dose de maturidade. É assim que o aposentado Roberto Berg, 58 anos, define seu namoro com a secretária executiva Rosângela Guedes, 52. Juntos há poucos meses, eles pretendem sim, juntar as escovas de dentes, mas acredita que a fase do namoro é fundamental.

“Atualmente, eu moro na minha casa e ela com os pais dela. Ainda estamos nos conhecendo melhor, solidificando a relação, criando mais intimidade, mas nossa vontade é de morarmos juntos. Acredito que a convivência amadurece o relacionamento, e mesmo juntos, podemos ter nossa individualidade. Hoje, estamos plenamente felizes, vamos ao cinema, nos encontramos na pracinha, como na adolescência, só que com mais maturidade”, afirma Berg.

O casamento perfeito, daqueles que só a morte pode separar pode até estar virando coisa do passado. Mas segundo a psicóloga e especialista em psicogeriatria pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ) Cláudia Finamore, quando o assunto é namoro, não há muito como fugir do convencional. “Namoro é sempre namoro, independentemente da idade. Tem aqueles que logo se envolvem na relação e investem muito. Aqueles que se envolvem aos poucos. Outros que procuram manter uma distância, investindo pouco na relação a dois. O modo de namorar está relacionado ao modo das pessoas se vinculares a outras, e é isso que irá determinar a dinâmica da relação do casal”, explica a psicóloga.

A experiência foi tão válida que a contadora Thaís Regina, 57 anos, quis repetir a dose. Depois de viver um relacionamento de 13 anos em casas separadas, Thaís aposta novamente na fórmula do cada um na sua em sua atual relação com o aposentado José Ribeiro, de 62 anos. “Para mim é maravilhoso. Não tenho aquela preocupação de cuidar da casa, lavar e passar roupa, só vivo o lado bom da história. Hoje eu me preocupo com o meu bem estar e procuro viver o presente, o amanhã está muito longe. Acredito que a rotina pode acabar com um relacionamento, mas a experiência e maturidade que temos hoje não nos deixa cometer os erros do passado. Se ele gosta de mim, eu gosto dele, é isso que vale. E enquanto houver sentimento, acredito que estaremos juntos”, diz Regina.

Seja à moda antiga ou no estilo moderninho, a geração madura de hoje continua apostando no relacionamento a dois e, por que não, ainda acredita no “felizes para sempre”. E no final das contas, segundo a psicogeriatra, o que importa mesmo é o sentimento. “A modernidade envolve os mais diversos tipos de vínculos, e uma família ou um casal podem estabelecer seus laços afetivos independentemente de morarem juntos. O que transforma duas pessoas em um casal são os laços afetivos que envolvem os dois. É o tipo de vínculo entre as pessoas que estabelece o tipo de relação, sempre com respeito, diálogo e compreensão com o parceiro”, finaliza Finamore.



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