POR UM PORTUGAL DIFERENTE

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ABRIL VIRÁ...!!!

EXPERIMENTE... VÁ ATÉ LÁ!

MUDAR...

Estrela - DestaquesNinguém pode ser escravo de sua identidade; quando surge uma possibilidade de mudança é preciso mudar. (Elliot Gould)

Frases e Mensagens -

NÃO HÁ ACORDO...!!!...

NÃO HÁ ACORDO...!!!...
... Português há só UM...!!!

TRADUÇÃO/TRANSLATE/TRADUCION

SEM IMITAÇÕES...

ACREDITE...

"Nunca faça graça de graça. Você é humorista, não político."

A Hora em Poá (BRASIL)

"Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo."

VELHO PROVÉRBIO PORTUGUÊS

"Dois olhos vêem mais do que um só."
Veja Frases para Orkut - Kifrases.com





LOVE, love, LoVe



OvEr ThE RaInBoW

1lindoMENINO ...


Verdade, Verdadinha...!!!

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1lindomenino

Menininhas e inhos venham a mim...

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PORTUGAL é "isto"... e MUITO MAIS...!!!

António GEDEÃO


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.GEDEÃO

SEJA ASSIM... COMO EU!

recadosparablogseorkut.com


Mais Um(a)...!!! OBRIGADO...!!!

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Ia pedir a noiva em casamento, mas o anel caiu



Jovens acabaram por ter sorte: a jóia ficou presa na ponte de Brooklyn



Um jovem norte-americano quase estragou um dos melhores dias da sua vida. Trey Turner, de 22 anos, ia pedir a sua namorada em casamento na ponte de Brooklyn, em Nova Iorque, quando deixou cair o anel.
Segundo o «Florida Today», os «pombinhos» tiveram muita sorte,
porque a jóia ficou presa num andaime de obras e não caiu ao rio.
Depois de ter recuperado o anel, lá veio o pedido. E a noiva, Kelsey Kramer, disse que sim. O casamento está marcado para Abril.


Agradecimento ao site http://www.tvi24.iol.pt/



Nota de 1lindomenino: que "mãos de MERDA"...!!! Por pouco perdia os anéis e a namorada... ai ai
Tb podia ter escolhido um local "menos perigoso" mas que fazer...?!
PARBO...!!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Seu Palhaço! (2ª Parte)


(Cont.)


A resposta poderia ser qualquer uma, o mote estava dado, daquele momento em diante era dar largas às mentiras. O fulaninho, eu, era estudante de medicina, o meu pai era o maior accionista da petrolífera tal. Quando nos dávamos por conta o mulherio estava por nossa conta. Primeiro ficavam logo fascinadas por mim. Viam um rapagão endinheirado, só podia ser, com motorista e tudo. Por tabela o Steve também enchia a barriguinha. Eu ficava com uma beldade e o Steve com a amiga, não falhava nunca.

Por norma já tínhamos alugado um bom apartamento em um aparthotel, subornávamos o recepcionista, para que pudéssemos entrar com acompanhantes. Tínhamos tudo sobre controlo, éramos verdadeiros felinos caçadores naquela selva repleta de caça.

Outra aventura era trocar de namorada. O Steve não gostava muito desta brincadeira, repetia sempre: - Greeg dói–me tanto o coração quando tenho de fazer papel de cabrão.

Quando eu estava meio apanhado por uma namorada, não dava folga nenhuma, já sabia do truque, era sempre o mesmo. Tudo se resumia em fazer o papel de amigo da onça. O Steve voltava-se para a minha namorada, e eu para a dele, que aquilo que eu estava a fazer com ela, ele não podia concordar. Deixava a garota em pânico, marcava um encontro para poder de uma maneira segura e mais apropriada segredar-lhe o que tinha para lhe dizer.

Tudo isso não passava de um pretexto para de uma forma subtil, aproveitar-se da debilidade emocional das namoradas (de ambos) e enrolar-se na cama com elas.

O Steve e eu tínhamos uma forma muito peculiar de nos tratarmos. As pessoas quando ouviam eu lhe dizer: - Seu porco idiota, estou farto de aparar esses golpes. Ou : - Olha lá cara de boi, não enxerga? Vê o que a tua namoradinha anda a fazer? Expressões destas eram proferidas em qualquer local público. Seja numa clínica, repartição pública, banco enfim no local menos apropriado, pior ainda era que o momento escolhido para proferir este impropérios não tinham nenhuma ligação com uma conversa normal, às vezes no meio do silêncio, e para que todas as pessoas ouvissem, sem demonstrar o propósito ele saia com uma boca nojenta, tipo: --Gregg como vai o tratamento das tuas hemorróidas? Imaginem a cara das outras pessoas. E eu? Ali, morto de vergonha, com cara de parvo. As pessoas na sala todas se contorcendo e segurando os lábios para não desatarem a rirem. Havia pessoas que saiam de imediato da sala, era ouvir as gargalhadas no corredor. E o Steve ali impávido e sereno, a olhar para mim com a cara mais deslavada deste mundo.


(Continua...)


Escrito por Gilmar Freitas
Agradecimento ao site http://www.portugal-linha.pt/

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Você tem...


Se alguém te procura com...

frio.... é porque você tem o cobertor
com alegria...... é porque você tem o sorriso
com lágrimas... é porque você tem o lenço
com versos é... porque você tem a música
com dor é... porque você tem o curativo
com palavras é... porque você tem o dom de ouvir
com fome é... porque você tem o alimento
com beijos... é porque você tem o mel
com dúvidas... é porque você tem o caminho
com orquestras... é porque você tem a festa
com desânimo... é porque você tem o estímulo
com fantasias... é porque você tem a realidade
com desespero... é porque você tem a serenidade
com entusiasmo... é porque você tem o brilho
com segredos... é porque você tem a cumplicidade
com tumultos... é porque você tem a meditação
com confiança... é porque você tem o azul
com medo... é porque você tem o amor

Ninguém chega por acaso até você! Você tem hoje, mais uma vez, o privilégio de viver um novo dia do jeito que bem entender. Tomara que você bem entenda...



Recebido via e-mail do site www.diabetenet.com.br

domingo, 29 de agosto de 2010

Seu Palhaço! (1ª Parte)


Tínhamos 27 anos de idade. Eu era licenciado em advocacia e Steve em medicina.

Vamos por as coisas nestes moldes, Steven quando prepara uma cena, devemos estar em alerta geral, isto é, todos os cinco sentidos deverão estar completamente em alerta. Nossa amizade sempre foi de ferro, quando um entra em piloto automático, bebedeira, o outro toma a dianteira e conduz qualquer situação, de forma a evitar chatices e males entendidos.

O Steve sempre se comprometeu em desfazer todas as insinuações, que de vez enquanto pairavam no ar. Sempre me disse: -Greeg, minha alcunha, fica tranquilo não passa nada.

As pessoas insinuavam muitas vezes que éramos gays. Olhando hoje para o que fazíamos e da forma como nos comportávamos, seria mais do que natural terem esse tipo de pensamento.

Onde estava o Steve, lá estava eu, e vice-versa. Tanto eu como o Steve tínhamos uma dificuldade tremenda em firmar um namoro duradouro com uma jovem. Quando eu começava a tentar desmarcar-me dás nossas investidas, era ver o Steve arrumando logo maneira de aprontar sarilhos propositados, de maneira que a minha namorada entrasse logo em stress. Não descansava enquanto a coisa não descambasse em fim de namoro.

Do mesmo modo eu também sem dó nem piedade agia da mesma forma. Assim ficávamos sempre em pé de igualdade. Bastava estar 1 mês com a mesma fêmea, um ou outro aplicávamos aquilo que designávamos por “operação resgate”

Tínhamos muitas técnicas para o engate, de vez enquanto e de forma alternada um de nós era motorista do outro. Era básico, o Steve vestia um fato sóbrio de cor escura. Para dar ainda maior credibilidade usava camisa branca e um laço no pescoço, tipo empregado de mesa em restaurante fino. Alugávamos um automóvel de dar nas vistas, reluzindo de tanta limpeza e zás, lá ia eu todo fogoso no banco de traz ouvindo música clássica e decorando o nome das orquestras, por que quando a gaja entrasse no banco de traz eu não podia perder a compostura, tinha de mostrar classe.

Estas peripécias eram sempre engendradas em cidades distantes do local onde habitávamos, para não dar muito nas vistas, como seria lógico. Íamos sempre para o melhor clube das redondezas, fazíamos logo uma entrada triunfal, tipo encostávamo-nos ao balcão, procurávamos estabelecer proximidade com um grupo de mulheres, pedíamos logo duas bebidas, eu começava logo a ensaiar uns paços ali mesmo no balcão, o Steve com ar altivo dirigia-se para uma das mulheres que parecesse mais extrovertida e perguntava:

-Desculpe, a jovem poderia me dar uma informação?

-E a resposta era invariavelmente: - sim faz favor.

-Sabe, é que eu sou motorista deste fulaninho. Indicando na minha direcção, ele gosta é de andar aos saltos à dançar a noite toda, e eu, além de ter de trabalhar até altas horas, gosto é de sossego. Isto aqui é assim a noite toda neste, bum, bum, bum?



(Continua...)


Escrito por Gilmar Freitas
Agradecimento ao Gilmar a ao site
http://www.portugal-linha.pt/

sábado, 21 de agosto de 2010

Sinais de alerta


É melhor ser alegre que ser triste. Estudo mostra que estresse em mulheres de meia idade pode gerar demências na velhice.



A vida moderna pode ser boa e confortável. Mas o que deveria apenas facilitar o cotidiano pode trazer situações estressantes. O celular que não para de tocar, o trânsito, o trabalho, a ociosidade. Quem passa por essas situações e perde as estribeiras ainda na meia idade pode enfrentar consequência mais graves na velhice. Um estudo feito pela Universidade de Gotemburgo, da Suécia, reforça que as mulheres, principalmente, podem ser vitimas de demências, após os 60 anos.

O estudo é um alerta, assegura a especialista em neuropsicologia Andrea Banderas. Basicamente, o estresse é uma resposta do organismo frente a um perigo, que prepara o corpo para fugir ou lutar. É bom, mas até certo nível, e é preciso manter sob controle. “Muitas vezes pode ser inevitável, mas é preciso conhecer formas de amenizar a ansiedade, que pode se transformar em estresse crônico. E é exatamente nesse estágio que ele pode ser o causador das demências, quando se extende por um longo período, ou seja, atinge seu pico e se mantêm sem cessar”,
explica Banderas.

A equipe de pesquisadores de Gotemburgo acompanhou 1.415 pessoas do sexo feminino, que tinham entre 38 e 60 anos no início da pesquisa. Os níveis de estresse foram avaliados em três anos: 1968, 1974, 1980. O distúrbio psicológico foi definido como uma "sensação de irritação, tensão, nervosismo, ansiedade, medo ou problemas de sono", com duração de um mês ou mais. Durante o período do trabalho, 161 participantes receberam o diagnóstico
de demência.

A partir desses dados, os cientistas concluíram que o risco da patologia foi 65% maior em quem sofreu estresse frequente na meia idade. A chance subiu para 73% quando as voluntárias relataram o problema em duas das avaliações,
e mais do que o dobro quando os três levantamentos mostraram sinais de estresse.

Além de doenças neurológicas como o Alzheimer, o estresse também funciona como um gatilho para o Transtorno Cognitivo leve. “Os hormônios gerados pelo estresse, como o cortisol, por exemplo, entram na corrente sanguínea, então passam para o corpo e o cérebro, e logo após atingem o hipocampo - que é responsável pela memória -, fazendo com que ele diminua de tamanho, o que afeta diretamente o funcionamento cerebral”,
explica a neuropsicóloga.

Recado às mulheres de meia idade: é preciso manter o equilíbrio. “Que a vida é corrida, todos sabemos, mas existem formas de garantir o controle. Primeiro, pela conscientização e do entendimento dos causadores do estresse. Depois, é preciso buscar técnicas para controlar seus efeitos, além de um programa de relaxamento específico. O resultado pode ser surpreendente”,
garante Andrea.

Manter a rotina e as emoções sob controle é uma tarefa que exige empenho e também disciplina. Veja as dicas de Andrea Banderas
para iniciar o seu próprio programa de controle do estresse.



Adote uma dieta saudável
Este é o primeiro passo em qualquer programa de redução do estresse. A saúde em geral e a resistência imunológica podem melhorar com uma dieta rica em cereais integrais, vegetais e frutas. Vale o velho conselho de evitar abuso de álcool, cafeína e cigarro.

Faça exercícios e mexa o corpo
O exercício físico é uma ótima maneira de se distrair dos eventos estressantes. E o estresse lesa menos a saúde de pessoas fisicamente ativas. Procure uma atividade que proporcione prazer. Algumas sugestões são: ginásticas aeróbicas, caminhadas, natação, yoga e tai chi. Mas comece devagar e vá aumentado a intensidade e a freqüência gradualmente.

Use técnicas de relaxamento
Relaxe através de técnicas específicas, como exercícios de respiração profunda, prestando atenção na respiração e respirando profunda e lentamente. Dá para garantir o relaxamento muscular de modo igualmente simples: em uma posição confortável, concentre-se em cada parte do corpo e sinta os músculos se relaxando totalmente. Você também pode adotar a meditação e a massagem.


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sábado, 17 de julho de 2010

O Padre e o Indio! (PIADA atual... já depois do "ACHAMENTO"...!!!)


Um Indio chega na igreja totalmente pelado, o padre vê aquilo e vai falar com o Indio:
-Meu filho tome esta cueca de plastico!
o Indio coloca e vai embora.
No dia seguinte o Indio volta a igreja pelado de novo! o padre vai ate ele:
-Meu filho o que ouve com a cueca?
Indio fala:
-Indio forte, cueca fraco indio peida cueca rasga!
-toma meu filho esta cueca de PANO!
o indio vai embora e volta no outro dia pelado, o padre vai ate ele:
-o q ouve com a cueca?
-Indio forte , cueca fraca indio peida cueca rasga!
o padre pe da vida, da uma cueca de aço!
-toma essa cueca de aço!
o indio vai embora e volta de cadeira de rodas... o padre vai falar com ele!
- eita o q ouve?
o Indio!
- Indio fraco, cueca forte indio peida bunda explode!!



Enviado por rn.pablo

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Pedido Desesperado (PIADA de SOGRA é FOOOGGGOOO...!)


Um homem pega o telefone e liga desesperado:

— Socorro, a minha sogra quer se suicidar... Ela quer se atirar da janela!

O homem do outro lado diz:

— Tá, mas o senhor errou o número... Aqui é da carpintaria!

— Eu sei! É que a janela não quer abrir!



Enviado por genilson-junior

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domingo, 11 de julho de 2010

Multada por beber extracto de baunilha e refrigerante de dieta

Pobre "dona"... rsrs


Mulher paga multa de mais de 3 mil euros por conduzir embriagada



Uma mulher de 48 anos, de Germantown, Tennessee, foi multada por excesso de álcool depois do carro em que seguia galgar o passeio e quase bater numa cabine telefónica, avança a CBS.

A surpresa dos polícias foi que Kelly Moss, que nem se conseguia manter em pé, não cheirava a álcool, mas a baunilha.

Moss foi presente a tribunal e teve de pagar uma multa de mais de 3 mil euros pelo incidente, alegadamente causado por uma potente combinação entre um refrigerante de dieta e uma garrafa de extracto de baunilha. O extracto de baunilha continha 35 por cento de álcool por volume.


A polícia encontrou Moss caída sobre o volante do seu carro incapaz de falar claramente. Mas ficaram ainda mais surpreendidos quando viram as garrafas vazias que estavam no carro: uma de extracto de baunilha e outra de um refrigerante dietético.

Sam Palmer, um residente da área onde o carro de Moss ficou encalhado, relatou que viu o automóvel saltar sobre o passeio e foi ver se tinha atingido a cabine de telefónica. «Ela não tinha batido, mas tinha duas rodas no passeio», explica.




Agradecimento ao site: http://www.tvi24.iol.pt/


Nota de 1lindomenino: estas notícias são engraçadas e mostram, afinal, os altos conhecimentos da mulher americana a beber. Sim, porque a FUMAR, também já cá chegou a notícia daquela "lindona" que comprou "barbas de milho" a um traficante de "liamba"... rsrs
XENTE... !!!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Alemanha quer fazer testes de inteligência a candidatos a imigrantes


Responsáveis do partido conservador da chanceler alemã, Angela Merkel deram a ideia



Responsáveis do partido conservador da chanceler alemã, Angela Merkel, defenderam esta segunda-feira a exigência de testes de inteligência aos candidatos a imigrantes na Alemanha, segundo declarações publicadas no jornal diário alemão «Bild», escreve a Lusa.
«Devemos introduzir critérios que sirvam verdadeiramente o nosso Estado. Além de uma boa formação e de uma qualificação profissional, a inteligência deve entrar em consideração. Eu defendo testes de inteligência», afirmou ao jornal Bild Peter Trapp, membro da CDU de Angela Merkel.
«Esta questão não deve ser mais um tabu», adiantou o porta-voz para os Assuntos internos da secção de Berlim da CDU.


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Nota de 1lindomenino: "HEIL, MERKEL"...!!! Agora é TODOS os PAÍSES reagirem em conformidade com os "ditadorzinhos" Alemães ("raça ariana", também...?!) e não admitirem nos seus Países, Alemães "de muitas espécies" meio-esquisitas...!!!

A VIDA é ASSIM, dear Angela...!!!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

JOVEM GINECOLOGISTA (PIADA, "doctor"...)



Um jovem ginecologista, recém-formado, atende uma garota de fechar o comércio.

Ele pede para ela se despir, mas abandona a ética profissional imediatamente quando a vê nua sobre a cama ginecológica.

Ele não resiste, e passa a mão sobre aquela pele lisa e sensual.-

Você entende o que estou fazendo?

A moça responde:- O senhor está fazendo um teste dermatológico?

- Exatamente, diz o médico.

Depois ele acaricia aqueles seios duros e empinados.

E novamente pergunta:- Você entende o que estou fazendo?

- O senhor está verificando se eu tenho algum tumor no seio?

O médico mente mais uma vez:- Exato!
Não resistindo, vendo aquelas pernas abertas, ele abaixa as calças e enfia seu membro nela.

- E agora, você entende o que estou fazendo?

- Sim, doutor. O senhor está contraindo herpes e HIV que é o motivo pelo qual estou aqui.



Agradecimento ao site http://www.piadas.com.br/

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Uma amizade tão delicada...

Seus dias eram sempre os mesmos. Acordava na mesma hora quando o sol ainda não nascera e tampouco a lua caíra do horizonte. Tomava o café, saía de casa às sete e até pegava a tal condução que era dirigida pelo mesmo motorista. Trabalhava sempre igual, mecanicamente, todos os dias, até que chegava a hora de ir embora. Para fazer o quê? Comer o jantar congelado, assistir aquela novela de sempre que de nova só tinha o título, o programa de entrevista que usava a mesma fórmula tarimbada de sucesso e, finalmente, dormir na sua cama, a mesma, há tanto tempo.

Mas ela tinha que sair do trabalho e voltar para casa, então, descia a rua, olhando as casas, considerando se naqueles jardins teria nascido alguma flor que, então, faria sua vida ter um quê de diferença.

Naquele dia, enquanto contava as rosas do jardim da casa amarela, aquela com o pé direito alto e as janelas cremes sempre cerradas, a mulher o encontrou parado na esquina em frente à meia água mirrada onde plantada há uma romãzeira em flor.

Ele observava a mulher com nítido interesse, com uma certa curiosidade nos olhos castanhos. Ela tentou não demonstrar, mas sobressaltou-se. Não podia revelar que estava com medo. Sempre soube que eles percebem quando estamos com medo e aí atacam. Mas o coração batia descompassado e, apesar de mudo dentro do peito, ouvia-o nas têmporas. Respirou fundo, passou com ar de quem não estava nem aí, enquanto ele permaneceu sentado. Apenas os olhos a seguiam — será que percebeu um ar irônico?— e, quando a mulher sentiu-se segura, deu uma olhadela de soslaio e ele continuava lá, parado. Um Vira-latas com focinho e pernas amarelas, dorso e cauda negra, peluda, parecendo um ponto de interrogação. Tinha um porte médio e um certo jeitão de cachorro que sabe o que quer da vida.

A mulher esqueceu-se do acontecido durante toda a noite e durante o dia seguinte, até que ao sair novamente do trabalho, topou com ele, de novo, na mesma esquina. Olhava-a curioso, com a cauda movimentando-se lentamente de um lado para o outro. Fingindo não sentir medo, e tentando não correr, passou por ele tesa e, dessa vez o cachorro moveu-se e pôs-se a segui-la. “Ai, droga! O que será que ele quer de mim? Não tenho comida e nem ao menos gosto de cachorros!” Parecendo ler seus pensamentos, ele estancou com um ar decepcionado. E ficou ali até que, a mulher, um pouco surpresa, virou a esquina com pressa. Mas, no dia seguinte...

Lá estava ele parado no mesmo lugar! Ora, ela começou a ficar intrigada quando o cachorro a seguiu novamente, porém guardando uma distância respeitosa, tentando com certeza, não assustá-la. “Acho que estou ficando louca, pensou a mulher, como ele pode estar tentando não me assustar?”

E assim foi no dia seguinte e no outro e nos outros que se seguiram. O cachorro esperava a mulher na esquina. Ela não afagava sua cabeça e ele não abanava a cauda. Apenas a seguia, até que, ao chegar no ponto do ônibus, ele a esperava subir na condução que a levaria para casa.

Era um cachorro diferente, concluiu a mulher. Nada pedia. Nem comida, nem afagos. Queria somente a sua companhia naquele breve trajeto. Ia satisfeito, caminhando ao seu lado e só retornava quando tinha certeza que ela havia entrado no ônibus. Uma vez a mulher saltou um ponto adiante e voltou correndo para descobrir aonde o cachorro ia. E encontrou-o parado no mesmo lugar. Não se mexera. Como se soubesse de antemão as suas intenções. Muito estranho... sentia-se como em um episódio do além da imaginação. Ou será que é pegadinha? É pegadinha, só pode ser, concordou olhando discretamente para os lados para ver se encontrava a câmera. Ela nunca achou a câmera escondida... mas o cachorro, esse estava lá, sempre, todos os dias, na esquina, em frente a romãzeira que perdeu as flores e ganhou frutos. E seus olhos brilhavam quando via a mulher. Era como uma espécie de dever: esperar e proteger. Porque é assim que ela se sentia: protegida. Mas por quê? Construía mil fantasias: era um extraterrestre. Estava numa missão importante: estudar os terráqueos, e entender como podiam sobreviver com suas vidas solitárias, com suas mesmices e desilusões. Só podia ser...

O importante é que a mulher passou a colorir seus dias com um tom outro que não o cinza. E quando pensava no cachorro, com seu jeito manso e nobre de cachorro velho e sábio, com aquele sorriso discreto no focinho repleto de pêlos brancos, a mulher iluminava-se, seu coração pulsava de um jeito diferente e ela arriscava-se a trautear uma melodia há muito esquecida que a fazia lembrar de pique, de roda, amarelinha e cama de gatos.

E a romãzeira perdeu os frutos. Suas sementes serviram para fazer amuletos de boa sorte no dia de Reis e o cachorro estava sempre lá. E esperava.



Daisy Melo



Daisy Melo (1961) é carioca de nascimento. Conta que, um dia, resolveu se dedicar às “Letras” em todos os sentidos: aprender, estudar, ensinar, escrever, ler, revisar... fazer qualquer coisa que tivesse as palavras como objeto. Cursa a Faculdade de Letras e, se ainda não vive delas, está vivendo para elas. Alguns de seus trabalhos foram publicados em sites da internet. Em livro, somente um, publicado pela Editora Record para uma edição comemorativa aos 100 anos de Graciliano Ramos, em 2003.



Agradecimento à DaisY e ao site http://www.releituras.com/

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

PÉROLAS DO ÚLTIMO ENEM

Agora até fazem os livros em Português só pra dificulitar a nossa vidinha


'O sero mano tem uma missão...'

'O Euninho já provocou secas e enchentes calamitosas..'

'O problema ainda é maior se tratando da camada Diozanio!'

'Enquanto isso os Zoutros... tudo baixo nive...'

'A situação tende a piorar: o madereiros da Amazônia destroem a Mata Atlântica da região.'

'O que é de interesse coletivo de todos nem sempre interessa a ninguém individualmente.'

'Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele.'

'O grande problema do Rio Amazonas é a pesca dos peixes'

'É um problema de muita gravidez.'

'A AIDS é transmitida pelo mosquito AIDES EGIPSIO.' (Sem comentário)

'Já está muito de difíciu de achar os pandas na Amazônia'

'A natureza brasileira tem 500 anos e já esta quase se acabando'(Foi trazida nas caravelas, certo ?)

'O cerumano no mesmo tempo que constrói, também destroi, pois nos temos que nos unir para realizarmos parcerias juntos.'

'Na verdade, nem todo desmatamento é tão ruim. Por exemplo, o do Aeds Egipte seria um bom beneficácio para o Brasil'

'Vamos mostrar que somos semelhantemente iguais uns aos outros'

'... menos desmatamentos, mais florestas arborizadas.'

'... provocando assim a desolamento de grandes expecies raras.'

'Nesta terra ensi plantando tudo dá.'

'Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos que recebemos todo dia.'

'Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado.'

'Imaginem a bandeira do Brasil. O azul representa o céu , o verderepresenta as matas, e o amarelo o ouro. O ouro já foi roubado e asmatas estão quase se indo. No dia em que roubarem nosso céu, ficaremos sem bandeira..'

'Ultimamente não se fala em outro assunto anonser sobre os ararasazuls que ficam sob voando as matas.'

'... são formados pelas bacias esferográficas.'

'Eu concordo em gênero e número igual.'

'Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma verdadeira lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e depredação de si próprio.'

'O serigueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derrubam as seringas.

'A concentização é um fato esperansoso para todo território mundial..'

'Vamos deixar de sermos egoistas e pensarmos um pouco mais em nos mesmos.'






domingo, 31 de janeiro de 2010

Fator sorte - O peso do destino na trajetória de cada um



Questões tão polêmicas quanto o sexo dos anjos, a sorte e o destino estão em pauta. Gurus de auto-ajuda vêem seus livros desaparecerem rapidamente das livrarias ao ressaltar que não existe destino e a sorte não é um dom com o qual se nasce, mas algo construído e ampliado. Suas teorias confirmam a visão moderna de que as oportunidades são criadas por quem sabe lidar com sua intuição. Na contramão dessa visão pragmática, uma corrente de psicólogos e filósofos mostra que acreditar em destino, sem que este exclua a liberdade de escolha, pode ajudar a construir significados, aceitar as excentricidades da vida e dar importância aos próprios desejos.

Para boa parte dos psicólogos atuais, a distância entre a sorte e o azar está no esforço que cada um desprende. Depois de entrevistar 400 pessoas, o professor de psicologia Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, e autor do sucesso "The Luck Factor" (O Fator Sorte), conclui que sorte ou azar são imprevisíveis e, se nada está escrito, as chances de sucesso em qualquer empreitada é diretamente proporcional ao número de apostas que se faz.

"Os que se dizem azarados são os que preferem não investir nas oportunidades", concorda o psicólogo Aloysio DAbreu, que usa como exemplo a piada do pão-duro que todas as noites pede a Deus para ganhar na loteria "até que um dia, Deus atende aos chamados e responde: se quer ganhar, pelo menos se dê o trabalho de comprar o bilhete". Por outro lado, nem sempre basta o empenho. O que explica, por exemplo, o desejo de alguns de ser artistas, palhaços de circo, viver longe do caos e outros perseguirem exatamente o oposto? O psicólogo junguiano, James Hillman, dos Estados Unidos, insiste que "cada qual tem um dom e ambições particulares". Para ele, a noção de sina é muito importante, pois permite que certas excentricidades sejam tidas como sorte.

A filósofa e professora da USP Olgária Mattos lembra da importância da noção de destino na Grécia Antiga. Nas peças gregas, o Oráculo, figura que revelava o futuro dos heróis, simbolizava uma forma de mostrar a singularidade do personagem. "No caso da tragédia grega, o herói, como o Édipo, é aquele que não pode fugir da própria história, mesmo que trágica", explica Olgária.

Para Aloysio DAbreu acreditar na predestinação é uma tentativa do homem de controlar o inexplicável. Nas peças, tudo era ordenado com começo, meio e fim. O destino determinava a continuidade das histórias. Na vida real, ninguém pode predizer a sorte do outro, pois tudo o que é vivo está em transformação interior e sofre influência do acaso. Olgária Mattos lembra de Aristóteles. "Ele dizia que não se pode falar que alguém é feliz, mas que foi feliz. Só a morte confirma o destino de alguém", diz.


Por Simone Muniz


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Estudo falha por falta de homens que nunca viram pornografia

ELA espera...!!! Eles VÃO...!!!

Os cientistas tiveram que mudar o tema da pesquisa




Cientistas tiveram que desistir de um estudo sobre pornografia porque não encontraram homens que nunca tinham visto este tipo de filmes.

Os investigadores pretendiam recrutar dois grupos de homens com 20 anos para comparar os que viam regularmente filmes porno com os que nunca tinham visto. Só que os cientistas não encontraram homens que nunca tinham visto um filme de pornografia, de acordo com o G1 que cita o jornal «The Gazette».

O investigador Simon Louis Lajeunesse, da Universidade de Montreal, no Canadá, esclareceu que o objectivo era observar o impacto da pornografia sobre a sexualidade dos homens. «Nós começamos a nossa pesquisa procurando homens de 20 anos que nunca tenham consumido pornografia, mas não conseguimos encontrar nenhum», disse.

Assim, o foco da pesquisa passou a ser os hábitos dos homens que consomem pornografia regularmente.

A investigação revelou que os homens solteiros assistem três vezes por semana a este tipo de filmes, durante 40 minutos. Já quando os homens que tem um relacionamento consomem pornografia 1,7 vezes por semana, durante 20 minutos.




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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Dieta da vida longa





Pesquisa revela os alimentos
que podem retardar o envelhecimento cerebral

Pesquisadores norte-americanos concluíram que comer salada faz bem para a saúde e pode retardar, também, o envelhecimento do cérebro. A conclusão veio após um estudo de nove anos com quase quatro mil idosos. A justificativa, de acordo com os autores, está nos antioxidantes presentes nos vegetais.

A nutricionista Cristina Freitas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) concorda com os resultados. Segundo ela, as hortaliças e as frutas possuem antioxidantes naturais, que são as vitaminas A e E, e os pigmentos que lhes conferem cor, como os carotenóides (que dão a cor amarelo e alaranjado) e as antocianinas (responsável pelas cores vermelha, roxa, preta e azulada). "Todas essas substâncias protegem a célula contra a formação de radicais livres, que levam ao processo de envelhecimento", explica.

Publicado na revista Neurology , o estudo norte-americano foi desenvolvido por estudiosos do Rush University Medical Center, em Chicago, durou nove anos e envolveu mais de 3.700 idosos com, no mínimo, 65 anos. Eles foram divididos em cinco grupos de acordo com a quantidade de vegetais ingeridas diariamente, que variava entre menos de uma porção a quatro porções por dia.

No início da pesquisa, todos os participantes foram submetidos a exames cognitivos envolvendo testes de memória e de atenção. Eles também responderam a um questionário sobre seus hábitos alimentares, no qual incluíram 28 vegetais e 14 frutas. Passados três anos, e depois seis, as avaliações foram aplicadas novamente. No final dos nove anos, os pesquisadores constataram que todos os participantes sofreram alguma perda cognitiva. Porém, o grupo que ingeriu mais porções diárias de vegetais (três a quatro) apresentou uma perda 40% menor do que aqueles que consumiram menos de uma porção ao dia.

Segundo Cristina Freitas, todas as células passam pelo processo de crescimento e desgaste. Porém, a exposição aos fatores externos, como alimentação, estresse, sol, entre outros, acabam acelerando esse processo. Logo, os antioxidantes (pigmentos e vitaminas A e E), presentes nas hortaliças e frutas, combatem os radicais livres. E aí estão incluídas também as células nervosas, alvo da pesquisa norte-americana.

A nutricionista ressalta que a Organização Mundial de Saúde (OMS) está desenvolvendo o programa "Cinco ao dia", que consiste em divulgar a ingestão de cinco porções de hortaliças e frutas ao dia. O ideal é diversificar as cores no almoço e no jantar, prega Cristina. "No café- da- manhã, no lanche e antes de dormir pode-se ingerir uma fruta", ensina. Na lista dos antioxidantes estão: tomate, melancia, mamão, nozes, cenoura, repolho, morango, goiaba, gema do ovo, entre outros.


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domingo, 28 de junho de 2009

SAC...ANAS... !!!

Sabe aquele famoso e-mail que as empresas disponibilizam para comunicar-se com seus clientes (faleconosco@/sac@)…. pois é, vejam as pérolas que algumas pessoas tem capacidade de escrever, eu fico imaginando a cara das pessoas que são obrigadas a responder esses e-mails!

SAC: um atendimento "personalizado" 24 hrs por dia



EMPRESA: LUPO
Olá, recentemente adquiri três cuecas da Lupo, modelo Speedo.
Acontece que após um dia de uso, a hora que eu tiro a cueca, ninguém
aguenta o cheiro.
A Valdirene, que é empregada de casa, disse que não
vai lavar as cuecas por causa do odor, minha mãe também.
Meu pai disse
que pode ser problema de fungo na virilha ou coisa assim, mas isso não
é, porquê tenho boa higiene.
O que faço??? Pode ser problema na
fabricação das cuecas?
Daniel

Resposta: Prezado Sr. Daniel, Agradecemos seu contato e sua
preferência por nossos produtos.
Informamos que seu relato sobre as
cuecas é inédito..
Acreditamos não se tratar de problema em nossa
fabricação, pois nunca tivemos nenhum problema desse tipo e
trabalhamos com matérias-primas de qualidade.
Atenciosamente, SAC -
LUPO

EMPRESA: PHILLIPS
Olá, comprei um Philishave Micro Action Dupla Ação HQ 342 há algumas semanas e por necessidade resolvi usá-lo na região do saco escrotal, mas não obtive muito sucesso. Além da forte dor, notei pequenos cortes… Como não fui feliz em minha tentativa e tenho certeza que várias outras pessoas também passam por necessidades pessoais como essa, gostaria de deixar a minha sugestão para elaborarem um produto específico para esse fim. Se possível, para a região anal também.
Desde já agradeço e aguardo retorno. Gilbert.

Resposta: Prezado Sr. Gilbert, com referência à solicitação feita, informamos que este aparelho trabalha com lâminas que cortam bem rente a pele, neste caso, o saco escrotal possui uma pele bem fina e
sensível, além de ser bem enrugado também, e por este motivo o senhor
sentiu dor e teve pequenos cortes.
Pedimos encarecidamente para o
senhor não tentar barbear o seu ânus com o aparelho pois os resultados
podem ser desastrosos.
Contamos com sua compreensão.. Atenciosamente,
Vinicius Decia CIC - Centro de Informações ao Consumidor Philips e
Walita 0800-701-0203




Agradecimento ao Site: http://www.insoonia.com/

domingo, 21 de junho de 2009

Frente... e verso


Frente ...


Enroscou um fiapo do cadarço nas frestas do muro tosco, perdendo o fôlego da subida louca.
A intenção era fugir da sanha das botinas brutas, que gritavam em seu encalço.

A parada rápida — se livrou do tênis de marca, adquirido sem consentimento de um menino do outro lado, trouxe junto um alerta inútil:
Quantos seriam seus algozes, de quê mais estaria fugindo?

Sempre tinha esses pensamentos vãos; seu irmão já avisara que era coisa de demente: — Quem pensa muito não esquenta a vida. Como se fosse possível dominar o que se vai na cabeça, assim, como um controle remoto de televisão. — Pensar não é querer.
A autoflagelação do escárnio próprio não ensina a vontade de agir, do impulso feliz na inconseqüência de quem vive pendurado num fiapo de cadarço.

Saltou no espaço, caiu na linha do trem sem apito, que trafega trágico numa carcaça podre. Era só isso que passava pela sua vida;
um vagão que não levava à estação alguma, uma máquina sem motorista na falta de compromisso de chegar.

Sentiu a sola do pé nas pedras soltas, chutou sem jeito um prego enferrujado, vendo escorrer o sangue conhecido. A dor lembrou as tragédias antigas, sem data e sem registro, simples acontecimentos numa vida vadia.
Largou a arma no meio dos trilhos, chorou o dedo machucado e buscou o caminho daquelas linhas paralelas.

Sabia que, para o tiro que ouvira, era ele o alvo, e correu aguardando o baque. Que veio surdo, junto com a falta de ar que sentiu no peito. Quis gritar, mas o som ficou na garganta, estático no tempo que parou, enquanto ele sentia esquentar a bala nas costas. Pensou flutuar por um instante, livre do corpo atingido, alma lançada no vazio.
Viu a queda acontecer como num filme e não sentiu dor quando encontrou o chão, o rosto de boca aberta.

Com saudades da mãe, foi nela que pensou por último. Só queria dizer ao irmão que não era louco, que pensar não era culpa.
Só vontade de não sentir medo, ler um livro, ter um sonho e imaginar que a vida seria longa e feliz.


... e verso


Quão dolorido é esperar a lágrima se formar? O tempo de ouvir bater o coração, descompassado; intensamente sentir a contração da dor se formando. A gota salgada parece brotar no canto dos olhos ardidos, temendo escorrer pelo rosto vincado dos anos bandidos. Um segundo, uma eternidade, a lágrima pronta, esperando vencer a inércia para queimar os sulcos da pele, escorrendo rosto abaixo.

O soluço trai a frieza covarde do tiro no escuro. Apertar o gatilho sem mira, sem raiva, sem destino. Por ofício, rotina repetida dia a dia. Gesto comum, daqueles dos quais se ufana no bar: — bandido é bandido. O remorso era novo, desconhecido, mas parecia uma corrente represada que agora liberava seu núcleo nervoso pondo tudo a perder.

Sabia que chorar seria sua desgraça; entretanto, a fortaleza que segurava a culpa, entupida de tanta violência barata, ameaçava romper, liberando anos e anos de bons serviços.

Ficou olhando o corpo de bruços, no meio dos trilhos, a boca aberta engolindo as pedras da última refeição, com a certeza que, se fosse permitido, o alvo daquela arma largada no chão seria ele. Era uma guerra, com os códigos sujos da sobrevivência necessária.

A lágrima sufocada não era por aquele tiro, não por aquele corpo que espalhava o sangue na camisa barata, inundando as costas de um delinqüente comum. A dor que sentia, que aumentava, era pela vida medonha, escolha nenhuma, destino percorrido lentamente pelos desgraçados que estavam em qualquer lado daquela guerra estúpida.

Levado por um gesto insano, abraçou aquele corpo desconhecido, soltando o choro contido, liberando a batida do coração para soluçar por ele próprio e pelo sangue derramado.

Expiou a culpa do mundo, lembrando do filho que estava em casa, esperando o salário daquela profissão possível, para poder comprar um tênis novo.



Autor: Gilberto Borges da Silveira



Gilberto Borges da Silveira é analista ambiental do Ibama em Brasília. Escritor amador, tem um livro publicado: "Antigas Andanças".



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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Refletindo com... AGOSTINHO DA SILVA




A Face Oculta dos Progressos Técnicos




Os progressos técnicos, que toda a gente está confundindo cada vez mais com progresso humano, vão criar cada vez mais também um suplemento de ócio que, excelente em si próprio, porque nos aproxima exactamente daquele contemplar dos lírios e das aves que deve ser nosso ideal, vai criar, olhado à nossa escala, uma força de ataque e de triunfo; mais gente vai ter cada vez mais tempo para ouvir rádio e para ir ao cinema, para frequentar museus, para ler revistas ou para discutir política, e sem que preparo algum lhe possa ter sido dado para utilizar tais meios de cultura: a consequência vai ser a de que a qualidade do que for fornecido vai descer cada vez mais e a de que tudo o que não for compreendido será destruído; raros novos beneditinos salvarão da pilhagem geral a sempre reduzida antologia que em tais coisas é possível salvar-se.
O choque mais violento vai dar-se exactamente, como era natural, nos países em que existir uma liberdade maior; nos outros, as formas autoritárias de regime de certo modo poderão canalizar mais facilmente a Humanidade para a utilização desse ócio; sucederá, porém, o seguinte: nos países não-livres, porque nenhum há livre, mas enfim mais livres, algumas consciências se erguerão dos destroços e pacientemente, com todas as modificações que houver a fazer, converterão o bárbaro ao antigo e sempre eterno ideal de «vida conversável»; nos outros, a não sobrevir uma revolução causada pelo tédio ou pelo próprio desabar da outra metade do mundo, o trabalho será mais difícil porque se terá de arrancar os homens, no seu conjunto, à ideia de que o que vale é a segurança material, o conforto técnico e, se for possível, nenhum rumor de pensamento dialogado.
Esta não já invasão mas explosão de bárbaros terminará a nossa Idade Média, aquela que veio ininterruptamente, só superficialmente mudando de aspecto, desde o século III ou IV até nossos dias, e que se caracterizará talvez pelo esforço de fazer regressar o homem de uma vida social a uma vida natural.




Agostinho da Silva, in 'Textos e Ensaios Filosóficos'


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