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terça-feira, 28 de abril de 2009

Também não sei o que é

I
Não consiste de matéria
Reside em todo ambiente
Até no vão da semente
Sua existência é etérea
Também está na artéria
Que espalha sangue num gato
Na faca de tratar fato
No gomo da poesia
No oco da melancia
Que a raposa deu um trato.

II

No solado de um chinelo,
No batente da calçada,
Em cima de uma latada,
No estrondo do martelo,
Pintado de amarelo,
Pode ter qualquer formato,
Tá na cidade e no mato,
No olhar frio da jia,
No oco da melancia,
Que a raposa deu um trato.

III

Não sei quem diabo já viu
Porém tá em todo canto
E pra me causar espanto
O danado hoje sumiu
Não sei por onde saiu
Pois ninguém tirou retrato
No sentido estrito ou lato
Às vezes ele se enfia
No oco da melancia
Que a raposa deu um trato

IV

Lhes digo sinceramente
Que eu nunca o avistei
Outro dia até pensei
Tê-lo inventado na mente
Mais nisso rapidamente
Ele veio em meu olfato
Trazendo seu cheiro inato
Que eu sei que já existia
No oco da melancia
Que a raposa deu um trato.
Jorge Filó
Jorge Renato de Menezes, conhecido como Poeta Jorge Filó, nasceu no Recife em junho de 1969 e antes de terminar o ano já morava em Tuparetama, sertão do Pajeú pernambucano, terra de grandes repentistas e poetas populares. Atualmente, mora no Recife onde cursa a Faculdade de Direito e faz do dia-a-dia um exercício contínuo de criação poética. Trabalha com produção cultural e exerce função de substituto em um cartório daquela cidade.

Agradeço ao Jorge Filó e ao Site: http://www.releituras.com/

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