POR UM PORTUGAL DIFERENTE

POR UM PORTUGAL DIFERENTE
ABRIL VIRÁ...!!!

EXPERIMENTE... VÁ ATÉ LÁ!

MUDAR...

Estrela - DestaquesNinguém pode ser escravo de sua identidade; quando surge uma possibilidade de mudança é preciso mudar. (Elliot Gould)

Frases e Mensagens -

NÃO HÁ ACORDO...!!!...

NÃO HÁ ACORDO...!!!...
... Português há só UM...!!!

TRADUÇÃO/TRANSLATE/TRADUCION

SEM IMITAÇÕES...

ACREDITE...

"Nunca faça graça de graça. Você é humorista, não político."

A Hora em Poá (BRASIL)

"Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo."

VELHO PROVÉRBIO PORTUGUÊS

"Dois olhos vêem mais do que um só."
Veja Frases para Orkut - Kifrases.com

LOVE, love, LoVe

OvEr ThE RaInBoW

1lindoMENINO ...

Verdade, Verdadinha...!!!

zwani.com myspace graphic comments

1lindomenino

Menininhas e inhos venham a mim...

Posting

Photo Flipbook Slideshow Maker
PORTUGAL é "isto"... e MUITO MAIS...!!!

António GEDEÃO


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.GEDEÃO

SEJA ASSIM... COMO EU!

recadosparablogseorkut.com


Mais Um(a)...!!! OBRIGADO...!!!

sábado, 29 de maio de 2010

Contigo aprendi coisas tão simples


Contigo aprendi coisas tão simples como
a forma de convívio com o meu cabelo ralo
e a diversa cor que há nos olhos das pessoas
Só tu me acompanhastes súbitos momentos
quando tudo ruía ao meu redor
e me sentia só e no cabo do mundo
Contigo fui cruel no dia a dia
mais que mulher tu és já a minha única viúva
Não posso dar-te mais do te dou
este molhado olhar de homem que morre
e se comove ao ver-te assim presente tão subitamente




Ruy Belo


Agradecimento ao site http://www.astormentas.com/

Mahatma Gandhi - UM IDEAL


Creio na verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo. Creio que são todas concedidas por Deus e creio que eram necessárias para os povos a quem essas religiões foram reveladas. E creio que se pudéssemos todos ler as escrituras das diferentes fés, sob o ponto de vista de seus respectivos seguidores, haveríamos de descobrir que, no fundo, foram todas a mesma coisa e sempre úteis umas às outras.



Mahatma Gandhi

Zé Mário Mourinho, One of Us

Tribute from Portugal Dream Coast to a special person from Setúbal

The Muppets (Os Marretas) - Bohemian Rhapsody HD

The Muppets Bohemian Rhapsody" is a music video performed by characters from The Muppets which is a cover of the well-known Queen song, Bohemian Rhapsody. It was originally posted on youtube on November 23rd, 2009 that features multiple Muppets characters singing partially modified lyrics of the classic Queen song. The video become a popular You Tube video garnering over 7 millions hits less than 1 week after release and it is an official production of The Muppets Studio. This is the first web-released video of the Muppets covering a song and the release of the video times up closely with the 18th anniversary of the death of Freddie Mercury, Queen's lead singer.

Is this the real life?

Is this just fantasy?

Caught in a landslide

No escape from reality

Open your eyes

Look up to the skies and seeI'm just a poor boy (poor boy)

I need no sympathy

Because I'm easy come, easy go

Little high, little low

Any way the wind blows

Doesn't really matter to me, to me

Mama, Mama?Yeah, Mamma (gasp)

Mamma, Mamma, Mamma!

hahah

Mamma, Mamma, Mamma,

Mamma, Mamma, Mamma,

Mamma, Yeah!

Mamma, Yohoo

Mamma, Yuhoo,

Mamma, Mamma,

Mamma, Mamma,

Dadda? Dadda!

I see a little silhouetto of a clam

Scaramouch, Scaramouch, will you do the Fandango

Thunderbolt and lightning, very, very frightening me(Mimmimo) Galileo (Mimmimo) Galileo, Galileo Figaro

Mamamo-o-o-o-o

I'm just a poor boy nobody loves me

He's just a poor boy from a poor family

Spare him his life from this monstrosity, nam nam

Easy come, easy go, will you let me go?

Na! Na, Na na na na

Let me thrownam nam!

We will not let you throw

Let me blownam nam!

We will not let you blowLet me joke (Do not like your jokes)

Let me joke (Do not like your jokes)

Let me joke, ha ha ha

No, no, no, no, no, no, no

(Vernehy, vernhey) Mama Mia, let me go

Does anyone know if there is a part for me, for me, for me!

So they tell us this video's going to fly

All I know is we're not getting paid tonight

Oh, baby, can't do this to me, baby

Just gotta get out, just gotta get right outta here

[Guitar Solo]

(Oooh yeah, Oooh yeah)

Nothing really matters

Anyone can see

Nothing really matters

Nothing really matters (gasp) but moa

Any way the wind blows...

Scotter, (yeah chef?)Remind me not to set up these video conferences,

They're not very productive.

(you got it)

Shesh...

(Vídeo info)

Nota de 1lindomenino: um excelente FIM DE SEMANA para TODA(O)S VÓS.

Divirtam-se...!!!

Anedota, Vida Conjugal


A mulher, péssima cozinheira, choraminga para o marido:

- Querido, aquele bife à... sniff... à parmegiana que eu fiz para você... sniff...

- O que aconteceu com ele, meu bem?

- O cachorro... sniff... comeu! Buáááá...

- Meu bem, não fica triste não! Não precisa chorar só por causa disso. Amanhã, eu compro outro cachorro para você!



Agradecimento ao site: http://www.estranho.com

ATALHOS


Você já viu um carro atolado na ilha central de uma rodovia? Geralmente se trata de alguém que tenta retornar, mas tem pressa demais para ir até a próxima saída.

Um motorista como esse, que tenta cortar caminho pelo meio da estrada, arrisca-se a ficar atolado na lama ou numa vala. Como resultado, em vez de continuar dirigindo por mais cinco minutos até o próximo retorno, acaba levando horas para encontrar um guincho e desatolar o carro.

Pense nisso na próxima vez em que se sentir tentado a tomar um atalho em seu trabalho, seus relacionamentos, sua saúde ou qualquer outra situação. A maneira mais fácil e rápida freqüentemente tem um alto custo.

O valor que você extrai da vida é equivalente ao esforço que você dedica a ela. No final, procurar atalhos geralmente demanda mais tempo e energia do que realizar o trabalho em primeiro lugar.

Não se consegue algo em troca de nada, pois aquilo que você conseguir de graça, não importa o "valor de mercado", logo passará a não ter significado para você.




Autor Anônimo


Recebido via e-mail do site www
.portaldiabetes.com

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Soneto de Bocage


Poeta de Setúbal ou do Mundo...?!...


Lá de Túbal(1) no empório celebrado,
Em sanguíneo carácter foi marcado
Pelos Destinos meu primeiro instante.

Aos dois lustros(2) a morte devorante
Me roubou, terna mãe, teu doce agrado;
Segui Marte depois, e em fim meu fado
Dos irmãos e do pai me pôs distante.


Vagando a curva terra, o mar profundo,
Longe da pátria, longe da ventura,
Minhas faces com lágrimas inundo.


E enquanto insana multidão procura
Essas quimeras, esses bens do mundo,
Suspiro pela paz da sepultura.



1 -> Setúbal
2 -> aos 10 anos




Manuel Maria Barbosa du Bocage nasceu em Setúbal no ano de 1765. Era filho de um advogado e de uma senhora de origem normanda. Ficou orfão de mãe aos dez anos. Seguiu a carreira das armas e deixou a pátria em 1786, estando afastado durante quatro anos. Antes disso, apaixona-se por Gertrudes o que lhe faz mudar o rumo à vida. Esteve em Goa, Damão e Macau. Regressa a Portugal em 1790, agora com 25 anos. Uma terrível desilusão o esperava: Gertudres Homem de Noronha, a Gertrúria dos seus versos, estava casada com Gil Francisco, o irmão mais velho do poeta. Inicia uma vida de boémia pelos botequins e cafés lisboetas, fumando e bebendo, desperdiçando a jorros o enorme talento que o animava.


Foi um dos maiores sonetistas portugueses. Os seus inimigos acusam-no, em 1797, de ser um "herético perigoso e dissoluto de costumes" por causa do seu poema Pavorosa ilusão da Eternidade. É denunciado à Inquisição e encarcerado no Limoeiro como autor de "papéis sediciosos" contra a segurança do estado. Sai da prisão bastante abalado e morre em Lisboa, na miséria e com apenas 40 anos de idade.


Agradecimento ao site: http://www.antigo.turnodanoite.com/

Travesti bate em cliente que desistiu de programa no Rio (Vídeo)

Travesti bate em cliente que desistiu de programa no Rio.

Profissão Repórter 26/05/10

Nota de 1lindomenino: toma lá, descarado... rsrs

O Peão e o Mendigo (PIADA: são "classes" em EXTINÇÃO...rsrs)



O peão de obra descansava na hora de almoço no último andar daquele arranha-céu de 40 andares, tentando olhar as pessoas que pareciam formigas e notou um vulto lá embaixo, acenando e pedindo para ele descer.
O peão desceu os 40 andares pela escada e chegando no térreo, muito cansado, deu de cara com um mendigo pedindo:
— Uma esmola, por favor, ou um prato de comida.
O peão olhou para o pobre homem e pediu para ele acompanha-lo até o 40º andar.
Subiram os quarenta andares a pé. Chegando lá, o peão falou para o mendigo:
— Não tenho!


Postado por Ricardo

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Deixaram-na a dormir sozinha no avião durante três horas



EUA: mulher em Filadélfia conta que ficou «esquecida» no aparelho após a aterragem



Será caso para dizer que «caiu nos braços de Morfeu» e ninguém se atreveu a interromper-lhe o sono tranquilo, nem mesmo para sair do avião? É o que parece ter acontecido nos Estados Unidos com uma mulher que vive em Ferndale, no Michigan. Ginger McGuire conta que adormeceu durante um voo da United Express, que fazia a ligação entre Detroit e Filadélfia, e que a tripulação não a acordou quando o avião aterrou...
Citada pela Associated Press, Ginger McGuire refere que estava sozinha no avião quando acordou. A mulher calcula que ficou a dormir sozinha em terra, no avião, durante mais de três horas depois de o aparelho ter aterrado em Filadélfia, na terça-feira.
Ginger McGuire conta ainda que, depois de acordar, percorreu o corredor do avião durante 15 minutos até que a porta trancada se abriu e um polícia lhe pediu a identificação.
A companhia aérea United Airlines recusa comentar o incidente, até porque o caso está agora em tribunal.



Agradecimento ao site http://www.tvi24.iol.pt/


Nota de 1lindomenino: Olhem bem para esta "beleza". Os EUA clamam por segurança em todos os Aeroportos do Mundo para que os atentados não "lhes batam à porta"...!!! E, internamente, que se vê: a inépcia e a incúria que permitem que pessoas fiquem durante horas no interior dos aviões sem qualquer controle. Querem que eu diga "uma coisa": BULLSHIT...!!! Vão mas é "dar banho ao dog"...!!!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

UHF - Tanto me atrais *****

Lyrics:

Fogo cresce,

em lugares incertose esse fogo queima, aqui por dentro

Fogo esta sempre, aqui tao perto...

a o meu deserto, que eu vivo dentro.

Este vinho escorre, e a sede aumenta

O convite directo, que nao me espanta.

E o fogo proibido, Comeca a cair e encanta

Fiz-me perdido, a preza certa, Hiau.

Fogo, tanto me atrais.

o corpo sustenta, O tempo suspenso

A poeira e imensa, que traz o vento

Tudo me cansa, e tudo aguento

A historia recomessa, perdendo o encanto, hiau.

Fogo, tanto me atrais

(Do Vídeo)

Dualidade



Ela se sentou e se cobriu com o lençol. Que hora mais estranha de se ter pudor! Mas não era pudor, era medo, porque naquele dia ela estava nua. Não apenas seu corpo se mostrava inteiro àquele homem que a possuíra, mas sua alma estava despida, tocável, ao alcance de qualquer coração ou mente... Naquele momento de verdade absoluta, ela se via totalmente entregue e teve medo.

O que ele faria se a percebesse assim? Talvez o fim de todo mistério e a certeza da conquista o deixasse tomado de tédio e desejando um outro alguém ainda não desvendado nem conquistado. Ou talvez ele também se despisse para ela! Talvez ele entendesse aquele momento supremo da entrega total, não apenas de dois corpos mas a fusão de dois seres que se completam, quem sabe ele também baixasse a guarda, se tornasse humano, e seria tão bom...

Mas a cama já estava fria, a sensação mágica já o tinha abandonado, prova disso era o barulho do chuveiro e a melodia fora de tom que ele cantarolava no banheiro. Ele já estava de volta à sua realidade de “ser sozinho”, apenas ela ainda permanecia sentada, enrolada nos lençóis macios pulsando e pensando entre ser natural ou ser ideal. Mas o que ele espera? Ela se pergunta. Qual seria o próximo olhar ideal, o sorriso esperado que lhe traria mais momentos como aquele: de calor, prazer e dúvidas? O que daria a ele o desejo de ter mais? Mais daquela mulher, que o preenchia em seus desejos e lhe oferecia um quase amor e um abraço quase terno.

Olhando pela janela enquanto o sol nasce lá fora ela sorri e admite para si mesma: Ela o ama! Pronto! Está acabado! Ela o ama e talvez isso seja motivo suficiente para que tudo termine ali, de uma vez. E se terminasse também seria bom, ao menos seu sono seria mais leve, sua consciência estaria mais leve e sua vida teria peso e medidas corretas para caber no que chamam por aí de felicidade. Não existem finais felizes para histórias como essas. Afinal, não existem finais para histórias como essas e isso traz uma ferida que sangra sempre, sem remédio, sem paliativo, sem palavras...

O barulho do chuveiro acabou. Ela logo vai reencontrar seu algoz e seu amor, e rapidamente ela decide: Continuar fingindo. Fingindo casualidade, falta de compromisso e de amor. Ela se levanta, solta os lençóis deixando a mostra toda sua beleza, e lhe diz sem olhar em seus olhos:

“ Por que não me acordou? Preciso ir! Já estou atrasada...”




Autora:
Cláudia Ferreira de Moura

E-mail: feiapracaramba@yahoo.com.br




Cláudia Ferreira de Moura (1977) é paulistana, casada e tenho um filho. Além de dona de casa e estudante de pedagogia, escreve, como diz, "por que é assim que
consigo organizar meu mundo. Amo as palavras e elas me completam".
Profere
conferências sobre relacionamentos.
Atualmente mora em Gravatal, Santa Catarina.




Agradecimento ao site: http://www.releituras.com/

Light Love

MysteryGuitarMan — 25 de maio de 2010 — s2.

Aprenda Inglês em 2 minutos...


FRENCH = Dianteira: sai da FRENCH, por favor.
HAND: Entregar, dar por vencido: você se HAND?
YEAR: Deixar partir: ela teve que YEAR.
VASE: Momento de jogada: agora é minha VASE.
CREAM: Roubar, matar, etc.: ele cometeu um CREAM.
DATE: Mandar alguém deitar: DATE ai.
DAY: Conceder: eu DAY um presente para ela.
PAINT: Objeto: me empresta o seu PAINT?
FAIL: Oposto de bonito: ele e FAIL.
RIVER: Pior que FAIL: ele é O RIVER.
EYE: Interjeição de dor: EYE que dor de cabeça!
TO SEE: Onomatopéia que representa tosse: Acho que vou TO SEE!
CAN'T: Oposto de frio: o carro esta CAN'T.
MORNING: Nem CAN'T, nem frio: o carro esta MORNING.
FEEL: Barbante: me da um pedaço desse FEEL para eu amarrar aqui.
MICKEY: Afirmativo de queimadura: MICKEY may.
TOO MUCH: Legume: quero uma salada de TOO MUCH.
HAIR: Marcha de carro: ele engatou a HAIR.
MISTER: Sanduíche: eu quero um MISTER can't.
MAY GO: Pessoal dócil: ele e tão MAY GO.
YOU: Expressão de curiosidade: YOU seu irmão, como vai?



Aprendeu??? ou quer mais 2 minutinhos?


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Cinco conselhos



Dizem que água e conselho só se dá a quem pede. Mas aqui vão alguns conselhos importantes para vencer na vida. São cinco conselhos do Prof. César Souza, dados a uma turma que se formou na USP.
Primeiro conselho:
Não confie no convencional! Estratégias de carreiras que foram vitoriosas no século XX, agora mudaram. Fuja das carreiras lineares dentro de uma mesma empresa. Não desperdice seu talento perpetuando burocracias. Inovação, flexibilidade e agilidade serão as novas marcas registradas.
Segundo conselho:
Nunca pare de crescer! O aprendizado é fundamental para o sucesso, pois o conhecimento virou um bem perecível. A única competência durável da qual cada um poderá dispor daqui para frente será a capacidade de aprender e de aplicar no dia-a-dia seus conhecimentos.
Terceiro conselho:
Concilie a vida profissional com a vida pessoal e familiar. O sucesso profissional não é tudo. Um profissional bem-sucedido também o é nas outras esferas da vida. Não deixe em segundo plano o exercício da cidadania nas comunidades onde você vive.
Quarto conselho:
Sonhe alto e persiga os seus sonhos. O desejo e a determinação são a força essencial para vencer nos dias de hoje. E vão ser cada vez mais no futuro, quando as capacidades de sonhar e de criar serão vantagens competitivas.
Quinto conselho:
Não siga os conselhos de ninguém, nem mesmo esses, caso não acredite neles. Siga sua intuição. Cada qual sabe melhor do que ninguém o que é bom para si. A tecnologia muda diariamente, mas a chave do sucesso continua a ser escrita com seis letras: P A I X Ã O. Apaixone-se! Caso contrário, mude, pois jamais alcançará o sucesso.


Recebido via e-mail do site: www.diabetenet.com.br


quarta-feira, 26 de maio de 2010


Com o nível de intensidade com que a conhecemos hoje, a globalização é um fenómeno relativamente recente. Todavia, teremos de recuar até ao século XV para encontrarmos a origem deste processo. A campanha dos descobrimentos portugueses deu início a uma nova era e impulsionou a globalização.
O termo globalização não tem uma definição consensual, e é, não raras vezes, erradamente aplicado. Por ser usado quase em excesso para qualificar fenómenos novos, começa a estar saturado. Como a distância entre tudo e nada é muito curta, por ser usado para definir quase tudo, o termo globalização está a destituir-se de sentido.







O alcance do estádio actual do processo de globalização/interdependência deve-se muito aos avanços da ciência e às aplicações tecnológicas que suportam vários domínios, entre eles as comunicações e os transportes. Uma vez que os custos associados a essas aplicações baixaram, a sua utilização tornou-se frequente por parte de um cada vez maior número de pessoas. Este fenómeno de massificação do uso das novas tecnologias arrasta consigo um efeito de expansão e intensificação da interdependência.
Assim, os avanços da ciência, ao minimizarem as dificuldades associadas às distâncias, permitiram que a intensidade da globalização aumentasse, alterando as concepções adquiridas de tempo e de espaço. Todavia, estes avanços não tiveram uma progressão perfeita. Houve fases em que os impulsos foram mais acentuados.
Onde se situa então a origem do tópico que a Thema Questionis contempla nesta edição?
De acordo com Malcolm Waters “o percurso linear da globalização, tal como estamos a vivê-la agora, começou nos séculos XV e XVI, nos «primórdios da era moderna». Foi por esta altura que a humanidade compreendeu que habitava num globo. Waters acrescenta que “[...] até então, os habitantes da Eurásia, de África e da Austrália ignoravam totalmente a existência uns dos outros” [3] .



Foram os descobrimentos portugueses que puseram em contacto estes povos. Como impulso ao processo de globalização os descobrimentos só deverão ser igualados em relevância aos desenvolvimentos mais recentes da ciência e da tecnologia, materializados não só em meios de transporte mais rápidos, mas sobretudo nos novos instrumentos de informação e comunicação, desde a transmissão por satélite à Internet.
Também naquela altura foram os desenvolvimentos da ciência, e a aplicação de novas tecnologias, que criaram a base de apoio à campanha portuguesa. Portugal tinha um projecto de expansão marítima cujo objectivo era criar uma alternativa ao monopólio comercial que Veneza detinha na época. Portugal precisava por isso de descobrir e controlar vias de comércio alternativas.
Desta forma o país dotou-se dos meios à altura deste tão grande propósito.
Para levar a bom porto os seus objectivos o Infante D. Henrique criou a célebre Escola de Sagres, que viria a dirigir. A Escola de Sagres tornou-se o mais avançado centro de estudos e pesquisas sobre navegação da época, reunindo especialistas nas áreas da matemática, astronomia, navegação, geografia, cartografia e construção de instrumentos marítimos. Foi da Escola de Sagres que saíram os pilotos de navegação que deram cumprimento à campanha dos descobrimentos.
Dotados quer de conhecimentos e de instrumentos de navegação inovadores para a época, quer de embarcações também elas inovadoras, os navegadores portugueses abriram a porta para o conhecimento da existência de outros continentes e para a comunicação entre as várias regiões do mundo.
No século XV saíram da exiguidade do seu território na Península Ibérica e foram avançando para Sul, pela costa africana, de forma progressiva. Os navegadores bem sucedidos regressavam a Portugal para preparar novas missões exploratórias. No âmbito desta campanha foram chegando continuamente a sítios desconhecidos.

Alguns feitos alcançados por navegadores portugueses:
- Em 1434 Gil Eanes passa o Cabo Bojador.
- Em 1455-56 Cadamosto chega às Ilhas de Cabo Verde.
- Em 1471-72 João de Santarém e Pedro Escobar descobrem São Tomé e Príncipe.
- Em 1487 Bartolomeu Dias consegue ultrapassar com sucesso o Cabo da Boa Esperança, depois de anteriores tentativas falhadas que tiraram a vida a muitos navegadores.
- Em 1492-98 João Fernandes Lavrador e Pedro de Barcelos chegam à Gronelândia e à Terra Nova.
- Em 1498 Vasco da Gama chega a Calecute, na Índia. Saiu de Portugal em 1497 e regressou apenas em 1499.
- Em 1500 Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil.
- Fomos os primeiros europeus a comerciar com a China e com o Japão.
- Alguns elementos históricos referem que teremos sido os primeiros a ter contacto com a Austrália [4] .
Estas descobertas foram possíveis sobretudo devido ao desenvolvimento de embarcações inovadoras – as Naus e as Caravelas, impulsionados à vela e dotadas de instrumentos de navegação pioneiros – e devido à habilidade dos pilotos formados na Escola de Sagres. Mais tarde, a rota de comércio controlada por Portugal passou a ser patrulhada por outro tipo de embarcação que também demonstrava o desenvolvimento naval de Portugal: os galeões.
Cerca de meio século após Vasco da Gama ter completado a primeira viagem por mar entre a Europa e a Ásia, Portugal detinha já uma vasta rede de fortalezas ao longo da rota. Modelski refere que, se compararmos um mapa de 1550 relativo à distribuição global das fortalezas portuguesas, essa distribuição não se assemelhará muito diferente à de um mapa contemporâneo da rede de bases militares dos Estados Unidos no estrangeiro [5] .
Logo em 1515 já havia uma considerável infra-estrutura estabelecida no ultramar. Essa infra-estrutura constituía um sistema político global rudimentar, envolvendo fortalezas, alianças, um método de regulação e mais tarde um sistema de patrulhamento marítimo que protegia as embarcações em trânsito na rota de comércio.
Mais tarde, por volta de 1540, com a presença no Oriente já consolidada, criámos o Estado Português da Índia, que era uma entidade político-administrativa demarcada de Portugal, na dependência de um vice-rei que tinha quase a totalidade dos poderes. Surgem as primeiras fortalezas e a presença meramente diplomática e comercial tomou gradualmente um cunho militar. Desta forma a presença portuguesa no ultramar passou de intermitente a contínua.
Por essa altura, quando já tínhamos também posições consolidadas ao longo da costa de África, dá-se início à colonização do Brasil e põe-se em funcionamento um sistema de comunicação entre vários espaços.
Durante quase um século, Portugal esteve numa posição de liderança internacional em decorrência da qual moldou a evolução da política mundial no sentido da globalização. Modelski usa o termo liderança global não querendo com isso referir-se a liderança como império mundial ou hegemonia, por serem normalmente associados a dominação política ou a preponderância económica. No caso português não era desse tipo de liderança que se tratava:
“By leadership I mean being first in (that is, innovating), and contributing substantially to, resolving critical global problems, and to building global political structures in response to such problems. In the XV century, that would mean leading in discovery and exploration, that which goes in Portuguese history by the name of «descobrimentos» was the first inkling of the possibility of a global system in a network mode, a system for facilitating and regulating oceanic and inter-continental exchanges without world empire” [6] .
Ao promover as descobertas Portugal deu um estímulo à globalização, na medida em que criou o primeiro sistema de comunicações e de comércio intercontinental, por via marítima, um sistema de alianças e o embrião de um sistema de integração económica entre o território europeu e as dependências em África, no Oriente e no Brasil.
Até hoje Portugal conserva algum património daqueles tempos de domínio. Um exemplo disso é o número de falantes de português no mundo. O português, segundo dados divulgados pela UNESCO em 1999, é a 6ª língua materna mais falada do mundo, com cerca de 170 milhões de falantes. Ocupa a posição de 3ª língua europeia mais falada, com a particularidade de deter um maior número de falantes fora do país de origem [7] . Para um país com apenas 10 milhões de habitantes este é um factor de grande importância ao nível da política externa. A proximidade do contacto pela língua, e por um passado em comum, é um potencial valioso no relacionamento entre os oito países [8] que a partilham.
Estar na vanguarda dos desenvolvimentos da ciência é um dos principais factores, que, associado a condições de estabilidade, organização, e circunstâncias favoráveis no contexto externo, determina a liderança (leadership) de uma organização política. Isto foi válido no início da globalização como continua a ser válido hoje. Portugal perdeu a liderança essencialmente por ter sido ultrapassado por outros países nas técnicas de navegação.
No século XV, navegando nas Caravelas, ou actualmente navegando na Internet, são os progressos da ciência que têm permitido descobrir novos Oceanos. Aquele tempo foi fascinante. E o tempo presente não o é menos. Com o número de cientistas que hoje desenvolvem a sua actividade, apoiada em consistentes projectos de I&D, é natural que, com maior frequência, novos Oceanos venham a ser descobertos e que novos impulsos sejam sucessiva e ininterruptamente suscitados à globalização.


João Sobral
Licenciado em Relações Internacionais


[1] Sebastião J. Formosinho, Globalização e Sociedade de Informação, Sociedade Científica da Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, 2001, p. 36.
[2] Joseph Nye, Compreender os Conflitos Internacionais, Gradiva, Lisboa, 2002.
[3] Malcolm Waters, Globalização, Celta Editora, Oeiras, 1999.
[4] A atribuição deste feito aos portugueses não é ainda consensual entre os historiadores, mas recentemente têm surgido indícios que parecem comprová-lo.
[5] George Modelski, Portuguese Seapower and the Evolution of Global Politics, Academia da Marinha, Lisboa, 1996.
[6] Idem, ob. cit.
[7] Jorge Couto, Língua Portuguesa: perspectivas para o século XXI (2), Instituto Camões.
[8] Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Timor-Leste. Estes países estão situados em regiões tão distantes como a Ásia, a Europa, a África e a América Latina.

* Este artigo foi originalmente publicado na revista polaca THEMA QUESTIONIS Número 2, Verão de 2004

Agradecimento ao site:


Nota de 1lindomenino: para quem só sabe denegrir a imagem de Portugal no Mundo e, nomeadamente, nos Descobrimentos, é bom que leiam, leiam e procurem se esclarecer "devidamente".
Como dizia o Poeta: POR MORRER UMA ANDORINHA NÃO ACABA A PRIMAVERA. E, Portugal, com 10 milhões de habitantes deu verdadeiras LIÇÕES na Arte de Navegar e de "descobrir NOVOS MUNDOS" ao Mundo. Curiosamente, há quem lhes chame de "achamentos"...!!!

Os Meus Pés Descalços


Os meus pés andantes
Procuram a palanca real, palanca negra
E desencantam as quedas de Kalandula
Quedas da minha terra
Oh é bela Angola
É bela Angola e são felizes os meus pés caminhantes

Os meus pés empoeirados
Acariciam subsolo rico, ouro negro a jorrar no alto mar
Ouro negro a jorrar no offshore
E no onshore
Ouro negro a brotar
Das entranhas do mar, para os meus pés esfomeados!

Os meus pés garimpeiros
Apalpam tesouros e mais tesouros
Minas de diamante, ferro, cobre, prata, ouro…
Debaixo dos meus pés ásperos
Minas de diamante debaixo dos meus pés maltratados
Debaixo dos meus pés esfomeados

Os meus pés camponeses
Galgam a terra, terra boa de agricultura
Terra boa de verdura
E farta de feijão, mandioca, milho, batata…
Terra boa, terra farta
Debaixo dos meus pés famintos e felizes

Os meus pés pescadores
Banham-se em mares ricos
Mares de garoupas, corvinas, carapau, mariscos…
E mergulham em rios fartos, Kwanza, Kubango
Keve, Bengo…
Águas fartas a banharem os meus pés sofredores

Os meus bolsos vazios
Vêem outros bolsos vazios aterrar desnutridos
E depois, bolsos cheios
A levantar voo, a embarcar abastados
Bolsos cheios a embarcar com sorrisos
A embarcar abarrotados, oh que paraíso!

Os meus pés descalços
Clamam por migalhas, clamam por pedaços
Os meus bolsos vazios
Não clamam por milhões, não clamam por rios
Os meus bolsos vazios e os meus pés famintos
Clamam somente por migalhas de alimentos!



Décio Bettencourt Mateus - poeta angolano
Em "Os Meus Pés Descalços"



Publicada por Nelson Ngungu Rossano no site http://caminhodosversos.blogspot.com/
a quem agradeço.

Nota de 1lindomenino: a bela terra Angolana que me encantou muito quando lá estive e que, sei, continua a sofrer de "males" que parecem NUNCA mais ter FIM.

"Via Láctea" - Olavo Bilac

Nota de 1lindomenino: a poesia de Olavo Bilac.

Palavras bem conjugadas com a música escolhida.

Paco de Lucia - Rio Ancho

Nota de 1lindomenino: a cultura e a música de um dos MAIORES DE ESPAÑA... PACO DE LÚCIA.

Como é bom ter "nuestro hermano" aquí neste Blog.

Médico em uma festa



Um médico estava em uma festa, quando chega uma senhora e pergunta:
- Doutor, o que pode ser uma dor do lado que eu tenho aqui e já consultei com vários médicos e nenhum acertou?
Meio constrangido, o médico conversou, disse que deveria procurar no consultório e foi saindo aos poucos.
Ao encontrar um advogado conhecido, comentou:
- Eu não agüento mais, pois em tudo que é festa sempre tem alguém querendo uma consulta de corredor.
Ao que o advogado respondeu: - Faz que nem eu: eu respondo a dúvida, e no outro dia mando a conta da consulta. Funciona que é uma beleza.
No outro dia o médico foi direto para a secretária:
- Manda uma conta de R$ 120,00 para a dona fulana, especificando como consulta particular em domicilio!
Ao que a secretária respondeu:
- Ainda bem que o Sr. falou, pois chegou a conta de um advogado de R$ 250,00 no mesmo estilo...



Por Ricardo


Agradecimento ao site http://www.mundodaspiadas.com/

Por quê gritar ?



Por quê as pessoas gritam?
Um dia, um mestre indiano, preocupado com o comportamento dos seus discípulos, que viviam aos berros uns com os outros, fez a seguinte pergunta:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ou quando não se entendem?
- Gritamos porque perdemos a calma
- disse um deles.
- Mas por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça - retrucou outro discípulo.
O mestre volta a perguntar:
- Não é possível falar com a outra pessoa em voz baixa?
Os alunos deram várias respostas, mas nenhuma delas convenceu o velho pensador, que esclareceu:
- O fato é que quando duas pessoas gritam é porque, quando estão aborrecidas, seus corações estão muito afastados. E, para cobrir esta distância, precisam gritar para que possam escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão de gritar, para que possam ouvir umas às outras, por causa da grande distância.
E continuou o sábio:
- Por outro lado, quando duas pessoas estão enamoradas, não gritam; falam suavemente. Por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, seus corações estão tão próximos que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, o que basta. Seus corações se entendem. É justamente isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará o dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
Lembremo-nos que: "Pela longanimidade se persuade o príncipe, e a língua branda amolece até os ossos" (Pv 25.15).


Recebido via e-mail do site: www.portaldiabetes.com.br

terça-feira, 25 de maio de 2010

Ausência



Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua

Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua.

(Sophia de Mello Breyner Andresen)

Das 0bras da Poeta

A seiva


A criada carrega o candelabro com a mão direita, a esquerda balança fechada dentro do bolso largo do avental de juta. Duas velas estão apagadas, semimortas, os pavios como um resto desalinhado e duro da noite, pretos até o talo onde somem no corpo branco. A terceira e última vai abrindo as paredes com a luz amarelada, a chama ascendendo como se os tetos a chamassem para um baile, a vontade esticando o corpo ardente, tão preso à única perna, o pavio; a saia azul roda por perto, encosta no ar mais frio e solta uma faísca orgulhosa. A mão balança de medo, ainda não se acostumou com a cera como a tia acostumada nos rituais de sábado. Para atravessar a sala é preciso passar entre duas poltronas muito próximas; se o movimento é desastrado, a cera tomba, ergue-se a queimadura entre as juntas dos dedos. Ela passa como quem descobre um sentimento escondido nos móveis, raivoso, espumando dentro do tecido. A gota desce, de braços abertos, mas antes de mergulhar na pele escura, para. Estalactite, olha assombrada para a paciência da criada, espera pelas companheiras que hão de tentar a morte na pele firme. A mulher sorri no escuro, até bater o candelabro num móvel, sentindo a seiva quente cobrir-lhe a boca do decote.


Autor: Alex Sens Fuziy


E-mail: sensalex@gmail.com

Blog:
http://omargot.wordpress.com

Alex Sens Fuziy nasceu em Florianópolis (SC) no ano de 1988, e atualmente mora no sul de Minas Gerais. Tem contos e poemas publicados em 6 antologias e em sites literários, algumas colaborações em revistas, e publicou Esdrúxulas, livro de contos de realismo mágico e humor negro, em 2008 (edição do autor). Escrever e ler romances ocupam a maior parte de sua vida, juntamente com a família, a fotografia, a revisão e seus 12 cachorros.



Agradecimento ao Alex e ao site http://www.releituras.com/

João Pedro Pais - Um Resto De Tudo

Videoclipe da musica "Um Resto De Tudo" do

João Pedro Pais

Mentiras



Um turista brasileiro, um norte-americano e um japonês se encontram num restaurante em Paris.

Os três começaram a conversar, depois de umas biritas, já estavam contando vantagem.

O japonês falou: - No meu país, construíram um navio enorme! Enorme e pesado! O casco do navio toca o fundo do mar!

- Que mentira!- reagiram os outros dois.

O japonês deu um sorrisinho maroto e disse: - Tocar non toca, mas faltam só dois dedos, né!

Aí, foi a vez do norte-americano contar a sua vantagem: - No meu país, construíram um edifício tão alto, mas tão alto, que toca no céu!

Os outros dois reagiram: - Que mentira!

E o norte-americano: - Tocar não toca, mas faltam só dois dedos!

O brasileiro não quis deixar por menos e disparou: - No meu país uma mulher teve um filho pelo ânus!

Os outros gritaram: - É mentira!

E o brasileiro: - Não foi pelo ânus, mas faltaram só dois dedos!



Agradecimento ao site: http://www.mundodaspiadas.com/

Quase morreu após beijar, pela primeira vez, o namorado



A norte-americana Sloane é alérgica a nozes, castanhas, salmão, berinjela, melão, limão e tomate. O amor quase foi fatal.



Como todas as histórias de amor a norte-americana Sloane conheceu um jovem interessante e, no primeiro encontro, fizeram um jantar romântico, que terminou com um beijo quase fatal, conta a «Globo» numa reportagem.
A jovem tinha avisado o rapaz das suas limitações e na refeição não havia nenhum ingrediente a que ela fosse alérgica: nozes, castanhas, salmão, berinjela, melão, limão e tomate. No entanto, ao lanche, antes de ir ter com a amada ele comeu um saquinho de castanhas.
Logo após o primeiro beijo, a jovem começou a sentir um formigueiro na pele, cócegas e o rosto muito quente. Quando começou com falta de ar foi à casa de banho e reparou que estava cheia de manchas.
O «namorado» ajudou-a de imediato e salvou-lhe a vida. A partir daí pôs de lado as castanhas.



Agradecimento ao site http://www.tvi24.iol.pt/



Nota de 1lindomenino: ela é alérgica a uma quantidade de alimentos mas... a "tomate"...?!...

Assim, não sei se ela "deva" ou não namorar... rsrs

segunda-feira, 24 de maio de 2010

José Mourinho - Horatio Caine Moment

Nota de 1lindomenino: o MAIOR...!!!

A importância da experiência



Você já imaginou construir uma casa começando pelo telhado? Estranho não?! É, como você deve ter pensado, é impossível. Não se pode colocar um telhado sobre o ar, sem que esteja sustentado por uma base.
O mesmo se pode dizer da vida, você não pode ter alguma coisa sem que esteja preparado para tê-la. Por quê? Porque assim é a vida, se pudéssemos ter o que queríamos quando queríamos seríamos infelizes. Tudo bem que entristecemos às vezes por não ter o que pretendemos quando queremos, mas, imagine uma vida que se curvasse a nossos desejos, todos teriam o que queriam sem precisar fazer nada além de apenas desejar. Tornaríamos infelizes por não sentir o prazer que a vida nos dá, o prazer de viver, lutar pelo o que queremos.
É por isso que a vida nos dá a dádiva da experiência, a experiência nos prepara para viver diferentes situações, a experiência em nossa vida vai criando pedras sobre nossos pés, passamos a ter passos seguros, criamos uma base para a vida, e a cada dia que passa e consequentemente a experiência que ganhamos, vai deixando nossa base ainda mais fortalecida. Assim, às vezes ainda não estamos preparados para ter certas coisas, pois, ainda não adquirimos experiência suficiente para consegui-la começando pela sua base, então, para consegui-la só nos resta uma coisa: viver.


Publicado em Reflexões


Pavê Bicolor de Chocolate


Por: Diversos


Ingredientes:


Recheio 1:

- 1 lata de leite condensado (395 g)

- 1 ½ xícara (chá) de leite (300 ml)

- 4 gemas

- 200 g de chocolate meio amargo picado



Recheio 2:

- ¼ de xícara de leite (50 ml)

- ¼ de xícara de conhaque (50 ml)

- 1 colher (sopa) de cacau em pó

- 12 bolachas tipo champagne cortadas ao meio


Cobertura:

- 4 claras

- 1 lata de creme de leite sem soro

- ½ xícara (chá) de cacau em pó para polvilhar


Preparo:

Recheio1: Leve ao fogo o leite condensado, o leite e as gemas. Cozinhe em fogo médio até levantar fervura, mexendo sempre com uma colher de pau. Desligue o fogo, acrescente o chocolate picado e misture bem. Despeje metade do recheio 1 em uma assadeira oval média com tampa Marinex.

Recheio 2: Em uma vasilha à parte misture o leite, o conhaque e o cacau. Depois, molhe os biscoitos nessa mistura e distribua-os por cima do recheio 1 até que cubra toda superfície. Por cima dos biscoitos, espalhe a outra metade do recheio 1 e reserve.

Cobertura: Bata as claras em neve e, delicadamente, junte o creme de leite. Depois, espalhe a cobertura por cima do recheio. Para finalizar, utilize uma peneira para polvilhar toda a superfície do pavê com cacau em pó e refrigere por 4 horas.

Sirva gelado.


Dica Marinex:

- Decore com bombons, xerém, nozes, granulado ou outros confeitos.


Agradecimento ao site: http://www.wmulher.com.br/