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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

ALENTEJO (Portugal) - Povo que canta não pode morrer...

Michel Giacometti, nascido na Córsega, licenciado em Letras de Etnografia, lança a âncora em Portugal em 1959. Por cá relaciona-se com o maestro Fernando Lopes Graça, que lhe transmite preciosas informações sobre o património musicólogo português e encoraja-o a realizar as suas primeiras projecções, ao norte do País. Michel Giacometti descobriu Peroguarda através de António Reis, cineasta e poeta portuense.



O Cante da minha Terra ...

Canta o semeador
Enquanto semeia o trigo
Sua cantiga é de dor:
Adeus Michel meu amigo.

Abre-se a terra ao encanto
Daquela cantiga triste
E escreve em sulcos de pranto
Adeus Michel que partiste.

Tece um ramo a camponesa
De um adeus que traz consigo
Murmura como quem reza
Adeus Michel meu amigo.

Passarinho sempre alegre
Porque cantas hoje tão triste?
Choro um adeus que se despede
Adeus Michel que partiste.


Poema de VIRGÍNIA MARIA DIAS

HOMENAGEM AO ALENTEJO
Produção e imagens
Isaurinda Brissos 2007
http://www.isaurindabrissos.com/

(Vidé Vídeo)

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