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terça-feira, 23 de março de 2010

Apenas uma gota



AjAraújo, o poeta humanista, escrito nas águas de março de 1975, revisitado em março de 2010.


Será necessário apenas uma partícula,
um átomo, uma gota, uma molécula,
para cristalizar tudo o que temos
para pulverizar tudo o que seremos

Na mansidão da tarde tudo é vago
Vazio no deserto do ser beduíno,
Sonhando com areias auríferas,
Mar limpo, praias encantadas

Poluição não permite que caranguejos
se reproduzam nos mangues,
o que fizeram com estes trastes?
dejetos, objetos, humanos rejeitos

Será que ainda haverá jeito?
Água na garrafa plástica, outrora cristalina
a maré arrasta consigo as impurezas da orla
a praia recebe a cota de miséria no seu leito

Tudo é disperso, chocante ao espírito
que nem onda milagrosa consegue afogar
este coração árido, que bate no entardecer
das marés rasantes, chamando o crepúsculo

Lá, nas margens do Paraíba,
vem notícias da enchente
que carregm o que a pobre gente
em vão cultivou, foi-se a colheita

Amor cativo de nativo,
a cada ano, a mesma cheia
a esperança da lua cheia
o rio como abrigo e desamparo


Tudo morto,
o milharal destruído,
o arrozal reduzido,
por apenas um desejo...

de uma chuva,
não de uma tromba d´água.

Mas, por que haveria de acontecer uma cheia?
Oh, céus, nos serviria apenas uma gota...


Agradecimento ao site http://www.lusofoniapoetica.com/



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