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terça-feira, 15 de junho de 2010

Namorinho de portão


Como a turma com mais de 50 anos namora? Histórias de moderninhos e gente que faz como antigamente





Biscoito, café, priminho, irmão, Na letra da música de Tom Zé e na memória de muita gente, namorar guardava uma certa ingenuidade. Os tempos são outros, mas quem namorou de mão dada parece que não esqueceu os amassos proibidos no portão. Há quem, mesmo depois dos 50 anos, preserve e valorize um namoro à moda antiga. De preferência, com cada um na sua casa, filhos criados e mais liberdade conquistada. Para essas coisas, pelo menos, o tempo bom não passa. E quem aposta nesse tipo de relação garante que é bem mais feliz.

A psicóloga aposentada Márcia Soares, 59 anos, já tem programação em vista para este Dia dos Namorados. Um jantar a dois e um bom vinho ao lado do namorado, Gilberto Gomes, 59 anos. Mas depois da comemoração, ela garante que cada um volta pra casa. “Eu tenho meu trabalho, minhas manias, enfim, minha vida, minha individualidade, e claro, ele tem a dele. Mas nada impede que ele durma na minha casa, eu na dele, quando dá vontade a gente sempre está junto. Apesar de estarmos namorando há pouco tempo, acredito que nosso relacionamento será assim, cada um na sua. Não temos aquela obrigação de estar grudados, 24 horas por dias, ficamos juntos porque e quando queremos”, conta ela.

Um namorinho de portão com uma boa dose de maturidade. É assim que o aposentado Roberto Berg, 58 anos, define seu namoro com a secretária executiva Rosângela Guedes, 52. Juntos há poucos meses, eles pretendem sim, juntar as escovas de dentes, mas acredita que a fase do namoro é fundamental.

“Atualmente, eu moro na minha casa e ela com os pais dela. Ainda estamos nos conhecendo melhor, solidificando a relação, criando mais intimidade, mas nossa vontade é de morarmos juntos. Acredito que a convivência amadurece o relacionamento, e mesmo juntos, podemos ter nossa individualidade. Hoje, estamos plenamente felizes, vamos ao cinema, nos encontramos na pracinha, como na adolescência, só que com mais maturidade”, afirma Berg.

O casamento perfeito, daqueles que só a morte pode separar pode até estar virando coisa do passado. Mas segundo a psicóloga e especialista em psicogeriatria pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ) Cláudia Finamore, quando o assunto é namoro, não há muito como fugir do convencional. “Namoro é sempre namoro, independentemente da idade. Tem aqueles que logo se envolvem na relação e investem muito. Aqueles que se envolvem aos poucos. Outros que procuram manter uma distância, investindo pouco na relação a dois. O modo de namorar está relacionado ao modo das pessoas se vinculares a outras, e é isso que irá determinar a dinâmica da relação do casal”, explica a psicóloga.

A experiência foi tão válida que a contadora Thaís Regina, 57 anos, quis repetir a dose. Depois de viver um relacionamento de 13 anos em casas separadas, Thaís aposta novamente na fórmula do cada um na sua em sua atual relação com o aposentado José Ribeiro, de 62 anos. “Para mim é maravilhoso. Não tenho aquela preocupação de cuidar da casa, lavar e passar roupa, só vivo o lado bom da história. Hoje eu me preocupo com o meu bem estar e procuro viver o presente, o amanhã está muito longe. Acredito que a rotina pode acabar com um relacionamento, mas a experiência e maturidade que temos hoje não nos deixa cometer os erros do passado. Se ele gosta de mim, eu gosto dele, é isso que vale. E enquanto houver sentimento, acredito que estaremos juntos”, diz Regina.

Seja à moda antiga ou no estilo moderninho, a geração madura de hoje continua apostando no relacionamento a dois e, por que não, ainda acredita no “felizes para sempre”. E no final das contas, segundo a psicogeriatra, o que importa mesmo é o sentimento. “A modernidade envolve os mais diversos tipos de vínculos, e uma família ou um casal podem estabelecer seus laços afetivos independentemente de morarem juntos. O que transforma duas pessoas em um casal são os laços afetivos que envolvem os dois. É o tipo de vínculo entre as pessoas que estabelece o tipo de relação, sempre com respeito, diálogo e compreensão com o parceiro”, finaliza Finamore.



Agradecimento ao site: http://www.maisde50.com.br/

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