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domingo, 28 de novembro de 2010

Seguir em frente - Como superar um coração partido e fazer um recomeço feliz


De repente do riso fez-se o pranto. Pode não ser tão de repente, como vaticinou Vinícius de Moraes no Soneto da Separação. A dissolução de uma relação amorosa tenha ela o tempo que tiver pode levar instantes bem menos breves. Rompimentos são sempre difíceis, atestam especalistas e também quem já teve o seu quinhão de coração despedaçado. O que faz diferença é o modo como cada um vai tratar de botar a vida novamente nos eixos. Mas superar, todos superam.

“Toda separação é uma morte. Não é nada fácil para ninguém”, defende Carla Portella, da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA). Para a psicóloga Aline Melo de Aguiar, que além de ouvir os pacientes, teve a experiência própria do divórcio, ter em mente que o casamento é eterno agrava as consequências negativas de seu fim. “É uma sensação de perda e fracasso muito grande”, alega.

Problemas financeiros, busca pela liberdade, traição, desamor, incompatibilidades. O leque de motivos que podem levar uma relação ao fim é extenso. Quando nem mesmo os momentos prazerosos conseguem inibir o desgaste emocional, estar junto da outra pessoa se torna um fardo. “Isso só pode gerar desgastes e mágoas mútuas”, diz o divorciado Maurício Neto, de 51 anos, que já passou pela experiência duas vezes.

Da aceitação à hora de estar pronto para um novo amor, passando pelo aprendizado de novas habilidades e pela prática de exercícios físicos, há uma série de dicas que ajudam a acalmar a mente e recompor o coração.

Confira oito conselhos que ajudam a enfrentar o término da relação e entender que mesmo que o amor tenha ido embora, a vida continua – e novas paixões podem surgir no horizonte.

Admitir. Fingir que está bem não leva a nada de bom. Tudo que se pode conseguir com isso é acumular mágoa e frustração. Ainda que, segundo Portella, seja muito difícil admitir que uma relação acabou, é preciso aceitar o término. Passar o tempo com amigos é importante. Eles estão aí para oferecer um ombro amigo e dividir a dor e o sofrimento. Socializar-se é fundamental. Se a vontade de estar em companhia for baixa, a opção é se forçar a isso. O convívio com outras pessoas faz bem, especialmente em momentos difíceis como uma separação. Reunir os amigos para tomar um vinho, discutir um livro ou simplesmente assistir à novela. Manter a agenda social cheia é de grande importância para superar as dificuldades do fim do relacionamento. E antes de admitir o sofrimento para outra pessoa, é preciso admiti-lo para si mesmo. “Se você tem um problema e vai jogando para debaixo do tapete, ele vai acumulando e chega uma hora que estoura”, diz Aguiar. Problema é para ser resolvido.

Aprender. Dominar novas habilidades também ajuda. Inscrever-se em uma aula de pintura, culinária ou mesmo informática avançada ajuda a manter o cérebro focado na nova tarefa e sem tempo para pensar no término da relação. “Uma atividade ajuda muito”, alega Aguiar. Além disso, o fim do relacionamento pode ajudar a dar um impulso na vida. “Quando acontece a separação, um tanto de energia que estava presa nessa história, se desprende”, diz Portella. Esta energia pode ser usada para investir em novas jornadas pessoais. “Buscar sonhos antigos, amigos, parcerias, trabalho. Cada um precisa descobrir as suas próprias motivações”, completa a psicóloga da SBPA. “Novos interesses, antigos hobbies esquecidos, novos cursos, circular por locais onde não costumava freqüentar, tudo isso é importante para encarar a nova realidade”, diz Neto.

Escrever.
Manter um diário ou mesmo tentar escrever um livro clareia os pensamentos. Passar os sentimentos para o papel ajuda a liberar sentimentos de mágoa, raiva e frustração de maneira construtiva. Até mesmo escrever uma carta como se fosse enviá-la para a pessoa perdida é um tremendo auxílio para a recuperação emocional. Reler o material escrito no futuro oferece maior compreensão de si mesmo através da observação de como se reagiu a este momento difícil. “Colocar tudo no papel, sem mentir, enfiar na gaveta por um mês ou mais e depois reler. Pode ser surpreendente”, explica Neto. O ser humano é um ser da linguagem, por isso transformar os sentimentos em palavras tende a fornecer grandes melhorias. Segundo Aguiar, é como se tudo fosse observado de fora, proporcionando uma nova análise da situação. “Eu acredito que o processo de escrita é muito libertador”, diz Portella.

Interagir. Há uma grande rede de apoio e suporte para espantar a solidão e a vontade de estar só. Encontrar grupos de apoio – mesmo que na internet – com pessoas que passaram pela mesma situação é um modo de superar. Aguiar ressalta a importância de estar com pessoas que possam ouvir, pois desabafar é fundamental. A troca de experiências é um impulso para superar o término e até construir novas amizades. No entanto, é preciso que a pessoa ou grupo onde se deseja trocar experiências também queira seguir em frente. “Se a pessoa com quem você quiser fazer esta troca estiver procurando alguém apenas para ‘chorar junto’ acho uma péssima companhia”, afirma Neto.

Sair. Fazer um cruzeiro, conhecer outra cidade ou simplesmente dar uma volta na praça. O importante é se manter fora de casa e em contato com o mundo. Sair e ver o que acontece fora do casulo da melancolia é bom para entender que a vida não para e tudo segue em frente, por maiores que sejam os obstáculos. O ideal é fazer isso com parentes, amigos ou mesmo um grupo de viagens, pois estar sozinho após o fim de um relacionamento é difícil, mesmo que a solidão pareça a melhor companhia. O objetivo é voltar renovado. “É bom estar fora de casa e aí a gente volta para aquele ponto da atividade, que é tirar o foco do problema”, afirma Aguiar.

Exercitar.
Natação, caminhada, musculação. A prática de atividades físicas, além de ser saudável e ajudar a entrar em forma, ajuda o organismo a se livrar das toxinas que causam o stress e gera satisfação. “É comprovado cientificamente que os exercícios físicos liberam hormônios naturais do relaxamento e do prazer”, explica Aguiar. A rapidez com que um bom exercício dissipa a nuvem de emoções ruins é surpreendente. Se ainda não há uma rotina de atividades físicas, não há melhor hora para estabelecer uma.

Adotar.
Não um filho, mas um animal. Bichos de estimação podem até dar trabalho, mas sabem amar melhor que ninguém. Com um pouco de atenção e carinho, eles se tornam uma imensa fonte de afeição, lealdade e bondade. “O animal de estimação é curativo no processo depressivo por conta do afeto”, defende Aguiar. O Maisde50 já fez uma matéria sobre o quanto um animal de estimação pode melhorar a vida.


Amar. Sim, se apaixonar de novo. Pode levar tempo para se recuperar de um coração partido, mas uma vez que a ferida tenha cicatrizado, é importante estar consciente que alguém especial pode aparecer a qualquer momento. Não vale a pena viver de mágoas passadas. Deixar o coração aberto para novos amores é bom. Para Aguiar, o que mais marca a superação é o retorno da auto-estima. “Você se sente mulher de novo”, diz, deixando de lado a postura de psicóloga e falando como alguém que já passou por uma separação. “Quando nos abrimos e aceitamos os riscos da vida, a chance de refazermos nossas parcerias aumenta”, explica Portella.

“Várias pessoas passaram depois da minha separação, até que aconteceu um novo relacionamento que virou o atual casamento”, conclui Neto, que se entregou a um novo amor na casa dos 50 anos. Idade não importa. Ninguém é velho demais para se apaixonar. Pelo contrário, a experiência só tem a beneficiar uma relação.


Por Filipe de Paiva



Recebido via e-mail do site http://maisde50.com.br/



Posted by 1lindomenino

Dated 28nov2010

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