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sábado, 22 de agosto de 2009

Morreu duas vezes e afinal continua viva


Uma mulher, no Brasil, tem que provar que está viva para beneficiar do subsídio de desemprego



Dada como morta por duas vezes, no Brasil, Juliana Gonçalves do Amaral, casada e mãe de duas filhas, tenta provar que está viva para poder receber o subsídio de desemprego a que tem direito.

A primeira situação aconteceu em 2006, quando Juliana, de 31 anos, residente em Joinville, em Santa Catarina, não recebeu o subsídio de desemprego, tendo sido o pedido do benefício cancelado por motivo de morte, conforme aparecia no extracto da caixa.

Nessa altura o banco conseguiu resolver o problema, tendo Juliana recebido o subsídio. «Lembro-me que minha primeira filha era bem pequena ainda. Fiquei sem saber o que fazer . Sem emprego, sem benefício e com uma criança para cuidar"», explicou a vendedora, citada pelo «Globo», «eu não sabia se ria ou se chorava», adiantou.

A 3 de Julho deste ano, Juliana descobriu que foi dada como morta pela segunda vez, ao tentar levantar o subsídio.

Mãe de duas filhas,uma de 11 meses e outra de seis anos, casada e desempregada, a vendedora está com dificuldades para pagar as contas.

Decidida a provar que não estava morta, Juliana escreveu uma declaração ao Ministério do Trabalho e do Emprego, pela própria mão, dizendo que estava viva.

Um número de identificação semelhante pode estar na causa do problema, conforme avança a gerente do Ministério do Trabalho e Emprego em Joinville, Eliane Mendes. «Eu suponho que outra pessoa, que tenha morrido realmente, tenha o número do PIS parecido com o desta mulher (Juliana). Para termos certeza, vamos fazer uma pesquisa para tentar descobrir o que aconteceu efectivamente», afirmou.

A gerente admite, no entanto, que não recebeu qualquer carta da beneficiária, mas considera que o caso tem solução. «Isso é até comum, não corriqueiro, mas é um problema que acontece. Ela precisa procurar a Caixa ou o INSS ou até mesmo vir até à regional do Ministério do Trabalho, em Joinville, e falarconnosco. Somos apenas meros cumpridores de normas e o sistema é que processa os dados», explicou.


Agradecimento ao Site: http://www.tvi24.iol.pt/

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