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terça-feira, 13 de abril de 2010

Cafeína pode ajudar a tratar doenças do cérebro





A cafeína que qualquer pessoa saboreia numa chávena de café é um produto capaz de tratar doenças do cérebro, a Alzheimer, a Parkinson e as depressões, segundo demonstram estudos realizados por investigadores da Universidade de Coimbra.
Aproveitando o Dia Internacional do Café, que se comemora na quarta feira, o grupo liderado por Rodrigo Cunha, do Centro de Neurociências da Universidade da Universidade de Coimbra, editou um número especial do Journal of Alzheimer's Disease (JAD) sobre os benefícios da cafeína e do consumo de café em situações de Alzheimer, Parkinson e depressão (http://www.j-alz.com/issues/caffeine.html), em que participam os maiores especialistas internacionais.
Em declarações à agência Lusa, o investigador, que se dedica desde 2001 com o seu grupo à investigação dos efeitos da cafeína nas doenças de memória, diz que estudos recentes demonstram o contrário do que o cidadão comum e até alguns membros da classe médica entendem como verdadeiro, ou seja, um efeito nocivo do café para as doenças cardiovasculares.
“Tem sido com alguma surpresa, mas com alguma consistência, que quer estudos feitos em populações humanas, de natureza epidemiológica, quer estudos em modelos animais têm convergido a concluir que o consumo de doses moderadas e contínuas de café, sobretudo de um dos princípios ativos, a cafeína, parece apresentar benefícios em termos da evolução de varias doenças crónicas”, frisou.

Recorda que desde há alguns anos se comprovou uma associação benéfica entre a ingestão de café e a diminuição dos efeitos da doença de Parkinson, e que estão prestes a entrar no mercado medicamentos a partir da cafeína.
Estudos realizados em modelos animais pelo grupo de Rodrigo Cunha centrados na doença neurodegenerativa de Alzheimer apontam que “doses moderadas de café consumidas de modo crónico apresentam benefício, diminuindo os problemas associados a percas de memoria”.
Mais recentemente estenderam a investigação às depressões e os resultados foram idênticos. O mesmo comprovaram em relação à diabetes.
“O meu grupo está muito focado na utilização de modelos animais sobretudo de perca de memória, seja da doença de Alzheimer, da encefalopatia diabética, ou de stress contínuo. Todos eles com um ponto em comum. Os animais têm uma deterioração da sua performance em testes de memória e em todos estes modelos sempre que administramos cafeína conseguimos normalizar o desempenho destes animais”, sublinhou.
Segundo Rodrigo Cunha, o que o seu grupo conseguiu foi identificar aquilo que crê ser “o alvo molecular que é atuado pela cafeína, que é o recetor da adnosina A2A”.
“Isto abre uma janela de oportunidade
para utilizar fármacos, agora muito mais seletivos, para interferir com aquele alvo molecular, para serem aplicados em clínica”, concluiu.


Agradecimento ao site http://www.destak.pt/

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