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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Ela é uma lady




Aos 55 anos, Rita Cadillac diz que encara a velhice numa boa, não nega a idade que tem e quer sossego. Mas não agora.






Está em todos os documentos. Rita de Cássia Coutinho nasceu no dia 13 de junho de 1954. Lá pelos vinte anos, já fazia muito marmanjo babar. Foi assim que ela virou Rita Cadillac. E, do programa do Chacrinha, até hoje, ela arranca suspiros. A dançarina que frequenta presídios sem qualquer receio ou cerimônia, diz que, infelizmente, vai ter que aposentar seu maior instrumento de trabalho. Mas não agora. Carioca nascida em Laranjeiras, a ex-chacrete mais famosa do país se considera um pessoa muito melhor hoje, não tem medo de envelhecer e até admite que não é das mais vaidosas. Ela viajou pelo mundo, virou cantora, e atualmente, está em cartaz nas telas do cinema, no documentário, "Rita Cadillac – A lady do povo”, dirigido por Toni Venturi. Com a intimidade em evidência, Rita afirma que tudo que está lá é a mais pura verdade, sem tirar nem por. Simpática e carismática, ela diz que não tem medo de envelhecer, é avessa a badalações, e assume sua maturidade numa boa. A vida da dançarina, como você vai ler nas páginas que seguem, é como pode ter sido a de qualquer leitora. Criada pela avó, entre a Lapa e Copacabana, com passagens de férias por Miguel Pereira, muitos amigos em volta. A diferença é que a Rita é a Rita.




Que lembranças você guarda da sua infância?
Morei muito tempo na Lapa, depois fui para Copacabana e viajava muito para Miguel Pereira, no Rio de Janeiro. Minha infância foi boa, tranquila, normal como a de muitas pessoas. Recentemente, descobri que tenho duas irmãs por parte de mãe, uma mais velha e outra mais nova do que eu.

Você teve muitos amigos na infância?
Tive sim, muitos, como qualquer criança. Mas não tem nenhum que tem perdurado, porque cada um seguiu sua vida e foi para um lado. Há pouco tempo, reencontrei uma amiga de infância através do Orkut, e a encontrei no lançamento do meu filme.

E você conservou esses amigos?
Amizade não significa tanto para mim quanto para as outras pessoas, mas tenho amigos da época do Chacrinha. No meio artístico é mais difícil, pois acaba que cada um cuida da sua vida, e também nunca fui muito de manter relacionamentos com colegas de trabalho. Sou do tipo mais reservada, quase não vou a festas, não gosto muito de badalação. Sou mais caseira, adoro ficar em casa, e receber os amigos.

Quando você decidiu que carreira seguir?
Por acaso, foi um acaso da vida mesmo. Fui convidada para dançar no Show do Haroldo Costa e saí em turnê. Durante dois anos, visitamos países como os Estados Unidos, Canadá, Venezuela, entre outros. Um tempo depois, fui fazer o show do Paulo Silvino, me viram, gostaram do meu trabalho e fui convidada para ser chacrete no Programa do Chacrinha, na Rede Globo.

Como foi sua vida de chacrete?
Foi uma fase maravilhosa da minha vida, muito divertida. Morro de saudade daquele tempo, afinal, foram oito anos como chacrete. Depois eu decidi sair em carreira solo, lancei um disco e, graças à Deus, estou aqui até hoje. Deu certo.

Você se sente realizada profissionalmente?
Com certeza, muito realizada, graças a Deus. Devo a ele muito do que eu sou, do que eu tenho e pretendo não parar tão cedo.

Qual a importância do trabalho na sua vida?
Muita, total, trabalho é tudo na minha vida. Não sou nada sem trabalhar, e se eu fico muito tempo parada, sem fazer nada, já começo a ficar doente.

Financeiramente, você se considera realizada?
Não tenho do que reclamar, está tudo bem. Assim como qualquer brasileiro, tenho que trabalhar para me sustentar, pagar as contas, e viver com tranquilidade. Costumo brincar dizendo que enquanto estiver dando para pagar a cervejinha do fim de semana, tudo bem.

O que você pensa sobre aposentadoria?
O bumbum não vai ter jeito, esse, mais cedo ou mais tarde, vou ter que aposentar, é a lei da gravidade. Mas parar de trabalhar, não pretendo nem tão cedo.

Você é uma pessoa vaidosa?
Não, nem um pouco. Me arrumo por obrigação mesmo,quando tenho um trabalho para fazer, uma festa ou um evento para ir. Sempre que posso estou mais à vontade, gosto de ser eu mesma.

Você se preocupa com a saúde?
Com certeza, saúde é tudo na vida. Sem ela não tem beleza, trabalho, nada. Faço uso de produtos e chás naturais, remédio para mim só em último caso. Minha vida também me impede de ser uma pessoa sedentária, minha maior atividade física é a dança, e sempre que posso saio para passear com minhas duas cadelas poodles, Naomi e Angel.

Você tinha medo de envelhecer?
Que nada, eu hein. Encaro a velhice tranquilamente, assumo numa boa meus 55 anos. A gente pode envelhecer no corpo, mas na mente só envelhece quem quer. Ainda não existe uma pílula que nos deixe criança eternamente, mas acho que mesmo se existisse, não ia querer. Sou moleca, na minha cabeça ainda tenho 15 anos.

E de morrer?
Medo não, mas quero morrer dormindo ou no palco. Não quero dar trabalho para ninguém.

Você se considera uma pessoa melhor, hoje, do que na juventude?
No meu visual, com certeza, e como pessoa também. Sou muito mais eu, hoje, do que quando era jovem. Morro de rir quando vejo minhas fotos antigas, nem acredito que eu era daquele jeito.

Qual foi a coisa mais importante que você aprendeu na vida?
A ter paciência. Sem ela, você não vive. E a maturidade me trouxe isso, essa tranquilidade, essa calma. Ao longo da vida passamos por tantas coisas que nos fazem aprender a lidar com as pessoas, a respeitar as diferenças e enfrentar os obstáculos. Quando eu era mais nova, era muito impetuosa. Hoje, sei me controlar, e isso a gente aprende ao longo dos anos.

Qual a coisa mais importante que você fez na vida?
São tantas coisas que fica difícil citar uma só, tive muitas realizações na minha vida. Mas sem dúvida, meu filho, minhas duas cadelas e meu trabalho são essenciais para mim.





Por Maria Fernanda Schardong




Recebido via e-mail do site http://www.maisde50.com.br/






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